Comportamento

Nos bastidores da cura gay

A reportagem de VEJA SÃO PAULO percorreu dez igrejas evangélicas da capital para saber o que os pastores pregam sobre a homossexualidade

Por: João Batista Jr. [Colaboraram Daniel Bergamasco e Nathalia Zaccaro] - Atualizado em

Arte - Capa - Cura Gay 2328
A "cura gay" nos templos da fé (Foto: Negreiros/Veja São Paulo)

O salão térreo de um casarão colonial onde se localiza a Igreja Cristã Pentecostal Independente Maravilhas de Jesus, no centro, tem bancos de estofado puídos e um palco pequeno. Ao lado das portas de entrada, três pastores estão a postos para receber os fiéis. Às 15 horas da última quarta (26), um dos líderes espirituais disponíveis era Aristides de Lima Santos. Usando calça de brim creme, camisa azul-claro com todos os botões fechados e um blazer escuro por cima, o senhor de estatura baixa aparentava pouco mais de 50 anos de idade. Ao ser abordado, simpático e solícito, contou um pouco de sua história. Lembrou que, antes de aceitar Jesus, vivia no pecado: era um mulherengo incorrigível. “Desses que não conseguem passar uma semana sem uma companheira diferente”, confessou. Na função de orientar o rebanho, está acostumado a lidar com todo tipo de gente e de angústias. Conta já ter recebido por lá algumas pessoas dispostas a abandonar a homossexualidade. Com base nessa experiência, criou uma teoria a respeito dos gays que querem se tornar héteros. “Irmão, é preciso arrumar uma mulher quanto antes para casar e ter filhos”, costuma aconselhar. “Ela não precisa saber que o senhor tinha essa tendência. Vai ajudar na sua libertação.”

Igrejas - Capa - Cura Gay 2328
As igrejas Universal, Internacional da Graça de Deus, Mundial e Deus É Amor: os homossexuais são pecadores, atuam sob influência do “maligno” e precisam da “libertação” (Foto: Mario Rodrigues/Christian Tragni/FolhaPress/Roberto Setton)

Em seguida, Santos abre sua bolsa e tira uma Bíblia cheia de anotações e trechos grifados. Com voz calma, lê passagens para justificar essa linha de raciocínio. Cita Mateus 26:41, olhando nos olhos do interlocutor: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca”. Do Levítico 18:22 extrai a seguinte passagem: “Não te deitarás com um homem, como se fosse uma mulher: isso é uma abominação”. As palavras do livro sagrado servem para justificar o pensamento do pastor. Segundo ele, na escala de malfeitorias, um homossexual está na mesma categoria do ladrão, do assassino, do viciado em drogas e do adúltero. Todos são pecadores mortais. “Mas Deus é misericordioso e não discrimina ninguém, desde que a pessoa liberte sua alma do diabo”, ameniza. Termina a pregação fazendo uma ressalva: “Homossexuais são como as prostitutas: sofreram alguma macumba e têm influências de forças malignas”.

Pastor Eder Brotto Capa - Cura Gay 2328
Pastor Eder Brotto: rezar ajoelhado no chão (Foto: Lucas Lima)

Na semana passada, VEJA SÃO PAULO ouviu frases como essas em um périplo por dez igrejas evangélicas da metrópole, das mais variadas vertentes. Sem se identificar como jornalista, o repórter bateu às portas de cada uma dizendo que era um homossexual disposto a tentar uma nova vida. O objetivo era saber como essa questão é tratada no dia a dia dessas religiões. Em outras palavras: afinal, a tão falada “cura gay” existe na prática?

O assunto entrou no centro das discussões após um projeto de lei do deputado João Campos (PSDB-GO) que suspende o trecho da resolução do Conselho de Psicologia de 1999 que proibiu profissionais da área de oferecer tratamento e cura de homossexualidade. Um profissional que iniciar uma terapia com o objetivo de fazer de um gay um heterossexual pode ser hoje processado e ter seu diploma cassado. A proposta de Campos foi aprovada pela Comissão de Direitos Humanos, liderada pelo pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP). Essa mudança provocou uma grande polêmica e virou um dos temas da atual onda de manifestações no país. No último dia 21, segundo cálculos da PM, cerca de 1 000 pessoas iniciaram uma passeata na Praça Roosevelt, no centro, portando cartazes como “Feliciano, cura o Ricky Martin para mim?”. Na quarta passada, aproximadamente 300 pessoas (também de acordo com estimativas da PM) realizaram um ato parecido na Avenida Paulista.

Eduardo Rocha - Capa Cura Gay 2328
Eduardo Rocha (ex-transformista Grevâniah Rhiuchélley), da Sal da Terra: mudança de vida necessária para alcançar a “salvação” (Foto: Lucas Lima/Arquivo Pessoal)

No universo dos templos visitados, ninguém usou o termo “cura gay” ou demonstrou ter um programa específico para tal finalidade. Nove dos dez pastores consultados, entretanto, sugeriram algum tratamento espiritual para a pessoa se livrar do que consideram um pecado grave. Para eles, a prática homossexual é condenável e precisa ser mudada imediatamente, sob o risco de o transgressor acabar no inferno. “Com muita oração, renegando os amigos homossexuais e tirando a influência de qualquer magia negra, é possível um gay se casar e ter filhos. Já vi muitos pastores convertidos”, garantiu na última terça (25) André Luís, da Universal do Reino de Deus localizada na Rua dos Timbiras, no centro.

Endereços da Assembleia de Deus Ministério do Belém, da Internacional da Graça de Deus e da Deus É Amor também foram visitados. “Não é natural ser assim: 100% dos homossexuais sofreram feitiço”, afirmou a pastora Maria do Carmo Moreira, da Comunidade Cristã Paz e Vida. “Entregue sua alma a Jesus e não procure um psicólogo, que vai achar tudo normal e querer que o senhor se aceite.” Na Igreja Mundial do Poder de Deus, o pastor Eder Brotto foi categórico: “Isso é coisa do capeta”. Depois de proferir uma oração de libertação (“Feche os olhos, leve a mão direita à altura do coração e comece a renegar os prazeres da carne”), Brotto sugeriu ao repórter que frequentasse a igreja às sextas e aos domingos, além de rezar três vezes por dia ajoelhado no chão.

Pastoras Rosania Rocha e Lanna Holder - Capa - Cura Gay 2328
As pastoras Rosania Rocha e Lanna Holder, lésbicas assumidas: vozes minoritárias ao defender que a religião deve aceitar a todos sem nenhuma distinção (Foto: Eduardo Anizelli/FolhaPress)

A homossexualidade é condenada por praticamente todos os segmentos do cristianismo, com poucas exceções, como a Igreja Anglicana, que até já ordenou sacerdotes gays. A abordagem do tema, porém, é muito variável. “Em geral, casos de exorcismo e gritaria são mais comuns nas evangélicas neopentecostais, enquanto nas protestantes tradicionais e na católica a questão costuma ser tratada em conversas individuais, na privacidade do gabinete pastoral”, diz a teóloga Sandra Duarte de Souza, professora e pesquisadora da Universidade Metodista de São Paulo. “Essa forma mais discreta, entretanto, não significa que seja menos violenta. A pressão em conversas duras pode ser tão devastadora quanto os rituais ao estilo ‘sai, capeta’.”

Os pastores que pregam contra a prática gay se valem invariavelmente de trechos da Bíblia. Trata-se de um terreno minado. Ocorre que as discussões sobre interpretação e até mesmo as traduções dos textos fazem com que o significado de tais passagens seja questionado. “Os fundamentalistas tomam ao pé da letra alguns trechos, esquecendo de outros nos quais Jesus prega o acolhimento e o amor aos excluídos”, observa o teólogo Paulo Sérgio Lopes Gonçalves, da PUC de Campinas.

Marcos Feliciano - Capa - Cura Gay 2328
O pastor Marcos Feliciano: polêmica (Foto: Cristiano Mariz)

O trabalho de libertação, como dizem nas igrejas evangélicas, acabou criando um novo gênero: os ex-gays. Eles são quase como propagandas ambulantes do processo, apontados como provas vivas de que, com a ajuda de Deus — e dos pastores, claro —, é possível transformar sua orientação sexual. “Graças ao Senhor, entendi que a maneira como eu vivia era errada e busquei forças para sair daquilo”, conta o presbítero Eduardo Rocha, representante da Igreja Sal da Terra. Rocha era um transformista conhecido pelo nome de guerra Grevâniah Rhiuchélley. Ele começou a se vestir de mulher aos 16 anos, mas conta que sentia atração por meninos desde os 12. Cocaína e maconha entraram rápido na sua rotina. “Eu debochava de religião, não tinha respeito por Jesus”, penitencia-se.

Tudo mudou durante uma rave na cidade de Alto Paraíso, no interior de Goiás. Foi quando Rocha teria ouvido uma voz. “Ela me dizia que o Senhor ia mudar minha vida.” Desde então, o baladeiro passou a ler a Bíblia e a frequentar cultos. “O processo não foi traumático ou agressivo, mas muito difícil”, lembra. Cinco anos depois da conversão, em 2007, Rocha se casou com a musicista Genoveva Geni. Hoje, eles trabalham para que outros jovens encontrem a tal salvação. Às quartas-feiras, o ex-transformista se encontra com um grupo de cerca de vinte gays em reuniões nos moldes dos alcoólicos anônimos. “Oramos, lemos a Bíblia, cada um conta sua história e tento fazê-los entender que precisam sair da vida de pecado”, descreve. Rocha também dá seus testemunhos em diversas igrejas evangélicas da cidade e organiza o Seminário de Sexualidade Cristã, que aborda temas como “pureza sexual” e “restauração da identidade”. Diz ele: “Todos que estão vivendo como homossexuais enfrentam um desvio de personalidade que deve ser contornado”.

Manifestantes - Capa - Cura Gay 2328
Os manifestantes na capital: protestos contra Marcos Feliciano (Foto: Pedro Paulo Ferreira)

Na contracorrente, começaram a surgir no meio evangélico algumas dissidências. É o caso da pastora Lanna Holder, lésbica assumida e fundadora da igreja Comunidade Cidade de Refúgio. Até os 20 anos, segundo relata, Lanna levou a vida com fartura de drogas, álcool e namoradas. “Depois me converti e passei a pregar contra as lésbicas”, conta. Na época, chegou a se casar com um homem e teve um filho. Lanna defendeu a “cura gay” por dezesseis anos. O ponto de virada tem nome e sobrenome: Rosania Rocha, uma cantora gospel. As duas lutaram contra a paixão, tentaram se libertar da atração, mas jogaram os panos. Em 2011, fundaram juntas a Comunidade Cidade de Refúgio, localizada no centro. Elas já contam com 600 fiéis, em sua maior parte gays. “Quase todos eles tentaram se ‘salvar’ e não conseguiram. É normal recebermos aqui gente que já quis se matar várias vezes devido a esses processos, que causam um problema sério de autoaceitação”, diz Lanna.

Não são apenas igrejas fundadas por homossexuais que pregam a tolerância. “Desvirar gay para quê?”, perguntou ao repórter de VEJA SÃO PAULO a obreira Rose Silva, do Centro de Meditação Cristã, no Brás, no encontro ocorrido no fim da tarde da última quarta (26). “Faça uma oração da libertação para se aceitar, não para se reprimir. Deus ama a todos em sua plenitude.” Rose concorda que as igrejas evangélicas não toleram a prática homossexual, mas para ela a questão deveria ser abordada com outro viés. “Em primeiro lugar, penso se a pessoa interfere negativamente na vida dos outros. Se não, quero mais é que ela seja feliz.”

"ISSO É COISA DO CAPETA"

Em nove dos dez endereços visitados pelo repórter, que não se identificou como tal, os pastores trataram a homossexualidade como um pecado e deram conselhos para a conversão. A seguir, trechos de alguns dos encontros

Igreja Cristã Pentecostal Independente Maravilhas de Jesus, no centro (pastor Aristides de Lima Santos)

— Sou gay e quero mudar de lado. Como faço?

— Precisa seguir o ditado bíblico: “Vigiai para não entrar em tentação”. É fundamental que o senhor se case para aceitar Jesus, se libertar e não pensar em homem.

— Não há o risco de minha companheira ser infeliz? — Ela não precisa saber que o senhor era gay. A Bíblia diz que varão não pode ter relacionamento com outro varão. A homossexualidade é um pecado mortal, assim como matar.

Comunidade Cristã Paz e Vida, no centro (pastora Maria do Carmo Moreira)

— Sou gay e quero saber se é possível virar heterossexual.

— Para Deus, nada é impossível. Não é natural ser assim: 100% dos homossexuais sofreram feitiço.

— O que devo fazer para mudar?

— Depende de você saber que está no caminho errado e fazer a vontade de Deus. Leia este livro, Jesus, a Vida Completa, frequente os cultos, ore e abandone a vida de prazeres da carne. O caminho será um processo natural, pode ter certeza.

Igreja Universal do Reino de Deus, no centro (pastor André Luís)

— Sou gay e quero saber se é possível trocar de lado.

— Sim, conheço alguns pastores que eram assim e hoje são casados e têm filhos. Assim como um viciado em cocaína precisa se livrar dos amigos drogados, um homossexual tem de deixar de lado a sua turma. É preciso também evitar bares e baladas para não cair em tentação.

— O que mais?

— No começo, precisa vir pelo menos quatro vezes por semana à igreja para tirar o capeta do seu corpo. Pagar os 10% do dízimo também é fundamental. É devolver para Deus a graça de você ter ido para o caminho certo.

Igreja Mundial do Poder de Deus, na Zona Leste (pastor Eder Brotto)

— Sou gay e quero virar heterossexual. É possível?

— É fundamental, caso contrário vai para o inferno. Isso é coisa do capeta.

— Como faço?

— Tem de vir aqui às sextas, dias em que tiramos o capeta do corpo, e aos domingos. Tenha uma Bíblia ao lado da cama. Ore três vezes ao dia, ajoelhado (podemos nos humilhar para Deus). Sugiro ler Isaías, capítulo 44. Fala da aceitação do Senhor. E não deixe de pagar o dízimo.

Igreja Pentecostal Deus É Amor, no centro (pastor Lourival de Almeida)

— Quero deixar de ser gay. É possível?

— Claro. Tudo é uma questão de poder do controle.

— Como assim?

— Sou homem no sentido heterossexual da palavra. Todo homem é, por essência, polígamo. É preciso ter o próprio domínio para respeitar e honrar a mulher. O mesmo vale para o homossexual: controle seu desejo.

Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus, na Zona Leste (pastor Paulo Rogério)

— Quero me tornar heterossexual. Como faço?

— Para tirar a influência do diabo, precisa fazer uma série de orações.

— Por exemplo?

— Sexta é o dia em que o diabo está mais presente na sociedade. Faça jejum à noite, antes de vir para a igreja. Volte a comer no sábado de manhã. Vai ajudar no trabalho de purificação.

Casa da Bênção, na Zona Leste (pastor Cléber Lana)

— Como faço para deixar de ser gay?

— Isso é uma maldição hereditária. Existem outras pessoas assim na sua família?

— Que eu saiba, não.

— Então pode ser algum trabalho feito contra você. Sugiro que se entregue a Deus, ore e frequente cultos de libertação.

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    Coco Bambu JK

    Avenida Antônio Joaquim de Moura Andrade, 737, Itaim Bibi

    Tel: (11) 3051 5255

    VejaSP
    22 avaliações

    De grandes proporções, a casa nascida no Ceará ocupa um enorme imóvel no Itaim Bibi, com capacidade para 700 pessoas — e há filas de espera, acredite. Igualmente gigantesca é a unidade do Tatuapé. Na dupla de endereços, o cardápio apresenta pratos de frutos do mar e lembra um catálogo de tão extenso. Muitas das receitas trazem molhos de requeijão ou creme de leite, a exemplo do peixe à praiana (R$ 103,00), preparado com dourado. São dois filés grelhados e acomodados sobre molho de maracujá e manga mais pedaços da fruta e castanha-de-caju. Acompanham a pedida arroz de brócolis e purê de abóbora gratinado com queijo de coalho. Tão farto quanto, o prato de camarões em crosta de farinha de pão e alho (R$ 150,40) peca pelo excesso de gordura no empanado, mas agrada no ponto macio do crustáceo. Salada e risoto de limão-siciliano são as guarnições. Para botar no centro da mesa e dividir, peça a apetitosa cocada de forno ladeada por uma bola de sorvete (R$ 27,20).

    Preços checados em 19 de abril de 2016.

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  • Cozinha contemporânea

    Epice

    Rua Haddock Lobo, 1002, Cerqueira César

    11 avaliações
  • Naturais

    Banana Verde

    Rua Harmonia, 278, Vila Madalena

    Tel: (11) 3814 4828

    VejaSP
    11 avaliações

    Formam-se filas nesta agradável casa de esquina — e não sem motivo. Entre as opções à la carte está o espaguete de pupunha ao molho tahine com castanha e tomate conftado (R$ 42,00). Para satisfazer aquela fome natureba de muuuita salada e vegetais, é melhor investir no bufê de almoço (R$ 49,50 durante a semana e R$ 65,90 nos sábados e domingos). Nesse preço, está incluso um prato do dia. Entre eles, a berinjela assada ao molho de coalhada e dill servida com farofa de quinoa, vagem ao azeite de limão-siciliano e arroz com lentilha e cebola caramelada é um PF apetitoso.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

     

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  • Bom e barato / Brasileiros

    Mocotó

    Avenida Nossa Senhora do Loreto, 1100, Vila Medeiros

    Tel: (11) 2951 3056

    VejaSP
    36 avaliações

    Quem sente saudade dos preços de antigamente pode se assustar ao consultar o cardápio atual do chef Rodrigo Oliveira. Quando foi eleito o melhor bom e barato pela primeira vez, em 2008, o restaurante cobrava só R$ 16,90 pela carne de sol com pimenta-biquinho. Hoje, são R$ 49,90. O reajuste acompanhou a badalação crescente em torno do endereço na Vila Medeiros, é verdade, mas os novos valores ainda não chegam ao patamar dos praticados pelos concorrentes. Resultado? A casa volta ao pódio neste ano com o melhor custo-benefício da cidade. Conselho amigo: como os pratos são fartos e vai dar vontade de provar tudo, programe a visita com um grupo grande, compartilhe as receitas e rache a conta.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Bar-restaurante

    Bar da Dona Onça

    Avenida Ipiranga, 200, Centro

    Tel: (11) 3257 2016

    VejaSP
    31 avaliações

    No decorrer do ano, a chef Janaina Rueda apareceu em programas de TV, reformulou a merenda da rede estadual e ajudou o marido, Jefferson Rueda, a montar A Casa do Porco Bar. Mesmo tão ocupada, ainda conseguiu manter a qualidade desta casa. Reinam no menu receitas difíceis de não agradar, como a moela úmida de aperitivo (R$ 43,00) e o mexido de arroz, feijão, carne moída, couve e farinha coberto de ovo frito (R$ 49,00). Saboroso, o bloody mary (R$ 32,00) é uma ótima maneira de iniciar a petiscaria.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Sucos

    Frutaria São Paulo - Jardins

    Rua Oscar Freire, 187, Cerqueira César

    Tel: (11) 2364 3528 ou (11) 3081 6464

    VejaSP
    1 avaliação

    O cardápio da rede, com três unidades na capital, vai além dos sandubas e de sucões naturais como o de pitanga (R$ 8,70) e o de uva-roxa com água de coco (R$ 12,70). Para repor as energias, por exemplo, há uma boa variedade de pedidos com açaí. Na tigela de 300 mililitros, a versão com 80% da fruta e 70% menos açúcar custa R$ 18,90. A que é adoçada com extrato de guaraná e adoçante sai por R$ 20,90. Pagam-se mais R$ 3,80 para acrescentar banana fatiada e R$ 4,50 quem escolhe castanha-do-pará. Entre os lanches, o pão de fôrma integral recheado com frango orgânico desfiado, queijo cottage, espinafre, alface, tomate e cenoura (R$ 26,50) chega com salada de folhas com mostarda ou batata frita. Tem consistência meio molenga a torta integral de banana com aveia ladeada de sorvete (R$ 18,00). Se a consciência pesada pelas calorias definitivamente não for um problema, melhor é escolher os churros com doce de leite ou Nutella, que custam o mesmo preço. Apesar do bom número de garçons à disposição, o serviço pode ser um pouco desorganizado em momentos mais concorridos, como a hora do almoço.

    Preços checados em setembro/outubro de 2015.

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  • Museus

    Catavento Cultural e Educacional

    Avenida Mercúrio, s/n, Brás

    Tel: (11) 3315 0051

    14 avaliações

    Entre os dezoito museus administrados pela Secretaria de Cultura do Estado, o Catavento Cultural e Educacional, no Brás, é o mais visitado da capital. As escolas costumam bater cartão no museu educativo Catavento, mas o passeio também fica legal em família. Primeiro ponto para aproveitar: acorde cedo no sábado, dia em que a entrada é grátis. Quem chega lá por volta das 11 horas consegue as senhas para as oficinas mais interessantes do dia. Entre as atividades mais procuradas estão a parede de escada de 7 metros de altura e o estúdio de TV. no espaço Vida, monitores simulam expedições de pesquisa no oceano e abordam a teoria da evolução, de Charles Darwin, de um jeito que entretém adultos e crianças.

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  • No ar desde 2012, a série Violetta (protagonizada por Martina Stoessel) conquistou o público infantil e o pré-adolescente do canal pago da Disney. O elenco original se apresentou por aqui em 2013 com ingressos esgotados e o sucesso se repete agora: as quatro sessões programadas para o próximo fim de semana estão lotadas. No espetáculo, serão mostrados os hits das primeiras temporadas do seriado, além de canções do último álbum, Gira Mi Canción. Dias 27 e 28/6/2015.
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  • Filarmônica de Minas Gerais está entre eles
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  • Esportes / Festas

    Veja as atrações da semana no Espaço Veja São Paulo

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    Sessões de cinema estão entre as opções
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  • Casa serve diariamente 700 litros de chope e 4 000 garrafas de cerveja
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  • Restaurante fica na Avenida Doutor Vítor Godinho
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  • Nascida em São Paulo, a pintora Lucy Citti Ferreira (1911-2008) passou pouco tempo na cidade. Ainda bebê foi morar na Itália e na França. Voltou em 1934 e tornou-se aluna de Lasar Segall, até se mudar definitivamente para Paris, em 1947. O período paulistano foi decisivo para sua formação, marcada pela influência do lituano. Cinquenta de suas telas e desenhos estão na Pinacoteca. Os autorretratos seguem procedimentos de Segall, a exemplo dos tons terrosos e dos rostos com olhos grandes. A surpresa da seleção são belas aquarelas abstratas dos anos 80. Até 20/10/2013.
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  • Exposições

    Três mostras de pintura em cartaz na cidade

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  • Depois de Achadas e Perdidas (2005) e As Meninas (2009), a comédia dramática é a nova investida da atriz Maitê Proença como dramaturga. Ela partiu de depoimentos colhidos em asilos para construir a trama sobre duas octogenárias (vividas por Maitê e Clarisse Derzié Luz) que moram em uma casa para idosos. Menos inspirador no conjunto, mas em alguns momentos arrebatador, o espetáculo traz diálogos afados e uma atuação surpreendente de Maitê, convincente no registro melancólico. Estreou em 15/6/2013. Até 10/11/2013.
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  • Restaurantes

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  • Chico Ribas, Wilsinho Torre e o autor Thiago Salles interpretam neste drama três garotos de programa que lutam pela sobrevivência. Em meio a clubes, saunas e festas, eles enfrentam um mundo repleto de riscos e contradições. Estreou em 12/8/2011. Até 4/7/2013.
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  • Em 2003, Alexandre Pires deixou o grupo e conseguiu conquistar o público latino sem abandonar completamente os sucessos do antigo repertório. Para celebrar os 25 anos de trajetória do conjunto mineiro formado em Uberlândia, o cantor se reuniu aos sete integrantes originais, entre eles o seu irmão Fernando Pires, no ano passado. A turnê segue rodando o país e nesta semana é mais uma vez realizada em São Paulo. Ao longo do show, pipocam sucessos dos anos 90, como Depois do Prazer e Mineirinho. Dias 23 e 24/01/2015.
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  • Os fãs paulistanos jamais se esquecerão da primeira passagem da intérprete americana de 32 anos pela cidade — e muitos devem voltar ao Estádio do Morumbi no domingo (15/9/2013). Em 2010, Beyoncé afirmou que aquele foi o maior show de sua vida. Depois de se apresentar no Rock in Rio na sexta (13/9), ela chega por aqui com o espetáculo The Mrs. Carter Show World Tour (o título faz referência ao sobrenome de seu marido, Shawn Carter, rapper conhecido como Jay Z). Trata-se da primeira turnê mundial após o nascimento da filha do casal, Blue Ivy, de 1 ano e 8 meses. Embora mais madura, a diva pop surge ousada em cena e não economiza em sensualidade, rebolados e figurinos atrevidos (ao todo são treze). Além disso, Beyoncé canta de forma brilhante. Ao longo de duas horas, ela repassa músicas da carreira-solo, como Run the World (Girls), Single Ladies (Put a Ring on It) e Crazy in Love. Da época do Destiny’s Child, o trio do qual ela fez parte, entra Survivor. Ainda há espaço para homenagear Whitney Houston, morta no ano passado, com I Will Always Love You. A banda The Suga Mamas, formada só por mulheres, faz o acompanhamento. Em família: atual sensação do R&B, a irmã de Beyoncé, Solange Knowles, apresenta-se no dia 21 de novembro de 2013 no Cine Joia. + Bons lugares para matar a fome depois do show + Saiba como chegar e o que não levar ao Morumbi
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  • O dia parece tranquilo em Filadélfia para Gerry Lane (Brad Pitt), sua mulher (Mireille Enos) e as duas filhas. Até que, dentro do carro e parados no trânsito, um tumulto cria um clima tenso para os personagens - por tabela, também para o espectador. Automóveis vão pelos ares, pedestres se apavoram e se instaura o caos. Os primeiros minutos de Guerra Mundial Z atraem com sua azeitada mistura de filme-catástrofe e thriller. A seguir, vem o conteúdo da ficção científica: por causa de um vírus, as pessoas pelo mundo estão se transformando em zumbis. Lane, funcionário da Organização das Nações Unidas (ONU), é a pessoa mais indicada para ir atrás do paciente zero. Ele deixa a família, parte para a Coreia e, de lá, vai a Jerusalém. Na cidade sagrada de Israel, os mortos-vivos foram isolados por um muro gigantesco. O longa-metragem do mesmo diretor de 007 - Quantum of Solace traz imagens impactantes e impressiona pelo ritmo ágil, mas, passada a primeira hora, perde o fôlego e se encaminha para uma solução frágil. Estreou em 28/6/2013.
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  • O espanhol Pedro Almodóvar realizou fitas marcantes, como Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos, Tudo sobre Minha Mãe e Fale com Ela. Por mais que tenha dado escorregadelas na carreira, jamais deixou transparecer uma crise de inspiração tão grande quanto agora. Em seu 19º longa-metragem, quase nada funciona. A trama, praticamente ambientada dentro de um avião, parece um roteiro rascunhado da década de 80, quando o diretor ousava com afetações e humor transgressor. Hoje, sua comédia soa datada e vulgar. Na trama, um voo entre Madri e Cidade do México terá de fazer um pouso forçado por causa de um defeito mecânico. Enquanto a classe econômica é dopada com soníferos, os sete passageiros da executiva são “brindados” com um coquetel de vodca e mescalina, um alucinógeno, pelos três comissários gays (Javier Cámara, Carlos Areces e Raúl Arévalo). O efeito da droga traz à tona confissões e faz o sexo rolar sem censura. Estreou em 28/6/2013.
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  • Em 1885, a jovem Augustine (a talentosa atriz Soko), de 19 anos, servia seus ricos patrões quando teve uma constrangedora convulsão que a deixou com o olho esquerdo paralisado. Levada por uma prima ao hospital Pitié-Salpêtrière, em Paris, a moça passa a ser analisada pelo experiente neurologista Jean-Martin Charcot (Vincent Lindon). Augustine, que nunca menstruou e é virgem, vira cobaia do doutor em seus estudos sobre a histeria. Inspirado num trecho da vida de Charcot (1825-1893), o drama de estreia da diretora e roteirista francesa Alice Winocour tem classe e foge do esquema didático para focar a delicada relação de poder instalada entre médico e paciente. Estreou em 28/6/2013.
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  • Michel Gondry não é um diretor convencional nem burocrático. Do espetacular Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças ao fiasco O Besouro Verde, o realizador francês sempre foi plugado nas esquisitices. O auge encontra-se nesta adaptação do livro homônimo de Boris Vian, na qual a excentricidade vai além do suportável. Numa Paris atemporal, objetos ganham vida, um ratinho tem cara de gente e Colin (Romain Duris, de A Datilógrafa) ainda não encontrou sua cara-metade. Instigado pelos amigos, incluindo o empregado faz-tudo (papel de Omar Sy, de Intocáveis), a arranjar uma namorada, o protagonista encontra na doce Chloé (Audrey Tautou) a parceira ideal. Contudo, não tarda a surgir uma doença nos pulmões dela. Gondry abusa da duração e floreia uma trama vazia com uma direção de arte retrô de encher os olhos. São truques que se espalham pelos cenários para enxergar beleza onde há tristeza. Estreou em 28/6/2013.
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  • Seleção inclui Elena e Um Golpe Perfeito
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  • Adeus, Minha Rainha, Antes da Meia-Noite e mais
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  • Depois da fabulosa retrospectiva do diretor Billy Wilder no CineSesc, o Centro Cultural São Paulo homenageia outro grande cineasta do passado. Trata-se do americano Howard Hawks (1896-1977). Ele rodou de faroestes com John Wayne (Rio Vermelho e Onde Começa o Inferno) a comédias com Cary Grant (Levada da Breca e Jejum de Amor). Foi indicado apenas uma vez ao Oscar (em 1942, por Sargento York), mas recebeu uma estatueta honorária da Academia de Hollywood em 1975. A mostra Howard Hawks Integral, com quarenta longas-metragens, começa na terça (2/7), às 16h, com Scarface - A Vergonha de uma Nação. Até o dia 31 de julho há mais boas pedidas, como Os Homens Preferem as Loiras. Estrelada por Marilyn Monroe, a fita está agendada para sábado (6), às 20h15.
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  • O CineSesc apresenta 37 dos 117 filmes exibidos na 19ª edição da Mostra de Cinema de Tiradentes, que aconteceu na cidade mineira no mês de janeiro. O evento elege as melhores obras do cinema brasileiro contemporâneo e aqui na cidade chega a sua quarta edição. Ao todo, são 20 longas, 16 curtas e um média distribuídos entre 25 sessões, incluindo todos os vencedores da edição mineira. De 17 a 23/3/2016. Confira a programação: Quinta, 17 de março 20h - Jovens Infelizes ou um Homem que Grita Não É um Urso que Dança (2015), de Thiago B. Mendonça Após a sessão acontece bate-papo com o diretor, mediado pelo curador Cleber Eduardo Sexta, 18 de março 15h - Bang Bang (1970), de Andrea Tonacci 17h30 - O que Eu Poderia Ser se Eu Fosse (2015), de Bruno Jorge 19h30 - Urutau (2015), de Bernardo Cancella Nabuco 21h30 - Banco Imobiliário (2015), de Miguel Antunes Ramos - após a sessão, acontece bate-papo com o diretor, mediado pelo curador Cleber Eduardo Sábado, 19 de março 15h - O Castelo (9’) | Enquadro (24’) | À Parte Do Inferno (23’) | Território (19’) | Chutes (24’) 17h - Clarisse ou Alguma Coisa sobre Nós Dois (2015), de Petrus Cariry 19h - Tropykaos (2015) de Daniel Lisboa 21h - Animal Político (2016), de Tião, Pernambuco Domingo, 20 de março 15h - Ainda Me Sobra Eu (15’) | O Rosto Da Mulher Endividada (28’) |Lightrapping (21’) 17h - Fome (2015), de Cristiano Burlan 19h - Estamos Vivos (2016), de Filipe Codeço 21h - Aracati (2015), de Aline Portugal e Julia De Simone Segunda, 21 de março 15h - Serras da Desordem (2016), de Andrea Tonacci 18h - Índios Zoró - Antes, Agora e Depois? (2015) de Luiz Paulino dos Santos - após a sessão, acontece bate-papo com o diretor, mediado pelo curador Francis Vogner dos Reis 19h30 - A Noite Escura da Alma (2015), de Henrique Dantas 21h30 - Noite Escura De São Nunca (1) (21’) | Encontro dos Rios (18’) | Eclipse Solar (28’) Terça, 22 de março 15h - Já Visto Jamais (54’) | Blá Blá Blá (26’) 17h - Santo Daime - Império Da Floresta (2015), de André Sampaio 18h30 - Levante (23’) | Entre Imagens – Intervalos (22’) | A Vez de Matar, a Vez de Morrer (25’) 21h - Taego Ãwa (2016), de Marcela Borela e Henrique Borela - após a sessão, acontece bate-papo com o diretor, mediado pelo curador Cleber Eduardo Quarta, 23 de março 15h - Um Salve Doutor (2015), de Rodrigo Sousa & Sousa 17h - Invasores (2015), de Marcelo Toledo 19h - Filme de Aborto (2016), de Lincoln Péricles - após a sessão, acontece bate-papo com o diretor, mediado pelo curador Francis Vogner dos Reis 21h - Madrepérola (14’) | Geraldinos (76’)
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  • A mostra exibirá 25 títulos, entre longas e curtas metragens. Pioneiro da Nouvelle Vague, o cineasta e crítico explorou a fundo a relação entre cinema e teatro, realizando alguns dos filmes mais instigantes e inventivos da era moderna.  Entre eles está “Paris nos Pertence” (1958/61) - que abrirá a mostra no CCBB São Paulo. De 3 a 21/7/2013. Confira a programação: Quarta, 3 de julho 14h - Jean Renoir, O Patrão – 1ª Parte : Em Busca do Relativo  (1967) 16h – Jacques Rivette, O Vigilante (1990) 19h – Sessão de Abertura : Paris Nos Pertence ( 1961) Quinta, 4 de julho 14h - Jean Renoir, O Patrão – 2ª Parte: A Direção de Atores (1967) 16h - A Bela Intrigante (1991) 20h - O Amor Por Terra (1984) Sexta, 5 de julho 14h – Jean Renoir, O Patrão – 3ª Parte : A Regra e a Exceção (1967) 16h – Joana, A Virgem I – As Batalhas (1994) 19h – Joana, A Virgem II – As Prisões (1994) Sábado, 6 de julho 11h30 - O Amor Por Terra (1984) 14h – Palestra: Jacques Rivette - crítico de cinema com Luiz Carlos Oliveira Jr. Haverá distribuição de certificados para os participantes. 17h - A Bela Intrigante (1991) Domingo, 7 de julho 14h - Paris Nos Pertence (1961) 17h - Out 1: Espectro (1974) Quarta, 10 de julho 14h - Defesa Secreta (1998) 17h - Não Toque no Machado (2007) 19h30 - A Religiosa (1966) Quinta, 11 de julho 14h - Noroeste (1976) 17h – Duelle : Uma Quarentena ( 1976) 19h30 - O Truque do Pastor (1956) ; 36 Vistas do Monte Saint Loup (2009) Sexta, 12 de julho 14h - Céline e Julie Vão de Barco (1974) 19h - Merry-Go-Round (1981) Domingo, 14 de julho 14h - Não Toque no Machado (2007) 17h - Noroeste ( 1976) 19h30 - Um Passeio Por Paris (1981) Quarta, 17 de julho 14h - Joana, A Virgem I – As Batalhas (1994) 17h - Joana, A Virgem II – As Prisões (1994) 20h - O Morro dos Ventos Uivantes (1985) Quinta, 18 de julho 14h - Paris No Verão (1995) 17h - O Truque do Pastor (1956) ; 36 Vistas do Monte Saint Loup (2009) 19h30 - Debate: Jacques Rivette – do Esboço ao Afresco. Participação dos curadores Luiz Carlos Oliveira Jr. e Francis Vogner dos Reis e do pesquisador Mateus Araújo. Sexta, 19 de julho 14h - O Bando das Quatro (1989); Paris no Verão (1995) 17h - O Morro dos Ventos Uivantes (1985) 20h - Um Passeio Por Paris (1981) Sábado, 20 de julho 11h30 - Duelle : Uma Quarentena (1976) 14h - Palestra: Jacques Rivette – cineasta com Francis Vogner dos Reis. Haverá distribuição de certificados para os participantes. 17h – Quem Sabe? (2001) Domingo, 21 de julho 11h30 - A Religiosa (1966) 14h - Amor Louco (1969) 19h – A História de Marie e Julien (2003)
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  • Prepare-se para um provável momento de nostalgia: quem cresceu nos anos 80 se pegará murmurando a melodia de Faroeste Caboclo, um dos hits do fim daquela década, logo no começo do filme dirigido por René Sampaio. Para ouvir os nove minutos da faixa, porém, será preciso esperar até os créditos finais. Antes disso, o cineasta transforma a saga da banda Legião Urbana num drama violento, vibrante e tecnicamente impecável que, apesar de não convencer nas passagens mais intimistas, supera o desafio de transportar o público para o universo da canção. Na trama, o migrante João de Santo Cristo (Fabrício Boliveira, ótimo) vai tentar a vida em Brasília, onde vende drogas, apaixona-se por Maria Lúcia (Isis Valverde) e provoca o traficante Jeremias (Felipe Abib). O western abrasileirado soa como uma espécie de lado B para a cinebiografia Somos Tão Jovens, também em cartaz. Em vez de retratar a vida de Renato Russo, Sampaio investiga o imaginário do compositor. O filme estreou em 30/05/2013 e, em seu primeiro fim de semana em cartaz, foi visto por 363 mil espectadores _terceiro lugar de bilheteria, atrás de Velozes e Furiosos 6 e Se Beber, Não Case! - Parte 3, respectivamente .  Ouça este filme: a ótima trilha sonora foi selecionada por Philippe Seabra, da banda brasiliense Plebe Rude
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  • Administração / Comportamento

    Protestos

    Atualizado em: 28.Jun.2013

Fonte: VEJA SÃO PAULO