Roteiro

Bares investem no self-service de bebidas

Nos endereços abaixo, seja você mesmo o garçom e escolha a melhor opção para bebericar, sem intermediários

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

Barcearia
Barcearia: o cliente que se serve dentre os 100 rótulos de cerveja (Foto: Mario Rodrigues)

Nos botequins em que o serviço é atrapalhado, conseguir uma bebida pode ser um exercício de paciência. Por isso, os bares que estão investindo no self-service de bebidas são opção para manter o bom humor.

+ Demos um rolê nerd por São Paulo

Este é o caso do wine bar Bardega, no Itaim Bibi. Ali, o cliente pode encher a taça direto de máquinas italianas. No Barcearia, em Moema, o cliente escolhe nas geladeiras entre 100 rótulos de cerveja, registra a bebida na comanda e a abre. Os funcionários auxiliam com dicas.

Saiba mais sobre esses e outros endereços abaixo:

Barcearia: escolha, nas quatro geladeiras, entre 100 rótulos de cerveja. Depois de eleger a “gelada”, dirija-se ao caixa, registre a bebida na comanda, abra a garrafa e pegue um copo. Só então se sente e molhe a garganta. Na seleção que varia semanalmente, costumam pintar a clássica belga trapista Chimay Blue (R$ 24,00, 330 mililitros) e a inglesa Wexford Irish Cream Ale (R$ 16,00, 440 mililitros).

bardega
Bardega: uma das máquinas Enomatic usadas para acondicionar as bebidas (Foto: Mario Rodrigues)

Bardega: seduz o público pela oferta de vinhos em taça, a maior do gênero na cidade. São 110 sugestões, garimpadas de vinte importadoras, quase todas ficam armazenadas em máquinas italianas Enomatic. Depois de eleger seu vinho -- sommeliers estão de prontidão para eventuais dúvidas e sugestões --, o cliente deve inserir a comanda no equipamento e servir-se, escolhendo o tamanho da dose: 30, 60 ou 120 mililitros.

Bottled Dog
Bottled Dog: salão concorrido (Foto: Gladstone Campos)

Bottled Dog: na happy hour, o bar do Itaim Bibi é frequentado por executivos e profissionais liberais de camisa afrouxada. Não há cardápio de cervejas físico, o que obriga os fregueses à prazerosa tarefa de escolher um dos 320 rótulos nas geladeiras. A amarguinha Punk (R$ 29,90, 330 mililitros), da Brewdog, é uma india pale ale.

Coisa Boa
No Coisa Boa: gôndola refrigerada de 6 metros de comprimento (Foto: Fernando Moraes)

Coisa Boa: uma enorme e iluminada gôndola de supermercado domina a lateral esquerda da casa. Nela, duas centenas de rótulos estão à disposição do cliente, todos com o preço colado na tampinha. É só gastar alguns minutinhos escolhendo o que se quer beber e levar diretamente à mesa. O garçom aparece em seguida com o abridor e a taça. Entre as nacionais, vale provar a Colorado Vixnu, uma imperial india pale ale feita em Ribeirão Preto. De cor âmbar, quase vermelha, leva malte e lúpulos americanos, além de rapadura. 

Empório Alto dos Pinheiros
Empório Alto dos Pinheiros: o cliente se dirige às garrafas e escolhe a melhor opção (Foto: Cida Souza)

Empório Alto dos Pinheiros: consolidou-se como um santuário da cerveja, com mais de 700 rótulos nas prateleiras. Seja para levar para casa ou para tomar no local, é o cliente quem se dirige às garrafas e escolhe a melhor opção ---não há nem cardápio. Nessa caçada podem pintar opções como a Vedett IPA (R$ 25,00, 330 mililitros), uma belga com agradável amargor. 

Empório Bonap
Empório Bonap: direto da estante (Foto: Fernando Moraes)

Empório Bonap: embora tenha nascido como empório, o pequeno espaço com mesas na calçada foi adotado como um bom lugar para beber e petiscar. As estantes e geladeiras, apinhadas de garrafas de cerveja, comprovam a vocação. Basta levantar-se e escolher a sua entre os100 rótulos disponíveis. Reforçam a seleção etílica sete torneiras de chope,de onde escorre o Schornstein Pilsen (R$ 7,90), fácil de tomar.

Fonte: VEJA SÃO PAULO