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Banco de sangue da cidade anuncia situação crítica

Por conta das datas de final de ano, aumenta a necessidade de doações e os principais estoques de bolsas atingem níveis abaixo da média; saiba onde e como doar

Por: Redação VEJA SÃO PAULO

Doação de sangue
Doação de sangue: bancos da cidade estão em situação crítica (Foto: Ricardo Toscani)

Responsável pelo abastecimento de mais de 100 hospitais da rede pública da região metropolitana da cidade, a Fundação Pró Sangue está com seus estoques de sangue do tipo O positivo e O negativo em situação emergencial. O cenário visto nos bancos do hospital ocorre justamente no mês em que é comemorado o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue, em 25 de novembro.

Assim como a Fundação, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo anunciou nesta segunda (04) que os estoques de bolsas de sangue de toda a capital estão em situação crítica.A Pró Sangue, que também está com baixo estoque para o tipo A positivo e A negativo, é um dos principais centros de abastecimento dos hospitais paulistanos e não tem recebido um número ideal de doadores.

"Com a proximidade dos feriados de novembro, aumenta a necessidade de doações, por conta do aumento dos acidentes", comenta Osvaldo Donini, coordenador da Hemorrede Estadual. O Estado de São Paulo utiliza cinco mil bolsas por dia nos hospitais e não recebe nem um terço desse volume. Os cinco pontos que mais recebem doações na cidade, além da Pró Sangue, são Hospital Municipal do Tatuapé, o Hospítal Santa Marcelina, em Itaquera, o Hospital São Paulo e a Santa Casa.

Quem tiver interesse em doar sangue precisa:

  • estar em boas condições de saúde,
  • ter entre 16 e 67 anos,
  • pesar no mínimo cinquenta quilos,
  • estar alimentado (evitando comidas gordurosas nas quatro horas que antecedam a doação e também bebidas alcoólicas 12 horas antes da coleta);
  • levar documento de identidade original com foto.

A lista com os principais hospitais que realizam coleta de sangue está disponível no site oficial da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

 

 

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO