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As melhores atrações infantis em cartaz na cidade

Espetáculos circenses, montagens, musicais e outros programas fazem parte da lista

Por: Redação VEJA SÃO PAULO - Atualizado em

Meu Pai É um Homem-Pássaro
Luciana Paes, Daniela Duarte, Flavia Melman e Otávio Dantas: elenco de 'Meu Pai é um Homem-Pássaro' (Foto: Divulgação)

Confira abaixo uma seleção com as melhores atividades para curtir com seus filhos:

  • No picadeiro, duas crianças se deparam com vários animais, que são apresentados em números de equilíbrio e de acrobacia. A produção reúne sessenta artistas e agrada pelo visual e pela técnica do elenco. Além das ilusões de Rodrigo Marinhos, sobressai Alfredo Muños, que apresenta um complicado número sobre cinco monociclos. Estreou em 3/3/2012. Até 15/12/2013.
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  • O espetáculo mescla tradicionais performances, como trapézio e palhaçadas, com divertidos esquetes baseados nas histórias em quadrinhos. Magali, por exemplo, testa sua capacidade de engolir um sorvete gigante em apenas dois segundos. Cascão se equilibra em uma corda bamba para não cair em um balde cheio de água. Há ainda outros números, como Cebolinha Malabarista, o divertido Mônica, a Mulher Barbada e Mágica do Sansão (um dos planos infalíveis de Cebolinha e Cascão, que costumam animar a meninada). Chamam atenção o cenário de 40 metros dedicado aos personagens e a decoração com bonecos gigantes da turma. Quinze músicas compostas especialmente para incrementar a montagem acompanham cada etapa. Estreou em 19/03/2011. Até 28/10/2012.
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  • Na encantadora mostra, o visitante tem contato com o personagem da literatura em nove lúdicas instalações — apenas uma não permite a interação do público. Cada obra conta uma passagem do livro escrito por Collodi, desde a construção do boneco de madeira por Gepeto até sua transformação em um menino de verdade. O roteiro tem o acompanhamento de guias, e a participação deles contribui para organizar a brincadeira e fazer compreender o contexto dos trabalhos ali apresentados. Entre os pontos altos da exposição idealizada pela ítalo-brasileira Vera Uberti estão a floresta tomada por bolas douradas de vários tamanhos e a sala na qual a meninada deve encontrar as partes de um Pinóquio despedaçado, além do desafio de montar uma colmeia destruída o mais rápido possível. No final, há um corredor em que a sombra do personagem segue os passos do espectador por meio de uma projeção. Até 18/11/2012.
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  • Adaptação de Ricardo Karman para a lenda chinesa O Pote Vazio. O ator Gustavo Vaz interpreta um velho imperador da China com uma ideia infalível para escolher o herdeiro de seu trono. Ele entrega uma semente a cada criança do reino e avisa: o sucessor será aquele que cultivar a flor mais bela após um ano. Biliri (papel de Nathália Guillen) é um menino apaixonado pela natureza. O garoto utiliza um vaso mágico, coloca adubo nele, dá carinho a sua plantinha e conversa com ela. Mesmo assim, ela nunca germina. Incentivado pelo pai (Mario De La Rosa), Biliri revela ao imperador o seu fracasso e, para a surpresa de todos, vence o desafio. Com cenografia de José de Anchieta, o espetáculo brinca com elementos reais e recursos em vídeo para representar o tradicional teatro de sombras chinês. Competente, o elenco entra no plano bidimensional e salta das animações, deixando a plateia suspeitar da existência de manipuladores por trás da tela. Estreou em 09/07/2011. Prorrogado até 10/11/2012.
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  • Neste musical, Alice (vivida pela atriz Mariana Lilla) já cresceu e se tornou uma adolescente. Um dia, em seu quarto, ela recebe um chamado do País das Maravilhas sobre seu velho amigo Chapeleiro Maluco. Ele precisa da ajuda da garota, pois a mal-humorada Rainha de Copas quer a cabeça dele a todo custo. Estreou em 25/08/2012. Até 02/06/2013.
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  • Dirigida por Eric Nowinski, a história narra as aventuras de Pedro (Thomas Huszar), um garoto que só quer saber de brincadeiras. Para ajudá-lo em suas travessuras, ele ganha um novelo de linha capaz de viajar no tempo. Escrito por Sean Taylor, o espetáculo usa eficazes projeções em um telão como cenário. Em boa sintonia, o elenco mostra-se competente na interpretação das várias fases dos personagens. Estreou em 22/9/2012. Até 8/2/2014.
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  • De Xico Abreu. Durante uma peça, um garoto entra meio perdido no Teatro Ágora recolhendo papeizinhos espalhados pelo chão. Ao perceber que o espetáculo ainda não começou, ele resolve ocupar o espaço vazio do palco para contar sua história. João, um humilde catador de papel, transforma o lixo das pessoas em algo novo. Ele cresceu sem pai, figura substituída pelo céu. Sua vida pode parecer triste num primeiro momento, mas João logo convence a plateia de que é o garoto mais feliz do planeta. O mérito se deve à boa atuação do ator Danilo Dalfarra. Sozinho em cena, ele demonstra vigor e sustenta a atenção das crianças. Sem cenário, a montagem destaca apenas um carro todo enfeitado chamado Adamastor, usado como casa e objeto de trabalho pelo menino. Entoadas pela voz forte de Dalfarra, as belas canções com letras de Xico Abreu e arranjos de Tata Fernandes dão um ar ainda mais intimista à produção. Estreou em 17/04/2011. Até 14/10/2012.
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  • Dirigido por Cristiane Paoli Quito, o espetáculo mostra Jack (Otávio Dantas) um homem fascinado com a ideia de voar. Mas ele possui outra grande preocupação na vida: fazer com que sua filha Lizzie (Flavia Melman) se orgulhe dele. Baseado no texto do escritor inglês David Almond, o cativante e divertido espetáculo foi criado pela Cia. Simples. Em uma cena, as crianças da plateia são chamadas para interpretar passarinhos e formar um ninho com pai e filha — a participação do público não interfere no andamento do espetáculo. Talentoso, o elenco conta ainda com Luciana Paes, em dois hilariantes papéis, e Daniela Duarte, como a tia Doreen. Em um cenário simples, a montagem traz músicas ao vivo, tocadas por Natalia Mallo e Ramiro Murilo. Estreou em 4/8/2012. Até 31/8/2014.
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  • Quando estreou, em 2005, a peça O Ilha do Tesouro causou frisson - era difícil conseguir lugar para acompanhar a divertida aventura. O motivo estava em sua pouco convencional mescla de encenação, interatividade e uma instalação cenográfica de 500 metros feita de madeira, lona e barro. De volta ao cartaz, o espetáculo começa numa taverna na qual o ator Yunes Chami participa da primeira cena com as crianças (obrigatoriamente com mais de 7 anos). Depois, elas entram por um alçapão e partem em busca do tal tesouro. Do outro lado, os adultos presentes viram piratas e também brincam em túneis, labirintos e sequências de lutas de espada até o desfecho, dentro do Teatro do Centro da Terra. Recomendado a partir de 7 anos. Estreou em 14/5/2005. Até 11/12/2016.
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  • Adaptação musical de Chico Buarque para a peça de Sérgio Bardotti e Luiz Enriquez. Com figurinos coloridos, Rosy Aragão (de voz grave e macia), Juliana Romano e Marcelo Diaz dão vida aos  animais dispostos a fugir dos maus-tratos dos patrões. Além das conhecidas canções originais, entre elas História de uma Gata e A Cidade Ideal, trechos de outras composições ganham menções. Versos como “hakuna matata”, da animação O Rei Leão, arrancam gargalhadas das crianças. Beatriz, pinçada do balé O Grande Circo Místico, de Chico e Edu Lobo, emociona os saudosos adultos na plateia. Recomendado a partir de 3 anos. Estreou em 04/10/2008. Até 18/12/2016.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO