A Opinião do Leitor

Cartas sobre a edição 2317

Por: Redação VEJASAOPAULO.COM

Capinha Alfredo Halpern - edicao 2317
'O Dr. Regime Volta a Atacar', capa da edição 2317 (Foto: Divulgação)

Alfredo Halpern

Mais uma vez, VEJA SÃO PAULO acertou em cheio ao publicar a capa com Alfredo Halpern (“Sucesso com a balança”, 17 de abril). Sou seu paciente há anos e posso dizer que ele conseguiu me curar. Cheguei ao consultório com hipotireoidismo e compulsão. Já me restabeleci e estou na segunda gravidez. Ana Lucia Branco

A competência do doutor Halpern vai muito além das dietas. Em 2007, como consequência das medicações tomadas após um procedimento cardíaco, meu marido teve um sério problema de tireoide. O conhecimento e a dedicação do especialista lhe devolveram a saúde e o bem-estar. Iole Gritti de Barros

Mistérios da Cidade

Governantes, mirem-se no exemplo das penitenciárias da década de 20 (“Aeróbica no pátio da cadeia”, 17 de abril). Ai, que bom seria se toda cadeia hoje fosse assim! O que aconteceu com a nossa “pátria amada, ido-latrada, salve!, salve!”? Anna Diez

Sobre a nota “Rede liberada” (17 de abril), o Centro Cultural São Paulo (CCSP) informa que adotou novos procedimentos. O cadastramento para uso da rede sem fio deve ser feito previamente no site da instituição (www.centro-cultural.sp.gov.br) ou da prefeitura e é necessário validar a senha pessoalmente, com a apresentação de documento com foto, o que permite o uso no mesmo dia. É importante ressaltar que o cadastro não é realizado nos fins de semana, mas os usuários que já o tenham realizado podem utilizar o sistema normalmente. Ricardo Resende - diretor do CCSP

Terraço Paulistano

A socialite Sophia Alckmin diz que já doou bolsa Prada para a Campanha do Agasalho (“Terraço Paulistano”, 17 de abril). Será que ela acha mesmo que esse item chegou às mãos dos necessitados? Ora, poupe-me. Se quiser mesmo ajudar, faça leilão de suas peças e doe o dinheiro para uma boa causa, pois ninguém beneficiado pela campanha do agasalho viu de perto um acessório ou roupa da Daslu, da Juliana Jabour e muito menos da Prada. Vera Lucia Rubio

Vizinhos de Haddad

Fernando Haddad não é meu vizinho, mas gostaria de saber o que ele pode fazer a respeito do lixo acumulado na Avenida Bosque da Saúde, do lado oposto ao número 169, todas as manhãs de segunda-feira (“Meu vizinho é o prefeito”, 10 de abril). Peço que publiquem a foto que envio com a mensagem. Os resíduos ficam expostos por muito tempo até serem retirados, atraindo insetos e pombos, sem falar no odor insuportável. Tatiana Inatomi

Lixo da Avenida Bosque da Saúde, lado oposto do número 169
Lixo da Avenida Bosque da Saúde (Foto: Divulgação)

Chega a ser humilhante ouvir de moradores de um nível sociocultural elevado a preocupação em simplesmente levar vantagem em tudo, conforme a Lei de Gérson. Mudar o horário de colocação do lixo na rua ou simplesmente abonar a multa que o condomínio vai levar é inconcebível. Isso nos leva a ter nojo de posturas como essa e a total falta de esperança na população. Como cobrar das autoridades honestidade, lisura, transparência, se vizinhos do prefeito querem passar por cima da lei? Revoltante. André Luis Viana

Matthew Shirts

Gostei da caminhada, bem como tenho gostado de todas as suas crônicas (“Boemia”, 17 de abril). Você me parece mais brasileiro e paulistano que americano. José Kriguer

É com muito prazer que tenho acompanhado a coluna de Matthew Shirts. Sendo uma pessoa que veio de outro país, é notável sua admiração pelo Brasil e por São Paulo. Mais que isso, ele demonstra um orgulho grande por estar aqui, coisa que muitos brasileiros natos parecem não ter, ou pelo menos não demonstram. Cada vez que leio uma crônica assinada por ele, é como se o fizesse na companhia do meu pai. Ele era espanhol e veio jovem para o Brasil, onde constituiu família. Com lágrimas nos olhos, lembro-me de como ele, sem nunca perder suas raízes ibéricas, demonstrava ser um verdadeiro fã da cultura e do povo brasileiro, ensinando-me desde pequeno a valorizar meu país e minha gente. Com muita satisfação, tenho esse mesmo sentimento ao mergulhar nas palavras de Matthew. Angelo Izaguirre

Morte em assalto

Matéria Morte em Assalto - edicao 2317
"Matou a troco de nada" conta a história do assassinato do estudante Victor Hugo (Foto: Divulgação)

O bárbaro assassinato do universitário Victor Hugo por um menor causou revolta em São Paulo e impõe, mais do que nunca, a necessidade de redução da maioridade penal, não para 16 anos, como se pretende, mas para 14 (“Matou a troco de nada”, 17 de abril). Por acaso os brasileiros até os 18 anos não sabem o que fazem? São índios selvagens? Arsonval Mazzucco Muniz

É assustador assistir a mais esse crime. Quem vai apoiar o pobre pai que perdeu o filho na porta de casa? Está na hora de a população declarar guerra ao crime e à letargia desses políticos, que nada fazem. O jovem Victor não pode se tornar apenas mais um número nessa estatística. Em vez de pedir paz, peço guerra ao crime. Quem mata deve ser punido, não importa se é menor ou maior de idade. Marcos Dominguez

Ter 17 anos e 11 meses e ser pobre não pode representar desculpa para a impunidade. Somos reféns da violência e da falta de justiça. Eliane Branco Cerveline

Novo projeto gráfico

Há muitos anos sou viciado em ler a revista. Agora, com esse novo visual, mais moderno e bonito, vai ser muito difícil largar meu vício. Parabéns a toda a equipe pelo conteúdo e pelo respeito ao leitor. Heber Braida

Pizza

Fica evidente a distorção do preço da alimentação nas lanchonetes e nos restaurantes (“O Índice Margherita”, 10 de abril). Também é claro o raciocínio dos donos de estabelecimentos. Por exemplo: se o comerciante vende 100 produtos por 10 reais, fatura 1 000 reais. Se ele aumenta o preço para 20 reais e vende cinquenta unidades, consegue a mesma quantia, com a vantagem de gastar menos nos ingredientes, em atendentes, enfim, em trabalho. Ele pensa que, se os trouxas pagam, tudo bem. Consequências: menos emprego, menos vendas de insumos... E, para aqueles que, como eu, rejeitam essa situação, menos lazer, graças aos que enchem esses estabelecimentos e pagam sem reclamar. Eduardo Figueiredo

Em resposta ao comentário do senhor Alexandre Levy, proprietário de pizzaria, escrevo o seguinte: cada hora é uma que aprontam para nós, clientes. Lei Seca sem transporte público à noite, táxis que devem ser os mais caros do mundo, proibição de cigarros, arrastões, problemas com valets, como citado em sua carta. E ainda nos cobram a pizza mais cara do mundo! Percebe que as considerações acima fazem muito mais sentido quando estão sob a perspectiva do consumidor? Em minha opinião, foi oportuna a reportagem da revista. Marcelo de Castro

Paulistano Nota Dez

Parabéns ao Doutor Antonio Sérgio Petrilli (“Paulistano Nota Dez”, 10 de abril). Tive o prazer de visitar o Graac e sou uma pequena mas constante colaboradora. Que bom para as crianças que esse médico optou por lutar. Joana Margareth Hirsch

Ivan Angelo

Terminei a leitura com água na boca (“Caçador de empadinhas”, 10 de abril). Quem me conhece já ouviu falar que meu salgado preferido é aquele feito na forminha. Massa folhada? Ah, não pode! Se não for massa podre, não é empadinha, empada ou empadão. Podem chamar por qualquer outro nome, mas não manchem a imagem dessas iguarias. Gosto de comprá-las quentinhas e degustá-las, esfarelentas. Afinal, quem aprecia mesmo o quitute sabe que ficarão farelos pelo caminho. Ana Claudia Fernandes

Correção: os autores Alexandre Ottoni e Deive Pazos não são curitibanos, mas cariocas que vivem em Curitiba (“Dom Pedro I e os zumbis”, 17 de abril).

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Fonte: VEJA SÃO PAULO