Mistérios da Cidade

Fundação homenageia árvores centenárias da cidade

Medalhas foram conferidas por “serviços prestados à população”

Por: Maurício Xavier [com reportagem de Flora Monteiro e Nathalia Zaccaro] - Atualizado em

Árvore centenária : Xixa tem 140 anos e fica no Largo do Arouche
Árvore centenária : Xixa tem 140 anos e fica no Largo do Arouche (Foto: Divulgação)

Vinte das mais antigas árvores da cidade receberam no último dia 21 uma medalha de honra e uma placa de bronze em sua homenagem e em agradecimento por “serviços prestados à população” (abaixo, a localização das sobreviventes mais longevas).

O destino das árvores que caem na cidade

Trata-se da campanha Veteranas de Guerra, lançada pela Fundação SOS Mata Atlântica para incentivar os paulistanos a cuidar do verde em São Paulo. “As espécies são centenárias, nativas e raras”, diz o botânico do projeto, Ricardo Cardim. “São um patrimônio ambiental vivo, que deveria ser tombado ou ao menos preservado.” No site www.veteranasdeguerra.org podem ser feitas denúncias de maus-tratos à vegetação.  

Nome: Figueira-das-lágrimas

Idade estimada: 230 anos

Localização: Estrada das Lágrimas, Sacomã

 

Nome: Jequitibá-branco (do Trianon)

Idade estimada: 200 anos

Localização: Rua Peixoto Gomide, Cerqueira César

 

Nome: Copaíba

Idade estimada: 150 anos

Localização: Rua Inácio Borba, Granja Julieta

 

Nome: Figueiras (da Casa do Caxingui)

Idade estimada: 150 anos

Localização: Praça Ênio Barbato I, Caxingui

 

Nome: Xixá

Idade estimada: 140 anos

Localização: Largo do Arouche, centro

Fonte: VEJA SÃO PAULO