Drogas

Após nove meses, Loemy é transferida para casa em Atibaia

Ex-modelo que morou na Cracolandia segue em tratamento; nova fase contará com trabalhos voluntários e curso profissionalizante

Por: Adriana Farias - Atualizado em

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Após nove meses de internação para tratar do vício em crack, a ex-modelo Loemy Marques, de 25 anos, será transferida nesta quinta (20) para uma moradia assistida em Atibaia. Ela vai dividir o espaço com outras oito mulheres. O local é de propriedade de Hiram Ravache, filho da atriz global Irene Ravache.

Esta é a primeira vez que ela terá interação social fora de uma clínica. Durante o dia, Loemy fará trabalhos voluntários e um curso profissionalizante, retornando para a residência em alguns períodos. As atividades serão definidas nas próximas duas semanas de acordo com os interesses da jovem.

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“Há alguns meses, ela já chegou a experimentar essa moradia assistida, dormindo algumas noites lá, mas não se sentiu preparada. Então, tivemos que voltar para a internação, o que é comum em um tratamento como esse. Agora que ela já evoluiu bem, esta mais madura, vamos transferi-la definitivamente”, explica o médico Sérgio Castillo, coordenador terapêutico da clínica. Loemy continuará com os trabalhos de terapia em grupo, psicoterápicos e psicossociais.

A história da ex-modelo foi revelada por VEJA SÃO PAULO em novembro de 2014. Ela veio do interior de Mato Grosso tentar a carreira em São Paulo, mas o sonho acabou na Cracolândia, lugar em que viveu por dois anos. O atual tratamento é bancado pela produção do programa Hora do Faro, da Rede Record.

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De novembro de 2014 a abril de 2015, a jovem ficou internada em uma clínica em Sorocaba. Na segunda quinzena de abril ela foi transferida para uma unidade em Mairiporã, onde deu início à reabilitação psicossocial, com atividades de arte-terapia, atendimento psicológico com terapia cognitiva e comportamental, além de trabalhos sobre proteção a recaídas. Era esperado que ela fizesse trabalhos voluntários já nessa etapa, o que não ocorreu. A nova fase deve durar aproximadamente quatro meses.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO