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Andrés Sanchez, o rei da cartola

Dirigente ajudou a inflar a bola murcha do Corinthians ao assumir a presidência do time e agora será o novo diretor de Seleções da CBF

Por: Alvaro Leme, Leonam Bernardo e Ricky Hiraoka - Atualizado em

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Andrés Sanchez: da presidência do Corinthians para a direção de Seleções da CBF (Foto: Agif/Folhapress)

Quando Andrés Sanchez assumiu a presidência do Corinthians, em 2007, o time vivia a ameaça do rebaixamento à série B do Campeonato Brasileiro, o que aliás aconteceu meses depois. O dirigente realizou então um meticuloso trabalho até conseguir inflar a bola murcha do Timão. Entre suas grandes jogadas — de marketing — está a contratação do craque Ronaldo Fenômeno, que, além da autoestima do clube, ajudou a melhorar seu faturamento. De lá para cá, Sanchez coleciona alguns títulos importantes, como a Copa do Brasil e o Paulista, em 2009, e o Brasileirão de 2011.

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A maior conquista, no entanto, não tem a ver com ataques e defesas dentro de campo. Depois de um grande impasse, entre divergências políticas e lobby da Fifa, para a escolha do palco paulistano na Copa de 2014, o Corinthians finalmente começou a erguer seu tão sonhado estádio, orçado em 820 milhões de reais — cujas obras estão cerca de 20% concluídas —, para receber seis jogos, incluindo a abertura do Mundial. Agora Sanchez deixa finalmente o Corinthians, mas não larga a cartola: será o novo diretor de Seleções da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO