Medicina

Mudança de gênero: a complexa transformação de crianças e adolescentes

As histórias de menores em tratamento psicológico ou hormonal do Hospital das Clínicas e os bastidores do ambulatório especializado nesse trabalho

Por: Adriana Farias - Atualizado em

A seguir, os depoimentos dos jovens que passam pelo tratamento e a reportagem sobre os bastidores do ambulatório do Hospital das Clínicas onde são atendidos, atualmente, quinze crianças e 36 adolescentes que não se identificam com o seu gênero de nascimento.

a um passo transformação
Leandro*, de 9 anos, usa o nome social Luiza (Foto: Fernando Moraes)

“PRÍNCIPE NÃO. EU SOU UMA PRINCESINHA”

“Eu dizia: ‘Vem cá, príncipe da mamãe’. E o Leandro* retrucava: “Não é príncipe. É princesinha!’ ”, relata Beatriz, de 36 anos. Tudo começou quando ele tinha 2 anos. O menino pegava as presilhas das coleguinhas da creche e ajustava em seus fios loiros. Colocava blusas para usá-las como vestidos, amarradas com um cinto. “Para mim, era uma fase que ia passar”, lembra o pai, Antônio, sargento aposentado do Exército. A feminilidade do garoto, porém, só se acentuava, e as broncas resultavam em lágrimas. A família decidiu, então, buscar a ajuda de um pastor evangélico. A instrução foi reprimir ao máximo a conduta da criança e murmurar longas sequências de orações ao pé do ouvido enquanto ela dormisse, para expulsar “o inimigo” (ou seja, o demônio) de sua cabeça.

Três meses se passaram, e o inferno na casa só se agravava. “De repente, tínhamos ali um filho em depressão, agressivo, piorando na escola”, afirma o militar. Repreendido, Leandro fazia tudo às escondidas. Colocava pregadores de roupa nos cabelos para simular longas madeixas, escondia a genitália ao entrar no banho. Chegou a pegar uma tesoura para cortar o órgão. O ato foi rapidamente contido pela mãe, que procurou em sites de busca expressões como “mente feminina em corpo masculino”. Encontrado na  internet, o documentário americano Meu Eu Secreto traduziu a situação. Os pais fizeram então um trato com a criança: em casa ela podia andar de calcinha e vestido, mas fora dali seria menino. Não deu certo. Em uma ocasião, um amigo da família entrou na residência de moto, sem avisar. A garota estava no quintal e correu para se esconder atrás da churrasqueira, onde ficou por uma hora, tremendo de medo.

“Naquele dia, eu assumi: ela vai ser o que ela é, não importa o que pensem”, diz a mãe. Quando descobriu o ambulatório do Hospital das Clínicas, Beatriz ligou para lá aos prantos, pedindo “pelo amor de Deus” que a atendessem. Ali, os pais de Leandro foram orientados a não repreender nem incentivar o comportamento dele. Com o tempo, consolidou-se na criança a identidade feminina, de forma muito evidente. No primeiro passeio na rua como garota, Antônio precisou encorajá-la (e a si mesmo) a perder o receio dos olhares.

Com o nome social de Luiza, 9 anos, ela foi matriculada em uma escola pública (uma particular a barrou, temendo afugentar a clientela), onde apenas professores sabem de sua história. “Fui muitas vezes acusada de querer transformar minha filha”, lamenta Beatriz. Ela e o marido se afirmam felizes sobre as escolhas da caçula (eles também são pais de um garoto de 10 anos) e se preparam para as próximas fases que Luiza terá de enfrentar: tomar medicamentos para bloquear a puberdade masculina e, no futuro, outros para reforçar os traços femininos. Luiza se diz contente. “Agora me sinto uma menina inteira”, sorri. “Meu único medo é minhas amigas deixarem de falar comigo se um dia descobrirem que eu já fui menino.”

COVARDIA NA ESCOLA

Nascida em família de classe média, Vanessa, de 16 anos, vem traduzindo sua identidade feminina apenas nos gestos e no vestuário. Como só nos próximos meses começará o tratamento hormonal, a dificuldade de esconder as características masculinas se mostra um fardo no dia a dia, como relata a seguir:

“O momento mais difícil da minha vida foi quando passei a me vestir como menina, por volta dos 14 anos. Minha mãe tinha me chamado para tomar um lanche no Shopping Pátio Higienópolis e queria saber o que estava acontecendo comigo. ‘Sou uma menina’, expliquei. Depois de uma conversa longa, decidimos que eu me transferiria para o turno da noite da escola, no qual ninguém me conhecia, e me apresentaria como Vanessa. Porém, dois outros alunos também mudaram para o período noturno e espalharam que eu havia nascido garoto. Um falou no corredor para todas as salas ouvirem: ‘Olha ele usando sutiã!’.

O segundo tirou uma foto de mim como garota e a mostrou a todo mundo da sala antiga. Entrei em depressão e chorava em casa. Repeti um ano. Passava muito tempo na internet. Fiz amizade pelas redes sociais com uma menina trans de 23 anos da República Checa, que me enviou por correio um ursão de pelúcia, seu companheiro nas fases difíceis.

Até hoje, eu me agarro nele quando fico mal. Nunca namorei. Estou apaixonada por um cara do Rio Grande do Sul, com quem converso por Skype, mas ainda não nos conhecemos. Minha mãe ligou para a mãe dele, mas não foi uma conversa fácil: ela não gostou da ideia. O importante é que eu me aceito como realmente sou.” 

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Thaís, de 17 anos, já tomava hormônios (Foto: Fernando Moraes)

SEGREDOS E AMEAÇAS

Thaís, de 17 anos, personifica uma situação comum no ambulatório do HC: ao procurar o local, já tomava hormônios. Abaixo, ela conta sua história

“Durante quatro meses, namorei um menino que não sabia de nada. Ele descobriu o segredo ao encontrar meu RG em cima da mesa. Chorou. ‘É verdade, Thaís? Eu não acredito que você é isso’, perguntava. Fiquei sem resposta. No outro dia me xingou, dizendo que eu devia morrer. Eu me vejo como garota e vivo normalmente.

A ficha só cai quando vou ao banheiro. Aos 11 anos, passei a tomar por conta própria hormônio, que consegui com uma conhecida mais velha. Já tenho um pouco de peito e os pelos do rosto diminuíram. Nem a amiga mais íntima sabe da minha história, só a família e os professores. Em alguns momentos, paro e penso se estou me enganando ao não contar para todos. Por isso, mal posso esperar para fazer a cirurgia (de troca de sexo) e nem precisar tocar nesse assunto. Minha mãe me aceita, mas meu pai, policial, não. Tentou me apresentar a algumas meninas para ver se eu me interessava, achando que era questão de orientação sexual. 

Ele se separou da minha mãe quando eu era pequena e, hoje, é ausente. Não foi a única dificuldade. Repeti dois anos na escola. Aos 13 anos, proibiam-me de usar o banheiro feminino do colégio, então só ia ao dos professores. A diretora também me ameaçava: se eu não tirasse nota boa, me chamaria pelo nome masculino. Quando procurei emprego em uma rede de fast-food, a vaga deixou de existir ao mostrar meu RG. Deixei para lá. Agora, sonho em cursar faculdade de medicina, e vou conseguir.”

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Diogo Almeida, de 19 anos, conseguiu na Justiça o direito de mudar oficialmente de gênero (Foto: Fernando Moraes)

COMO LIDAR COM A SITUAÇÃO?

O novo RG é um troféu para Diogo Almeida, de 19 anos, que conseguiu na Justiça o direito de mudar oficialmente de gênero. É, para ele, o final feliz de uma história para lá de complicada: “Por algum tempo, pensei simplesmente que eu fosse homossexual, mas vi que se tratava de algo mais intenso, de um corpo que não era meu.

Descobri a transexualidade após ler o livro Viagem Solitária — Memórias de um Transexual Trinta Anos Depois, de João W. Nery. Fazia todo o sentido para mim, mas como lidar com a situação? Entrei em conflito com minha namorada da época, que me disse: ‘Eu sou lésbica. Se você é homem, não vamos ficar juntos’. Encontrei um colete que comprime os seios. Comprava pela internet hormônios masculinos e os aplicava com uma seringa por conta própria.

Ficava machucado e morrendo de medo de acertar alguma veia. A adolescência, difícil para todo mundo, para mim foi marcada também pela questão da transexualidade. Então, misture essas duas coisas, bata no liquidificador — explode. Tentei suicídio me entupindo de remédios. Com o tratamento médico, passei a tomar tudo na dose certa. Aproximei-me ainda mais do meu irmão, Felipe (à dir. na foto), e trocamos figurinhas. Cada um tem sua namorada.”

OS PASSOS DA TRANSFORMAÇÃO

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Vanessa*, de 16 anos, vem traduzindo sua identidade feminina apenas nos gestos e no vestuário (Foto: Fernando Moraes)

Os detalhes da primeira consulta no Hospital das Clínicas (HC) não escapam da memória de Beatriz. O comportamento feminino do mais novo de seus dois filhos fez com que ela e o marido, sargento aposentado do Exército, buscassem ajuda no Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual. Eles carregaram fotos de Leandro, então com 4 anos e 10 meses, em diversas situações: em algumas, usando as roupas de garoto presentes em seu guarda-roupa e, em outras, peças e maquiagens encontradas no armário da mãe. Na triagem, o psiquiatra Alexandre Saadeh apontou para uma imagem do caçula em trajes masculinos e perguntou a ele: “Quem é nessa foto?”. A resposta veio na lata: “Sou eu vestida de menino”.

Era o início de um acompanhamento psiquiátrico e psicológico de longa duração, precedido por anos de angústia para a família, que tentou de castigos a artifícios religiosos a fim de forçá-lo a assumir o gênero com o qual veio ao mundo. Ele tinha sinais de depressão, agressividade e não queria mais sair de casa. Veio a difícil decisão: os pais passaram a criá-lo como ele sempre quis, com o nome de Luiza. Aos 9 anos, ela está prestes a se tornar a primeira criança com fortes indicativos de transexualidade a tomar medicamentos com o objetivo de bloquear a puberdade masculina. 

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O caso é um dos 340 que já chegaram ao ambulatório, fundado em 2010 por Saadeh, ainda hoje seu coordenador. É o centro médico pioneiro no país em abrigar menores de idade. Atualmente, estão em acompanhamento quinze crianças de 4 a 11 anos (treze nascidas no sexo masculino) e 36 adolescentes de até 18 anos (25 garotos que se dizem garotas), além de 49 adultos (estes têm como opção outra unidade dentro do HC, só para maiores, onde são atendidos 230). Nem todos que passam pela triagem se tornarão transexuais. Cerca de 20% foram dispensados na primeira conversa, por se tratar de questões diversas, que vão de esquizofrenia a comportamento lúdico convencional. No mundo inventivo infantil, afirmam os especialistas, um menino que mostra interesse por bonecas ou uma garotinha que só deseja estar com moleques significam, na maioria das vezes, absolutamente nada — apenas brincadeira. “Além disso, aparecem aqui vários pacientes com alguns indícios de homossexualidade, que pode ou não se confirmar no futuro”, conta a psicóloga responsável pelos adolescentes, Desirèe Cordeiro. Diferentemente dos gays, que, por definição, sentem atração por pessoas do mesmo sexo, os transexuais se enxergam como sendo do gênero oposto.

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No ambulatório, atuam trinta profissionais, entre psiquiatras, psicólogos e uma endocrinologista. Os pacientes passam por sessões semanais de terapia, sozinhos, em grupo ou com a família, nas quais o comportamento sexual adverso não deve ser recriminado nem incentivado. “Fazemos um trabalho preventivo para evitar que eles se tornem adultos mais complicados lá na frente”, diz o psiquiatra Saulo Ciasca. Na brinquedoteca, os pacientes ficam livres para pegar os brinquedos e fantasias pelos quais se interessam. Uma personagem unânime que aparece na conversa com os psicólogos, nesse espaço, é a sereia Ariel, do desenho da Disney: com nome ambíguo e corpo de peixe (ou seja, sem órgão sexual aparente), é referência imediata.

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Em 2013, a unidade conseguiu um parecer do Conselho Federal de Medicina para adotar o bloqueio de puberdade em crianças e a hormonoterapia em adolescentes com 16 anos. A maioria dos que têm acima de 14 anos, porém, procura o lugar depois de tomar ou injetar doses de testosterona ou estrogênio por conta própria, o que pode causar doenças como trombose. “Eu comprava os hormônios pela internet desde os 15 anos para ganhar barba e engrossar a voz”, diz Diogo Almeida, de 19 anos, nascido mulher (por ser hoje maior de idade, ele é o único paciente com nome verdadeiro, além do de seus pais, citado nesta reportagem). Morador de Santos, ele chegou ao ambulatório depois de anos de brigas em família achando-se um monstro por buscar outro gênero. “Estava prestes a explodir, até tentei suicídio me entupindo de remédios.” A mãe, Débora, se desesperou. “A situação chegou ao limite. Vi que aceitar seria a única saída”, ela explica. O único irmão, o advogado Felipe, é um grande incentivador: compartilha o guarda-roupa e ajudou a batalhar na Justiça pela mudança de nome e gênero no RG.Entre as histórias de pacientes ouvidas por VEJA SÃO PAULO, não há nenhum relato no qual as questões se deram com tranquilidade dentro de casa. “Ver seu filho querendo ser mulher traz culpa. Você fica pensando onde errou e se preocupa com tudo o que ele vai enfrentar na vida”, enumera a designer Nair, de 47 anos, mãe de Vanessa. Mais difícil foi convencer o pai, com quem mora atualmente em um apartamento confortável, na Zona Norte, enquanto Nair passa temporada trabalhando em Nova York. “Vivi uma surpresa muito grande, mas agora só quero vê-la feliz”, ele comenta. Aos 80 anos, a avó paterna é enfática: “Achei corajoso por parte da minha neta, pois há muita gente que sofre calada, e ela tomou uma atitude”.

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Vanessa, de 16 anos, nunca fez uso de nenhuma dose de hormônio, mas se prepara para iniciar esse processo. Estudante do 2º ano do ensino médio, faz a barba todos os dias, calça com sapatilhas delicadas os pés tamanho 41 e usa sutiã com enchimento. Fazer com que alguém não precise passar por isso é um dos objetivos do bloqueio de puberdade pelo qual a garotinha Luiza passará. “Imagine uma menina que entende que é menino. Se eu puder evitar que desenvolva mamas ou menstrue, isso vai aliviar o sofrimento”, exemplifica Durval Damiani, chefe da unidade de endrocrinologia pediátrica do Instituto da Criança do HC.

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O bloqueio, diferentemente da ingestão de hormônios do sexo oposto, é reversível, caso haja mudança no desenvolvimento do paciente. É uma técnica, aliás, administrada com frequência em crianças com problemas de crescimento. Nada, porém, é simples nesse tipo de acompanhamento. Em um parecer de 2013, no qual aprova a prática, o Conselho Federal de Medicina lista seis argumentos favoráveis ao retardo da puberdade — entre eles reduzir o sofrimento e os quadros de depressão, ganhar tempo para análise aprofundada do comportamento da criança e evitar cirurgias mais invasivas no futuro. O mesmo documento levanta também três argumentos contrários: há correntes de especialistas que consideram a idade insuficiente para detectar esse tipo de transtorno, temem a inibição de uma identidade espontânea e apontam risco no processo de crescimento de massa óssea.

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Em um tema tão sensível, as discordâncias se estendem ao diagnóstico. Se não há estudos consensuais para explicar cientificamente a homossexualidade, o que dizer de um quadro tão complexo quanto a identidade de gênero. Quando questionado pelos pais, o psiquiatra Saadeh cita pesquisas que indicam origem biológica na transexualidade. “Na gestação, o cérebro tende a seguir a definição da genitália, que se forma antes. Mas, por influência de hormônios, esse padrão pode ser alterado.” Conselheiro e membro do Núcleo de Sexualidade e Gênero do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP-SP), Luís Fernando de Oliveira Saraiva critica a tese. “Estudos assim se mostram tentativas de explicar o inexplicável, por que somos quem somos.”

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Mesmo com todas as dúvidas, oferecer amparo clínico é uma forma de evitar a clandestinidade de algo que costuma começar cedo. No caso de Thaís, 17, a ingestão descontrolada de estrogênio se iniciou aos 11 anos. Hoje, dos 51 pacientes menores do HC, doze fazem hormonoterapia. O passo seguinte, e mais radical, é a cirurgia de “redesignação sexual” (os pacientes não gostam do termo “mudança de sexo”), que só pode ser feita após os 21 anos. Há dois meses, o Hospital Estadual Mário Covas se tornou o segundo do estado a realizar o procedimento. O HC foi pioneiro, em 1998. Só nos últimos sete anos, 64 operações desse tipo foram feitas, e há sessenta pacientes na fila de espera. “Temos cirurgias marcadas até 2020”, diz a endocrinologista Elaine Costa, vice-coordenadora da área. Mas será esse o destino de todas as crianças e adolescentes que estão ali? Eles sonham em viver uma transformação como a da sereia do desenho animado, que perdeu a cauda no fim da história e passou a caminhar com as próprias pernas. Mas isso tem significados diferentes para cada paciente. “Não penso em operar. Não fica um órgão perfeito. Acho que ser mulher vai muito além”, diz Vanessa. 

* Menores de idade e seus pais foram identificados com nomes fictícios

a um passo da transformação
Saadeh: a transexualidade é rara e tem características bem específicas (Foto: Fernando Moraes)

AS DÚVIDAS NO CONSULTÓRIO

Abaixo, entrevista com o psiquiatra Alexandre Saadeh, criador e coordenador do Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual 

Qual o perfil das crianças que chegam ao ambulatório? São vários, e muitos não têm relação com transexualidade. A troca de papéis de gênero faz parte do desenvolvimento da criança. Se o menino brinca de boneca, isso pode não significar nada. Existem crianças com comportamento mais masculino ou feminino, segundo os padrões culturais vigentes, por variados motivos, como a expectativa da família de ter tido filho de outro gênero. Vêm ao ambulatório vários meninos afeminados, mas não têm nada de menina, e podem se tornar homossexuais ou não. O quadro a que chamamos de disforia de gênero, o foco do nosso trabalho, é uma questão mais intensa e prolongada. No caso de menino, pode ser passar constantemente a maquiagem da mãe, sentir-se feminino e sofrer muito quando é privado de viver assim. Em meninas, o comum é rasgar os vestidos, cortar o próprio cabelo. Quando os pacientes chegam adolescentes, a questão está mais avançada: costumam ter nome social e tomam hormônio por conta própria, o que é um risco.

Quais os benefícios do acompanhamento?  Ver de perto como a criança lida consigo mesma e constrói sua personalidade. Evitar que se considere um monstro, uma aberração. Queremos adultos mais integrados e tranquilos para lidar com quem são. É importante dizer, porém, que muitas dessas crianças com disforia de gênero não serão transexuais na idade adulta. Podem se tornar homossexuais, bissexuais ou mesmo heterossexuais.

Consultas podem ser agendadas por e-mail: amtigos.ipq@hc.fm.usp.br

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    Alameda Itu, 225, Cerqueira César

    Tel: (11) 3141 1149

    VejaSP
    6 avaliações

    O melhor restaurante português da cidade tem receitas de Vítor Sobral, que vive em Lisboa. Aqui, elas são executadas e muitas vezes desenvolvidas com competência pelo patrício Luis Espadana. Além de clássicos como bacalhau ao forno (R$ 99,00), o chef-residente faz uma deliciosa moqueca com o pescado, azeite de dendê, leite de coco e a guarnição de mandioquinha (R$ 105,00). Outra delícia da nova cozinha portuguesa é a costeleta de cordeiro com purê de abóbora ao molho de hortelã (R$ 104,00). O pão na chapa, bem macio, é um aperitivo coberto por mocotó suíno e generosa quantidade de coentro (R$ 34,00). No capítulo doçura, está de volta ao cardápio a musse de chocolate com compota de jabuticaba, calda de vinho tinto e nozes carameladas (R$ 26,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Cozinha contemporânea

    Tuju

    Rua Fradique Coutinho, 1248, Vila Madalena

    Tel: (11) 2691 5548

    VejaSP
    5 avaliações

    Escolhido o chef revelação na última ediçãode VEJA COMER & BEBER, Ivan Ralston continua em curva ascendente. Seu extenso menu degustação (R$ 290,00, em quinze etapas) brinca com texturas e sabores diferentes. Uma untuosa bruschetta de língua fica maisrefrescante com a folha de beldroega (R$ 28,00). Surpreendem também a tapioca fininha de foie gras com cambuci (R$ 32,00) e o éclair de ovas de ouriço com purê de limão- siciliano (R$ 32,00). Entre os pratos mais substanciosos aparecem o peixe do dia no tucupi preto com caldo de bacalhau e bolinhas de tubérculos (R$ 75,00) e o miolo de acém extraído de wagyu (R$ 180,00). Para tornar a refeição mais agradável, não deixe de pedir um dos ótimos drinques do barman Maurício Barbosa.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Italianos

    Vinheria Percussi

    Rua Cônego Eugênio Leite, 523, Pinheiros

    Tel: (11) 3088 4920

    VejaSP
    10 avaliações

    Uma dupla de irmãos toca a casa que é uma das boas referências italianas da cidade. Lamberto Percussi organiza o serviço e a carta de vinhos, e Silvia supervisiona a cozinha. O ótimo bacalhau ao estilo da Itália vem com purê de batata, tomatinhos e manjericão (R$ 93,00). É páreo para o ossobuco com bolinho de risoto salteado (R$ 88,20). O contrasto (R$ 22,80), feito de uma casquinha de chocolate escuro e frutas vermelhas congeladas, recebe calda quente de chocolate branco e derrete na hora.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Espanhóis

    Donostia

    Rua dos Pinheiros, 220, Pinheiros

    8 avaliações
  • Lanchonetes

    Lanchonete da Cidade - Cerqueira César

    Alameda Tietê, 110, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3086 3399

    VejaSP
    21 avaliações

    Não é só o ambiente da rede de lanchonetes que tem cara de outros tempos. Aqui, os milk-shakes também guardam um gostinho de antigamente. Eles aparecem em nove versões. O de gianduia (R$ 27,00) leva sorvete de chocolate Diletto e chantili, enquanto o chamado frapê de coco (R$ 25,50), com matéria-prima Rochinha, traz lascas do fruto. O de creme (R$ 22,00) é simples e bom: aos poucos, ele vai se misturando à calda de caramelo da borda. A reverência ao passado para por aí. Os hambúrgueres têm uma pegada mais atual, com discos de carne altos e rosados. Novidade, o chic bombom (R$ 33,00) é montado no pão brioche com queijos fundidos e cebola caramelada.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Museus

    Catavento Cultural e Educacional

    Avenida Mercúrio, s/n, Brás

    Tel: (11) 3315 0051

    14 avaliações

    Entre os dezoito museus administrados pela Secretaria de Cultura do Estado, o Catavento Cultural e Educacional, no Brás, é o mais visitado da capital. As escolas costumam bater cartão no museu educativo Catavento, mas o passeio também fica legal em família. Primeiro ponto para aproveitar: acorde cedo no sábado, dia em que a entrada é grátis. Quem chega lá por volta das 11 horas consegue as senhas para as oficinas mais interessantes do dia. Entre as atividades mais procuradas estão a parede de escada de 7 metros de altura e o estúdio de TV. no espaço Vida, monitores simulam expedições de pesquisa no oceano e abordam a teoria da evolução, de Charles Darwin, de um jeito que entretém adultos e crianças.

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  • Escolhido para sair em busca de comida para a sua caravana, um cigano (papel de Nicolas Trevijano) encontra uma pastora (Erika Altimeyer) e lhe dá joias em troca de mantimentos. Mas a comida prometida pela moça estava no lombo de uma cabrita, que foi capturada por um gigante perigoso (papel de Niveo Diegues). Ao tentarem libertar o bicho, eles acabam nas mãos do grandalhão e precisam se safar da situação. Embalada por música tocada por Joaz Campos, a bem-humorada montagem dirigida por Kleber Montanheiro e com texto de Paulo Rogério Lopes traz um desafio para a plateia: compreender as cenas em que os personagens falam as palavras ao contrário. Felizmente, a ideia dá certo e o resultado diverte. De 19/7/2015. Até 30/8/2015.
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  • Não espere por pinturas, desenhos e elementos palpáveis na exposição em cartaz no Sesc Belenzinho. A proposta dos curadores Adon Peres e Ligia Canongia é outra: reunir cerca de vinte trabalhos de artistas brasileiros e estrangeiros construídos basicamente com som e luz. Em uma sala escura e esfumaçada, a instalação Você e Eu — Horizontal (2006), do inglês radicado em Nova York Anthony McCall, convida o visitante a mergulhar numa projeção que forma linhas dançantes na parede. Pioneiro no uso da luz em obras de arte, McCall é mestre em iludir criando formas tridimensionais impossíveis de ser tocadas. A mesma sensação pode ser experimentada no ambiente criado pelo americano James Turrell, no qual um cubo esverdeado de luz parece um imenso tijolo florescente no canto do espaço. Só desvendamos o mistério depois de chegar bem perto. Trata-se de uma experiência fascinante acompanhar como cada obra se transforma à frente do público, instigando a imaginação de quem olha. Até 27/9/2015.
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    Pinacoteca de São Paulo

    Praça Da Luz, 2, Bom Retiro

    Tel: (11) 3324 1000

    8 avaliações
  • Nos anos 60, o dramaturgo argentino Tulio Carella passou um período no Recife como professor da Universidade Federal de Pernambuco. Deixou a mulher em Buenos Aires e, no Brasil, se encantou pela diversidade de raças e estilos de vida, mergulhando na homossexualidade. Essas memórias estão relatadas no livro Orgia, Os Diários de Tulio Carella, Recife, 1960, que inspirou os integrantes do Teatro Kunyn, dirigidos por Luiz Fernando Marques, a criarem o drama itinerante. Batizada de Orgia ou De Como os Corpos Podem Substituir as Ideias, a montagem começa em um apartamento nas redondezas da Avenida Paulista. Por lá, o grupo de espectadores é apresentado à história, como se fosse um convidado da festa de despedida de Carella (interpretado por Ronaldo Serruya, Paulo Arcuri e Luiz Gustavo Jahjah), que está de malas prontas para o Brasil. No ápice naturalista, todos tomam vinho, degustam linguiças, ouvem música e conversam sobre literatura. O trajeto até o Parque Trianon, onde se desenrola o espetáculo, equivale à viagem do protagonista. Atores e público, munido de aparelhos de MP3 para ouvir as falas, se confrontam com o desconhecido e se surpreendem, inclusive, com a rotina da rua e do  próprio parque. Nesse diálogo inesperado, a direção mostra as descobertas do estrangeiro no Brasil. Serruya, Arcuri e Jahjah circulam entre as vias e arvoredos e contracenam com mais 10 atores, misturados aos frequentadores do Trianon sem uma identificação muito clara. Em um dos melhores momentos, uma folia carnavalesca simboliza a orgia e, em seguida, um cordão repressivo conduz o público em fila ao porão onde o protagonista foi torturado, acusado de contrabandista de armas e comunista. Em um raro exemplo de equilíbrio entre dramaturgia, interpretações e invenção, o Teatro Kunyn realiza a proeza de provocar diferentes perfis de espectadores e trazer à tona histórias que parecem longe do descarte. Estreou em 10/7/2015. Até 18/10/2015.
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  • Escrito em 1975 por Fauzi Arap, o drama Pano de Boca oferecia relevantes leituras na época. O desmantelamento de um grupo teatral em virtude da ditadura e da ascensão das novelas, a possível visita de um censor e questionamentos sobre a viabilidade de ser artista no Brasil se faziam presente. Muitos desses enfoques ainda se mostram propícios, mesmo que analisados sob outros olhares, e fazem valer a montagem da Cia. do Incêndio dirigida por Marcelo Marcus Fonseca. Uma cuidadosa encenação ocupa o segundo andar da nova sede do grupo, no Bixiga, e Fonseca optou por uma ambientação atemporal em que telefones celulares e máquinas de escrever dialogam com tranquilidade. A fragilidade da montagem se mostra diante de um irregular elenco. Bons atores, Daniel Ortega e Josemir Kowalick se destacam por imprimir credibilidade em seus tipos, enquanto os demais sete intérpretes caminham entre o convincente e o sofrível. Esse problema, no entanto, torna-se mais uma possibilidade de entendimento em relação ao grande texto de Arap. Se a paixão pelo palco é tanta, por que não praticá-la da forma possível? E, diante de tal sentimento, quem decide é o público, que, no final das contas, se torna o visitante tão esperado presente na ficção do autor que ninguém tem a garantia de que vai chegar. Com Gabriela Morato, Diogo Cintra, Rebeca Ristoff, o diretor e outros. Estreou em 11/7/2015. Até 14/9/2015.
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  • Drama

    Krum
    VejaSP
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    Na contramão das estrelas, sempre dispostas a serem o único foco dos holofotes, a atriz Renata Sorrah firmou nova parceria com a curitibana Companhia Brasileira de Teatro. Depois do premiado "Esta Criança" (2012/2013), a artista reencontra o diretor Marcio Abreu na bem-sucedida montagem do drama escrito pelo israelense Hanoch Levin (1943-1999). Detalhe: Renata não é a protagonista e prova generosidade ao dividir o palco com um afinado elenco de nove integrantes em papeis de pesos semelhantes. O personagem-título (representado pelo ótimo Danilo Grangheia) perambulou por muitos anos pela Europa em busca de experiências capazes de ampliar o limitado universo do bairro onde sempre viveu. Voltou com as mãos abanando e depara com uma sucessão de frustrados pela frente. A mãe (a atriz Grace Passô) está ansiosa por um neto, enquanto o melhor amigo (o ator Ranieri Gonzalez), tomado pela hipocondria, não toma as decisões mais pueris. Sua antiga namorada, Truda (interpretada por Renata), ainda acredita que eles vão se casar e finge não ter noção de sua própria leviandade. Em um cenário praticamente nu, Marcio Abreu constrói uma encenação limpa de recursos, apoiada no texto, e extrai o inacreditável de seus sensíveis atores sem se prender ao realismo. Cris Larin, Edson Rocha, Inez Viana, Rodrigo Bolzan e Rodrigo Ferrarini completam o grupo. Estreou em 12/6/2015. Até 26/7/2015. O espetáculo Krum encerra temporada no Sesc Consolação neste domingo (26/7) e já pode ser considerado um dos destaques do ano. Uma derradeira oportunidade, no entanto, se dá na terça (28/7), às 20h, em uma apresentação gratuita no Itaú Cultural.
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  • Nascida na Espanha, a dançarina de flamenco Carmen La Talegona desembarca no Teatro Itália para uma única sessão de Oro Molido, coreografia dirigida e estrelada por ela. A criação, desenvolvida em parceria com um elenco brasileiro, é marcada por passos sensuais e impactantes, focados no sapateado e nos movimentos das mãos. Em cena, onze artistas não economizam nas expressões de sentimento. A trilha sonora será executada ao vivo com um cantor, dois violonistas, um flautista, um percussionista e dois convidados que se dedicam apenas às palmas, essenciais para manter o ritmo do espetáculo. Dia 28/7/2015.
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  • Aos 84 anos, o artista faz show de lançamento do álbum Cauby Sings Nat King Cole, o quarto nos últimos dois anos. O disco é uma homenagem a um dos maiores ídolos de Cauby, com quem chegou a cantar junto no final dos anos 1950. Além do repertório de Nat King Cole, como Unforgetable, When I Fall in Love e Too Young, a apresentação traz sucessos de Cauby como Conceição, Bastidores, Tarde Fria e Ninguém É de Ninguém. Dias 5, 6 e 7/9/2015.
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  • Ainda jovens, os irmãos paulistanos Murilo e André Faria eram levados pelo tio Aldo para noitadas na região da Rua Augusta. Daí a homenagem do duo ao batizar o projeto de Aldo The Band, que mescla música eletrônica e indie rock com resultados cheios de distorções. Entre as referências da dupla estão LCD Soundsystem, Chemical Brothers e até o carioca Eumir Deodato. Neste show, as faixas do primeiro álbum, Is Love (2013), se destacam, mas eles aproveitam para mostrar uma ou outra nova composição de Giant Flea, o próximo disco. A dupla ganha a companhia de Érico Theobaldo (bateria e sampler) e Isidoro Snake (baixo). Dia 30/7/2015.
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  • Animação

    Pixels
    VejaSP
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    A inspiração de Pixels veio de um curta-metragem homônimo, dirigido por Patrick Jean, em 2010. No filminho de dois minutos, personagens de jogos eletrônicos saem de uma televisão para destruir Nova York. O mesmo argumento existe na nova comédia de Adam Sandler, só que com muitos acréscimos para a trama ter fôlego e estofo a fim de completar a duração de um longa. A história começa em 1982 enfocando a amizade de Brenner e Cooper, adolescentes fanáticos por fliperama. Nos dias de hoje, Cooper (Kevin James) virou presidente dos Estados Unidos enquanto Brenner (Sandler) faz instalação de televisores e afins. Os amigos ainda se dão bem, mas, por causa das profissões, se separaram. Algo, porém, voltará a reuni-los. A Terra está sendo invadida por personagens dos games da década de 80, como Pac-Man e Centopeia, e Brenner, um nerd desde criança, pode ser capaz de liderar uma batalha. Pixels vem da produtora de Sandler, e um dos roteiristas, Tim Herlihy, assinou vários trabalhos do ator, a exemplo de O Paizão e Gente Grande 2. Ou seja: o terreno pisado é conhecido. Como de hábito, o personagem de Sandler tem a fala mansa, o olhar carente, a malícia com as mulheres e, menino em corpo de adulto, consegue conquistar a fdelidade da molecada. Mas Pixels revela algo bem melhor na brincadeira espirituosa e esperta com ícones dos anos 80, representados por uma cantora pop ou um seriado de TV. Além de repleta de referências (algumas delas seletivas), a fita se segura em efeitos visuais propositalmente ingênuos, na intenção de entrar no espírito da coisa. Por mais que a mistura “comédia de Adam Sandler” e “filme de invasão extraterrestre” não dê liga, Pixels garante uma porção de risadas em clima de deliciosa nostalgia. Estreou em 23/7/2015.
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  • Paladares mais refinados têm muito para comemorar. Do mestre sueco Ingmar Bergman, O Sétimo Selo inaugura uma nova sessão no circuito Espaço que, em parceria com a Zeta Filmes, vai reprisar grandes clássicos em cópia restaurada — o próximo título deve ser A Doce Vida, de Fellini, em agosto. A história, também escrita por Bergman, se passa no século XV e fagra um cavaleiro (Max von Sydow) de volta das Cruzadas. No encontro com a Morte (Bengt Ekerot), ele propõe um jogo de xadrez para ganhar tempo. A esplêndida fotografia em preto e branco sustenta um registro medieval em que a Peste Negra domina um cenário desolador, uma mulher é condenada à fogueira por falar com o demônio e, entre moribundos e traidores, o protagonista questiona a existência de Deus. Quase sessenta anos após sua realização, o filme não perdeu o impacto visual, uma das marcas registradas de Bergman naquela época. Reestreou em 23/7/2015.
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  • Romance / Drama

    Um Reencontro
    VejaSP
    1 avaliação
    A diretora francesa Lisa Azuelos foi revelada na comédia dramática Rindo à Toa (2008), que ganhou até uma refilmagem americana (Lola), feita por ela mesma. Em registro leve, curto e simpático, a cineasta volta às relações amorosas. A trama de Um Reencontro traz o dilema de Elsa (Sophie Marceau) e Pierre (François Cluzet, de Intocáveis). Escritora, divorciada e mãe de uma adolescente, a quarentona evita qualquer tipo de envolvimento com homens casados — e gosta de deixar isso bem claro. O peixe, contudo, morre pela boca quando Elsa se encanta com o advogado Pierre — e vice-versa. Rolam um clima, troca de olhares, identificações e química. Embora tenha um casamento estável, ele não resiste a passar infalíveis cantadas em sua nova paixão. Realizadora e roteirista, Lisa mantém-se antenada com as conexões tecnológicas do mundo moderno rendendo-se, porém, a um romance à moda antiga. Estreou em 23/7/2015.
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  • A 11ª edição do festival homenageia a cineasta paulista Anna Muylaert. A programação inclui 23 títulos da diretora e roteirista, incluindo trabalhos do início de sua carreira, de rara circulação. O evento apresenta ainda longas que celebram a crescente presença feminina na atual cinematografia da região. Além da homenageada, uma mostra especial focaliza as Divas da Época de Ouro do cinema mexicano e uma mostra Mulheres Atrás das Câmeras, que apresenta a nova geração feminina de cineastas mexicanas. De 20 a 27/7/2016. Confira a programação: MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA Quarta, 20 de julho 20h30 - Mãe Só Há Uma (2016), de Anna Muylaert Quinta, 21 de julho 16h - Espantalho (2012), de Ricardo del Conde | No Corpo Errado (2010), de Marilyn Solaya 18h - Horizontes Mínimos (2012), de Marcos Pimentel 20h - Que Horas Ela Volta? (2015), de Anna Muylaert Sexta, 22 de julho 20h30 - Por Trás do Céu (2016), de Caio Soh 22h - Planeta Escarlate (2016), de Dellani Lima e Jonnata Doll Sábado, 23 de julho 17h - Escolas de Cinema - Programa 5: O Preço (12’) | O Ser Magnético (18’) | No Estacionamento (15’) | Maio - Selma Cervantes Aguilar (10’) | Conto da Meia-Noite (12’) | Aloha Kai (18’) 19h - Para Aceitá-la Continue na Linha (2009), de Anna Muylaert 20h - Eu Te Levo (2016), de Marcelo Müller 22h - Linha de Fuga (2016), de Alexandre Stockler Domingo, 24 de julho 16h - E Além de Tudo Me Deixou Mudo o Violão (2012), de Anna Muylaert 17h - As Canalhas (“Amélia”, “Dolores”, “Isabela”, “Roberta”) (2013), de Anna Muylaert 19h - A Última Terra (2016), de Pablo Lamar Segunda, 25 de julho 16h - A Maldição, o Milagre e o Burro (2012), de Ayoze O’Shanahan e Maria Fernanda Céspedes 18h - Argentina e sua Fábrica de Futebol (2007), de Sergio Iglesias | Tudo sobre Meu Chimarrão (2012), de Nelson Scartaccini 20h - Paula (2015), de Eugenio Canevari Terça, 26 de julho 16h - A Certeza (2012), de Armando Capó Ramos | Sítio 53 (2010), de Rodolfo Gárate Cisterna 18h - A Bisavó Tem Alzheimer (2012), de Iván Mora Manzano | Família (2007), de Enrique Castro Ríos 20h - Que Deus Me Perdoe (1947), de Tito Davison Quarta, 27 de julho 20h30 - Estopô Balaio (2016), de Cristiano Burlan CINESESC Quinta, 21 de julho 15h - A Riqueza do Diabo (1952), de Alejandro Galindo 17h - Parque Lênin (2015), de Itziar Leemans e Carlos Mignon 19h - A Última Terra (2016), de Pablo Lamar 21h - Maria Candelária (1943), de Emilio Fernández Sexta, 22 de julho 15h - Sanú (2015), de Teresa Camou 17h - Semana Santa (2015), de Alejandra Márquez Abell 19h - Paula (2015), de Eugenio Canevari 21h - As Escolhidas (2015), de David Pablos Sábado, 23 de julho 15h - Saberá o que Fazer Comigo (2015), de Katina Medina Mora 17h - Elvira (2014), de Manolo Caro 19h - Yo (2015), de Matías Meyer 21h - A Geada Negra (2016), de Maximiliano Schonfeld Domingo, 24 de julho 11h - CineClubinho Especial: Mundo da Lua - Episódio 1: Bem-vindos ao Mundo da Lua (33’) | Castelo Rá-Tim-Bum Episódio 1: Tchau, Não! Até Amanhã! (37’) 15h - Os Reis de um Povo que Não Existe (2015), de Betzabé García 17h - Escolas de Cinema - Programa 3: Palavra Sagrada (2’) | A Canção do Avô (17’) | Sinistro (18’) | Aurélia e Pedro (16’) | O Mais Barulhento Silêncio (15’) 19h - Aqui Não Aconteceu Nada (2016), de Alejandro Fernández Almendras 21h - Forasteiro (2016), de Lucía Ferreyra Segunda, 25 de julho 15h - Irmãs Malditas (1946), de Roberto Gavaldón 17h - Retratos de uma Procura (2014), de Alicia Calderón 19h - Que Horas Ela Volta? - Demo Filme (2014), de Anna Muylaert 21h - Clarisse ou Alguma Coisa sobre Nós Dois (2016), de Petrus Cariry Terça, 26 de julho 15h - Durval Discos (2002), de Anna Muylaert 17h - O Manto de Soledad (1952), de Roberto Gavaldón 19h - O Mundo de Carolina (2015), de Mariana Viñoles 19h30 - Cinema da Vela Especial: O Papel do Realizador no Cinema Latino-Americano Contemporâneo, com Alejandro Fernández Almendras (cineasta), Lucía Ferreyra (cineasta) e Sérgio Rizzo (mediador) 21h - A Maior Casa do Mundo (2015), de Ana V. Bojórquez e Lucía Carreras Quarta, 27 de julho 15h - Escolas de Cinema - Programa 8: Primos (12’) | Fluir (11’) | Artifício (21’) | O Passado Quebrado (16’) | Iceberg (26’) 17h - Santa entre Demônios (1948), de Emilio Fernández 19h - É Proibido Fumar (2008), de Anna Muylaert 21h - Danzón (1991), de María Novaro CCBB - CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL Quinta, 21 de julho 15h - Sessão curtas e vídeos de Anna Muylaert: Paixão XX (11’) | O Sétimo Artesão (7’) | Hot Dog (2’) | Zona Eleitoral (9’) | Vídeo Tela Azul (10’) | Torre de Babel (6’) | Os Sete Minutos Capitais (7’) | Mama África (4’) | Rock Paulista (12’) | A Origem dos Bebês Segundo Kiki Cavalcanti (15’) 17h - Laura (2010), de Fellipe Barbosa 19h - Querido Camilo (2007), de Daniel Ross Mix e Julio Molina | Overava (2012), de Mauricio Rial Banti Sexta, 22 de julho 15h - Parque Lênin (2015), de Itziar Leemans e Carlos Mignon 17h - Vende Caro o Teu Amor (1949), de Alberto Gout 19h - Na Palma de Tua Mão (1950), de Roberto Gavaldón Sábado, 23 de julho 13h - Conquistando o Forte (2014), de Charles A. Martínez | A Ilha e os Signos (2014), de Raydel Araoz 15h - Escolas de Cinema - Programa 1: Ar (14’) | Do Outro Lado (14’) | Além do que se Vê (12’) | Polski (22’) | Vale a Pena (19’) 17h - Sessão Acessível: Além do que se Vê (2015), de Leticia Baretta 19h - Que Deus Me Perdoe (1947), de Tito Davison Domingo, 24 de julho 13h - Voo do Azacuán (2014), de Rafael de Jesús Quinteros | Além do Mall (2010), de Miguel Alvelar 15h - Escolas de Cinema - Programa 2: Alfa (18’) | Tudo É Ritmo (17’) | Lena e o Mundo do Faz de Conta (16’) | Mariachi Nights (17’) 17h - Uma Fronteira, Todas as Fronteiras (2010), de David Pablos | As Mãos na Terra (2010), de Virginia Martínez 19h - Outro Amanhecer (1943), de Julio Bracho Segunda, 25 de julho 15h - Forasteiro (2016), de Lucía Ferreyra Quarta, 27 de julho 15h - Retratos de uma Procura (2014), de Alicia Calderón 17h - A Maior Casa do Mundo (2015), de Ana V. Bojórquez e Lucía Carreras 19h - Sessão Curtas-Metragens e Vídeos de Anna Muylaert: Paixão XX (11’) | O Sétimo Artesão (7’) | Hot Dog (2’) | Zona Eleitoral (9’) | Vídeo Tela Azul (10’) | Torre de Babel (6’) | Os Sete Minutos Capitais (7’) | Mama África (4’) | Rock Paulista (12’) | A Origem dos Bebês Segundo Kiki Cavalcanti (15’) CENTRO CULTURAL SÃO PAULO Quinta, 21 de julho 16h - Na Palma de Tua Mão (1950), de Roberto Gavaldón 18h - Enamorada (1946), de Emilio Fernánde 20h - É Proibido Fumar (2008), de Anna Muylaert Sexta, 22 de julho 16h - Outro Amanhecer (1943), de Julio Bracho 18h - As Canalhas (“Amélia”, “Dolores”, “Isabela”, “Roberta”) (2013), de Anna Muylaert 20h - Yo (2015), de Matías Meyer Sábado, 23 de julho 16h - E Além de Tudo Me Deixou Mudo o Violão (2012), de Anna Muylaert 18h - Escolas de Cinema - Programa 4: A Rua das Casas Surdas (8’) | Dias de Fuga (21’) | Alguém em Casa (15’) | Ossinhos de Frango (9’) | Feriado em Iporanga (24’) 20h - Danzón (1991), de María Novaro Domingo, 24 de julho 16h - Vende Caro o Teu Amor (1949), de Alberto Gout 18h - As Escolhidas (2015), de David Pablos 20h - Maria Candelária (1943), de Emilio Fernández Terça, 26 de julho 16h - Santa entre Demônios (1948), de Emilio Fernández 18h - Escolas de Cinema - Programa 6: Óxido (15’) | Vênus 2.0 (9’) | Teiko (25’) | O Barbeiro, uma História de Legítima Defesa (11’) | Terra Roxa (11’) | Campo Adentro (15’) 20h - A Geada Negra (2016), de Maximiliano Schonfeld Quarta, 27 de julho 16h - O Manto de Soledad (1952), de Roberto Gavaldón 18h - O Mundo de Carolina (2015), de Mariana Viñoles 20h - Saberá o que Fazer Comigo (2015), de Katina Medina Mora CINE OLIDO Quinta, 21 de julho 17h - Durval Discos (2002), de Anna Muylaert Sexta, 22 de julho 17h - Escolas de Cinema - Programa 7: A Filha Prometida (17’) | Clandestino (9’) | Eu, Samylly Vellaskes (11’) | Chico (23’) | Venenas Bibas (25’) Sábado, 23 de julho 17h - Que Horas Ela Volta? (2015), de Anna Muylaert Domingo, 24 de julho 16h - Semana Santa (2015), de Alejandra Márquez Abell Terça, 26 de julho 17h - Os Reis de um Povo que Não Existe (2015), de Betzabé García Quarta, 27 de julho 17h - Elvira (2014), de Manolo Caro CEU CAMINHO DO MAR Quinta, 21 de julho 17h - As Canalhas (“Amélia”, “Dolores”, “Isabela”, “Roberta”) (2013), de Anna Muylaert Domingo, 24 de julho 16h - Planeta Escarlate (2016), de Dellani Lima e Jonnata Doll Quarta, 27 de julho 17h - Que Horas Ela Volta? (2015), de Anna Muylaert CEU MENINOS Quinta, 21 de julho 17h - Sunú (2015), de Teresa Domingo, 24 de julho 16h - Planeta Escarlate (2016), de Dellani Lima e Jonnata Doll Quarta, 27 de julho 17h - Outro Amanhecer (1943), de Julio Bracho CEU PERUS Quinta, 21 de julho 17h - Escolas de Cinema - Programa 8: Primos (12’) | Fluir (11’) | Artifício (21’) | O Passado Quebrado (16’) | Iceberg (26’) Domingo, 24 de julho 16h - Planeta Escarlate (2016), de Dellani Lima e Jonnata Doll Quarta, 27 de julho 17h - E Além de Tudo Me Deixou Mudo o Violão (2012), de Anna Muylaert
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  • Numa cidade do sul francês, a educadora social Geronimo (Céline Sallette) tenta manter a paz na rixa entre duas comunidades rivais. O caldo entorna quando a bela Nil (Nailia Harzoune), de família turca, foge do casamento com um conterrâneo para se entregar ao jovem Lucky (David Murgia), cigano de origem espanhola. O franco- argelino Tony Gatlif (de Exílios) não esconde a fonte de seu novo longa-metragem. Geronimo tem explícita influência de Romeu e Julieta e visual inspirado em West Side Story (1961), versão musical e contemporânea da obra de Shakespeare. Mesmo emulando trabalhos alheios, Gatlif mantém a fervura de sua filmografia em uma trama passional, de violência crescente e apresentações musicais esfuziantes, que misturam o som árabe ao flamenco. Funciona igualmente o registro sobre a diversidade sociocultural da França. Estreou em 23/7/2015.
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  • Nascido na Alemanha em 1948, Heinz Emigholz ganha uma retrospectiva de sua carreira no Centro Cultural São Paulo, a partir de quinta (30/7). São 24 filmes inéditos, entre curtas e longas-metragens, na mostra Arquitetura como Autobiografia. Ao longo de 25 anos, o documentarista explora a passagem do tempo por meio da arquitetura. Para realizar A Pista de Pouso, por exemplo, percorreu trinta localidades no mundo — a fita será exibida no dia da abertura, às 19h30. O ingresso custa R$ 1,00. Confira a programação: Sala Paulo Emilio Salles Gomes Quinta, 30 de julho 17h - Perret na França e Argélia (2011/2012) 19h30 - A pista de pouso (2011/2013) Sexta, 31 de julho 17h - Parabeton – Pier Luigi Nervi e o concreto romano (2011/2012) 19h30 - Dois museus (2012/2014) | O prado das coisas (1974/1987) Domingo, 2 de agosto 17h - Perret na França e Argélia (2011/2012) 19h30 - A pista de pouso (2011/2013) Quarta, 5 de agosto 17h – Dois museus (2012/2014) | O prado das coisas (1974/1987) 19h30 - Parabeton – Pier Luigi Nervi e o concreto romano (2011/2012) Sala Lima Barreto Sábado, 1º de agosto 15h30 - A base da maquiagem I (1974/1983) | A base da maquiagem II (1983/2000) | A base da maquiagem III (1995/2004) 17h30 – O bando sagrado (1986/1990) 19h30 – Debate entre Heinz Emigholz e Aaron Cutler Domingo, 2 de agosto 15h30 - Os bancos de Sullivan (1993/2000) | As pontes de Maillart (1995/2000) Terça, 4 de agosto 17h30 – Loos ornamental (2006/2008) 19h30 – As casas de Schindler (2006/2007) Quinta, 6 de agosto 17h30 – O bando sagrado (1986/1990) 19h30 - Debate entre Heinz Emigholz, Renato Cymbalista e Filipe Furtado, com moderação de Aaron Cutler Sexta, 7 de agosto 17h30 - A base da maquiagem I (1974/1983) | A base da maquiagem II (1983/2000) | A base da maquiagem III (1995/2004) 19h30 - Loos ornamental (2006/2008) Sábado, 8 de agosto 15h30 - Uma série de pensamentos (1986/2010) 17h30 - Dois projetos de Frederick Kiesler (2006/2009) | A caverna de D’Annunzio (2002/2005) 19h30 - Goff no deserto (2002/2003) Domingo, 9 de agosto 15h30 - Miscelânea I (1988/2001) | Miscelânea II (1988/2001) | Miscelânea III (1997/2004) 17h - As casas de Schindler (2006/2007) 19h30 - Os bancos de Sullivan (1993/2000) | As pontes de Maillart (1995/2000) Terça, 11 de agosto 17h - Dois projetos de Frederick Kiesler (2006/2009) | A caverna de D’Annunzio (2002/2005) 19h – Sentido da arquitetura (2005/2009) Quarta, 12 de agosto 17h30 - Uma série de pensamentos (1986/2010) 19h30 – Goff no deserto (2002/2003) Quinta, 13 de agosto 17h30 - Miscelânea I (1988/2001) | Miscelânea II (1988/2001) | Miscelânea III (1997/2004) 19h – Sentido da arquitetura (2005/2009)
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  • Aventura / Ficção científica

    E.T. - O Extraterrestre
    5 avaliações
    Maior bilheteria no Brasil na década de 80 e um dos grandes sucessos da carreira de Steven Spielberg, E.T. — O Extraterrestre volta em cópia restaurada às telas da rede Cinemark. As sessões ocorrem neste sábado (25/7), neste domingo (26/7) e na quarta (29/7/2015) no complexos dos shoppings Center Norte, Central Plaza, Cidade São Paulo, Eldorado, Iguatemi, Market Place, Metrô Boulevard Tatuapé, Metrô Santa Cruz, Mooca Plaza, Pátio Higienópolis, Pátio Paulista, Tietê Plaza e Villa-Lobos.
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  • Sábio precoce

    Atualizado em: 24.Jul.2015

Fonte: VEJA SÃO PAULO