Senado

Aloysio Nunes

Candidato é conhecido por ter uma grande capacidade de articulação

Por: Mariana Barros - Atualizado em

Aloysio Nunes_capa 2182
Aloysio Nunes sempre atuou nos bastidores dos governos que integrou (Foto: Fernando Moraes)

Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)

Suplentes

Airton Sandoval (PMDB) e Marta Costa (DEM)

+ Eleições: não desperdice o seu voto

História política

Foi deputado estadual pelo PMDB por dois mandatos, de 1983 a 1991. Elegeu-se três vezes deputado federal: em 1995 pelo PMDB e em 1999 e 2003 pelo PSDB. Foi vice-governador e secretário dos Transportes Metropolitanos no mandato de Luiz Antonio Fleury Filho (1991-1995). Durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, ocupou os cargos de ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República (1999 a 2001) e ministro da Justiça (2001 e 2002). Na gestão de José Serra na prefeitura (2005-2006), assumiu a Secretaria de Governo. Quando Serra foi eleito para o governo do estado, passou a ocupar a Secretaria da Casa Civil.

+ Responda à nossa enquete: você lembra em quem votou nas últimas eleições?

Patrimônio declarado

1,8 milhão de reais, incluindo uma propriedade rural no município de Guzolândia, no interior do estado, avaliada em 1,1 milhão de reais; um apartamento em Higienópolis avaliado em 540 000 reais; e 50 000 reais em dinheiro.

Aloysio Nunes Ferreira, 65 anos, é conhecido por ter uma grande capacidade de articulação. Sempre atuou nos bastidores dos governos que integrou. No mais recente deles, como secretário de estado da Casa Civil, cuidou do diálogo com prefeitos e de negociações durante a greve dos professores da rede estadual. Para Nunes Ferreira, o que o fez desempenhar esse papel foi justamente a experiência como parlamentar. “Sei dialogar, sei quando é hora de compor ou de enfrentar. Esse meu crescimento se deu no Parlamento”, afirma. Na juventude, ele foi um esquerdista radical, militando na organização clandestina Ação Libertadora Nacional (ALN), que lutou contra o regime militar. Mais tarde, ligou-se ao ex-governador Orestes Quércia e tornou-se um político de centro-esquerda. Se eleito, pretende avaliar a funcionalidade do sistema tributário e fiscalizar os diretores nomeados para agências reguladoras. Com a saída de Quércia da disputa, incorporou o tempo do horário eleitoral gratuito do peemedebista e passou a ter como primeiro suplente o advogado Airton Sandoval (PMDB), no lugar de Sidney Beraldo (PSDB).

Fonte: VEJA SÃO PAULO