Álbum da Copa

Escudo da Itália é uma das figurinhas mais procuradas

Cromo de número 317 foi um dos mais disputados no evento de colecionadores deste sábado

Por: Redação VEJASAOPAULO.COM - Atualizado em

Evento de Figurinhas Veja São Paulo
evento aconteceu na Praça Victor Civita (Foto: Tatiane Rosset)

Neymar pode ser um dos jogadores mais badalados da seleção brasileira, mas o nome mais comentado na Praça Victor Civita entre os colecionadores do álbum da Copa foi outro neste sábado (10). Entre os grupos que se formaram para trocar os cromos, o que se escutava com frequência era: escudo da Itália.

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Segundo muitos colecionadores que passaram pelo segundo evento realizado por VEJA SÃO PAULO essa é uma das figurinhas mais raras do livro.

Acompanhado da tia, Juliana Nunes, o jovem Matheus Prestes pulava de grupo em grupo procurando a figurinha de número 317, a única que precisa para completar o álbum. "Se eu não encontrar, peço para os meus amigos ou divulgo no Facebook." Enquanto falava com a reportagem, Matheus foi abordado por outros três colecionados que também procuravam o cromo com o escuda da Itália.

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Encontro reuniu colecionadores neste sábado (10) (Foto: Tatiane Rosset)

Já Renan P. (que não quis revelar o sobrenome por achar que já passou do tempo de colecionar figurinhas) veio com um amigo com apenas um objetivo: "Queremos terminar ". Quase no final do evento, ele tinha conseguido trocar dez cromos, porecisando apenas de três para fechar a coleção.

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Colecionadores e seus cromos repetidos (Foto: Tatiane Rosset)

Alexandre Feldman trouxe os filhos Daniel e Amanda para procurar pelos números que ainda faltavam. Trocaram 35 figurinhas, mas estavam tendo dificuldades em encontrar números como a 4 (uma das metades do mascote Fuleco) e a 555, que representa Michael Bradley, jogador da seleção dos Estados Unidos. 

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No final, conseguiram algo bem valioso: ajudaram um colecionador a completar o álbum e, em troca, pegaram todos os cromos repetidos que precisavam. "Um evento assim é muito saudável, são famílias participando. Em uma cidade grande como São Paulo, sentimos falta dessa interação com as pessoas”, diz Feldman.

Segundo a Panini, 8,5 milhões de álbuns foram impressos no país neste ano, ante 5 milhões na Copa da África do Sul de 2010. Com o crescimento de 70%, esta é a maior operação já realizada pela editora. A Grande São Paulo concentra 35% das vendas do produto no Brasil, que é o principal consumidor desses cadernos no mundo, à frente da Alemanha, o segundo mercado.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO