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O que acontece neste domingo (26): peças de teatro

Aproveite um dos sete espetáculos selecionados que estão em cartaz em São Paulo

Por: Redação VEJA SÃO PAULO on-line

Ligações Perigosas - Maria Fernanda Cândido e Laura Neiva
Nobreza decadente: Maria Fernanda Cândido e Laura Neiva no drama Ligações Perigosas (Foto: João Caldas)

+ O que fazer neste domingo (26)

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    De William Shakespeare (1564–1616). Para comemorar uma década, a Cia. Elevador de Teatro Panorâmico deu sua versão para a peça escrita em 1599. Dirigida por Marcelo Lazzaratto, a montagem dispensa aparatos cenográficos e se aproveita da arquitetura do próprio espaço para narrar a história sobre diferenças e necessidades de adaptação. Na trama, Rosalinda (Carolina Fabri) fica do lado de Orlando (Gabriel Miziara) numa briga que o rapaz travou com o tio dela, o Duque (Lazzaratto). Apoiada na íntegra do texto, a encenação se estende por duas horas e meia, o que pesa um pouco. Mas a versatilidade dos onze atores garante a diversão. Estreou em 08/10/2010. De 12/03/2011 a 26/06/2011.
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  • A autora Ana Roxo se inspirou no romance O Amor nos Tempos do Cólera, de Gabriel García Márquez, para criar o belo drama. Cybele Jácome e Luís Mármora interpretam um casal cujo relacionamento contorna mais de cinquenta anos de obstáculos, em uma encenação cheia de simplicidade e emoção. Estreou em 1º/6/2009. Até 15/4/2014.
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  • De Christopher Hampton. Levada ao cinema pelo diretor Stephen Frears em 1988, a peça retrata a decadente aristocracia francesa do século XVIII com base no romance de Choderlos de Laclos (1741-1803). A história reafirma que, em meio à hipocrisia, o dinheiro muda de mãos, mas as disputas de poder atravessam anos sem ética. Essa discussão já valoriza a montagem, conduzida por Mauro Baptista Vedia e Ricardo Rizzo. A encenação não opta pela fidelidade e tampouco cria linguagem própria. Maria Fernanda Cândido é a Marquesa de Merteuil, que alimenta um jogo sensual envolvendo o Visconde de Valmont (Marat Descartes), uma menina virgem (Laura Neiva) e a virtuosa Madame de Tourvel (Sabrina Greve). Estreou em 23/10/2010. De 06/05/2011 a 26/06/2011.
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  • De Bráulio Mantovani. Em uma casa sombria, um cineasta (interpretado por Gustavo Machado) monta um documentário sobre seu falecido pai (o ator Ronney Facchini). Agora, manipulando as imagens, ele tem a chance de reescrever a relação dos dois. Dirigida por Laís Bodanzky, a montagem reproduz o clima noir para sustentar o mistério da trama e até consegue divertir, principalmente por causa do trio de atores, completado por Paula Cohen. O texto, no entanto, não é capaz de envolver o espectador e traz uma história que poderia render algo mais profundo e intrigante, além de pecar por apostar em soluções mirabolantes. Estreou em 26/03/2011. Até 26/06/2011.
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  • Doze atores contam a história do compositor carioca Noel Rosa (1910-1937). A proposta do musical dirigido por Dagoberto Feliz é bem-sucedida, principalmente ao reviver o clima dos botequins dos anos 30 em meio à interpretação de Palpite Infeliz, Três Apitos e Feitiço da Vila. São essas canções que costuram a biografia de Noel (Cristiano Tomiossi), desde a infância até a maturidade autoral e a morte. Com Lívia Camargo, Cibele Bissoli e outros. Estreou em 9/4/2010. Até 27/2/2016.
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  • Celso Frateschi adaptou e protagoniza o monólogo dramático apoiado no conto homônimo de Fiódor Dostoievski (1821-1881). Iluminação, cenário e trilha sonora parecem confluir para a reprodução de uma São Petersburgo sombria, o lar de um infeliz funcionário público. Certa noite, depois de quase se matar, o homem tem um sonho. Nele, viaja para uma espécie de paraíso e lá acaba semeando a discórdia e a corrupção entre imaculadas criaturas. Sob a direção de Roberto Lage, Frateschi atinge um grande momento de ator e passa uma mensagem atual diante dos fatos contemporâneos. Estreou em 4/8/2005. 
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  • Sucesso desde 2008 com diferentes elencos, a comédia traz personagens portadores de TOC, o transtorno obsessivo-compulsivo, na antessala de um consultório. Como o médico nunca aparece, a solução é iniciar uma terapia grupal. Com Dulcineia Dibo, Dídio Perini, João Bourbonnais, Luciana Caruso e outros. Estreou em 10/5/2008. Até 29/3/2015.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO