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O que acontece neste sábado (26): peças de teatro

Aproveite um dos cinco espetáculos selecionados que estão em cartaz em São Paulo

Por: Redação VEJA SÃO PAULO on-line - Atualizado em

As Desgraçadas - Teatro
(Foto: Divulgação)

+ O que fazer nesta sexta (24)

  • Livremente inspirado na peca As Criadas, do francês Jean Genet (1910-1986), o dramaturgo Felipe Sant’Angelo criou a tragicomédia sobre o embate sentimental, ideológico e moral entre três mulheres. Uma doméstica e uma babá travam uma batalha para chamar a atenção da patroa. Com Giu Rocha, Mariana Leme e Rita Batata. Estreou em 7/11/2011. Até 25/8/2013.
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  • Resenha por Dirceu Alves Jr.: De Walter Daguerre. Sob a direção de Paulo de Moraes, o drama aborda o conflito entre dois irmãos gêmeos (os atores Eriberto Leão e Otto Jr.). De personalidades opostas, eles fizeram diferentes opções de vida e passaram duas décadas distantes. A volta para casa de um deles explicita as perdas e ganhos diante do contraste das experiências acumuladas. O autor tem a saudável ambição de construir uma dramaturgia calcada em temas universais e de fôlego atemporal. Recorre, porém, a muitos clichês, principalmente na construção do gêmeo interpretado por Leão. O ator torna-se vítima da mesma cilada na composição do personagem e abre espaço para Otto Jr., mais sóbrio e realista, destacar-se. Estreou em 13/04/2012. Até 27/05/2012.
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  • O drama ganhou projeção graças ao filme de Sidney Lumet, em 1957. A história de uma dúzia de sujeitos encarregados de chegar a um veredicto é montada sob direção de Eduardo Tolentino de Araújo. O réu foi acusado de assassinar o pai, e a decisão precisa ser unânime para executá-lo ou absolvê-lo. O conflito começa quando um dos doze jurados (o ator Norival Rizzo) opta pela dissonância e abala a convicção do grupo, decidido pela condenação. Com Fernando Medeiros, Brian Penido Ross, Ricardo Dantas, Rodolfo Freitas e outros. Estreou em 19/11/2010. Até 27/11/2016.
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  • Resenha por Dirceu Alves Jr.: Adaptação de Marcelo Rubens Paiva para roteiro do cineasta Federico Fellini (1920-1993). Escrito em 1965 e nunca filmado, Il Viaggio di G. Mastorna traz uma reflexão sobre a morte. Depois de sofrer um acidente, o violoncelista Mastorna (interpretado por Esio Magalhães) vive entre o real e a fantasia e cruza com personagens que o conduzem a uma viagem de sonho. Um belo acerto do diretor Pedro Granato na difícil condução de seus atores, que, na maioria do tempo, não caem na caricatura. A encenação consegue manter (sem copiar) o espírito felliniano. Estreou em 05/05/2012. Até 05/09/2012.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO