passeios

50 programas para ir de metrô

Exposições, espetáculos de teatro, bibliotecas e outras opções para fazer sem encarar o trânsito

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

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Não é preciso pegar o carro para visitar vários estabelecimentos da cidade ou curtir um programa cultural. No centro, por exemplo, próximo à estação Luz, é possível conhecer as obras em cartaz na Pinacoteca ou conhecer as atrações do Museu da Língua Portuguesa. Perto das estações da Avenida Paulista, há salas de cinema como o Reserva Cultural e o Belas Artes. Confira abaixo alguns passeios para ir de metrô.

+ Outros programas para fazer na cidade

  • É preciso paciência para enfrentar as filas de Picasso e a Modernidade Espanhola, que podem durar até duas horas nos fins de semana. Mas, transposta essa primeira etapa, o passeio vale a pena. Telas do museu espanhol Reina Sofía, de Madri, integram a exposição no CCBB. Na seleção de noventa itens estão pinturas de artistas consagrados como Salvador Dalí, Joan Miró e, claro, o mestre cubista espanhol. É bom deixar avisado, no entanto, que não se trata de uma mostra dedicada apenas a Picasso. De sua autoria, há dez telas, entre elas O Pintor e a Modelo (1963) e Cabeça de Mulher (1910), além de desenhos e gravuras. Uma instalação e uma projeção em vídeo explicam o processo de criação de seu quadro mais famoso, Guernica (1937), junto a fotografias sobre a Guerra Civil Espanhola. A visita é uma boa oportunidade também para conhecer artistas menos óbvios do período, como Julio González, que explora o vazio para compor esculturas, e o surrealista Óscar Domínguez. Para os amantes da selfie, uma triste notícia: por questões de direitos autorais, é proibido fotografar as obras. O trajeto da exposição foi organizado para começar pelo quarto andar e tem fluxo único, ou seja, todos os visitantes têm que fazer o mesmo percurso. Para aliviar a espera do público, funcionários do educativo promovem atividades com quem estiver aguardando do lado de fora. Até a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) foi chamada para ajudar na organização das filas, já que alguns veículos circulam na região e a aglomeração de pessoas deve ser grande. Outros artistas modernistas espanhóis, como Juan Gris, Joan Miró, Salvador Dalí, também têm obras em cartaz. Dia 25/3/2015. Até 8/6/2015. +Oito motivos para ver a exposição do Picasso no CCBB +Marina Abramovic abre a temporada de grandes exposições do ano que incluem também Kandinsky, Picasso e Miró 
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  • Tragicomédia

    As Criadas
    VejaSP
    5 avaliações
    De 1987 a 2001, o Grupo Tapa, comandado pelo diretor Eduardo Tolentino de Araújo, levou ao Teatro Aliança Francesa, na Vila Buarque, montagens que estabeleceram um padrão de rigor e refinamento nos palcos paulistanos. Com As Criadas, peça escrita pelo francês Jean Genet em 1947, o encenador volta à antiga sede amparado por três atrizes fundamentais na consagração do grupo, Clara Carvalho, Denise Weinberg e Emilia Rey. O resultado inegavelmente encanta pelo saudosismo, mas prova que nenhum clássico — seja um texto, seja uma companhia teatral longeva — se firma como tal à toa. Nas mãos de Tolentino, o espetáculo transita pelo drama e pela tragicomédia para tratar de uma incômoda relação entre opressor e oprimido. As irmãs Clara e Solange (interpretadas por Clara e Denise) são empregadas de uma mansão. Em relação a Madame (papel de Emilia), elas só alimentam raiva e têm como passatempo vestir as roupas e as joias da patroa para, como duas meninas, promover uma inversão de papéis lúdica e perversa. Em um duelo vigoroso, Clara e Denise alternam ira, fragilidade, rancor e agressividade em minutos, muitas vezes gerando desconforto no público. A ironia cabe a Emilia, que, por cerca de quinze minutos, tem participação marcante na pele de Madame. Reforçado pelo tom grave de Denise, o denso final traz um impactante discurso social e mostra que o Tapa, quando reúne bons nomes para atuar em uma obra consistente, dignifica sua marca. Estreou em 16/1/2015. Até 23/8/2015.  
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  • Baseado no livro do rabino Nilton Bonder, o monólogo A Alma Imoral estreou em julho de 2006 no Rio de Janeiro em uma sala onde mal cabiam cinquenta pessoas. O interesse imediato e crescente surpreendeu a própria atriz e adaptadora Clarice Niskier. Pronta para conquistar novos fãs, Clarice volta para uma temporada no Teatro Eva Herz. O sucesso pode ser justificado pela identificação imediata do público com as palavras. Em um roteiro quase informal, a intérprete fala a respeito da sua primeira e arrebatadora impressão ao ler a obra de Bonder e divide questionamentos com a plateia. Inspirada em conceitos bíblicos e filosóficos, ela reflete sobre o certo e o errado, o moral e o imoral ou a necessidade de trair para romper limites e estabelece uma conversa franca e provocativa. Clarice aparece nua em boa parte da montagem e transforma um tecido preto em figurinos. Guiada pela sutil supervisão do diretor Amir Haddad, seduz cada espectador como se fosse o único. Estreou em 14/3/2008. Até 11/12/2016.
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  • Monólogo dramático

    A Lista
    VejaSP
    4 avaliações
    Ainda cultivando o sucesso de A Alma Imoral, a atriz Clarice Niskier se impôs mais um desafio. No monólogo dramático da canadense Jennifer Tremblay, a intérprete dá vida a uma mulher dominada pelas tantas atribuições do dia a dia. Perfeccionista, ela anota cada obrigação a cumprir, dos serviços domésticos aos favores devidos aos amigos próximos. A morte de uma vizinha a faz atravessar um turbilhão emocional e, inclusive, questionar a validade de sua agenda. A estrutura da montagem é muito próxima à de A Alma Imoral, e Clarice injeta uma naturalidade tão grande na personagem que, muitas vezes, parece promover um bate-papo. Apoiada na simplicidade, a atriz acerta nessa nova tentativa de comunicação com o público e põe o dedo em questões bastante profundas. Dessa forma, muitos espectadores são gradativamente conduzidos às lágrimas. Estreou em 14/11/2014. Até 13/12/2015.
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  • Monólogo dramático

    Salamaleque
    VejaSP
    2 avaliações
    Para o espectador acomodado no subsolo do Instituto Cultural Capobianco, a sensação não é a de que uma peça de teatro virá pela frente. Assim que a atriz Valéria Arbex desce a escadaria para iniciar o monólogo dramático escrito por Alejandra Sampaio e Kiko Marques, fica assumida a identidade de uma anfitriã diante dos seletos convidados. O local se transforma em uma cozinha, com mesa, forno, geladeira e tudo o que será necessário. Valéria veste o avental e começa um bate-papo informal de caráter afetivo e memorialista. Ela é uma mulher recém-chegada aos 30 anos, neta de imigrantes árabes, que repassa histórias de seus avós e bisavós, muitas anteriores à chegada deles no Brasil. Em meio à conversa, a atriz prepara receitas típicas ensinadas pelos antepassados. Coalhada seca, homus (pasta de grão de bico com tahine), babaganuche (pasta de berinjela com tahine) e o delicioso raha, o doce de goma aromatizado com almíscar, são alguns exemplos, todos devidamente servidos ao público no final. Não deixe de beber a refrescante água aromatizada (com essência de romã, hortelã e limão-siciliano). Sob a direção de Denise Weinberg e Kiko Marques, Valéria conduz a montagem com uma despretensão cativante. O surpreendente final explica as intenções de cada detalhe da encenação e torna a experiência da degustação uma celebração que enriquece a dramaturgia. Estreou em 31/5/2013. Até 27/8/2016.
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  • Museus

    Museu de Arte Sacra

    Avenida Tiradentes, 676, Luz

    Tel: (11) 3326 3336

    1 avaliação

    Cento e trinta trabalhos compõem a mostra permanente do museu. O espaço exibe ainda o famoso conjunto napolitano do século XVIII, doado pelo industrial e colecionador Ciccillo Matarazzo (1899-1977). Com o intuito de formar um museu exclusivamente de presépios, Matarazzo trouxe a suntuosa montagem ao país após uma viagem à Europa em 1949. Com 1.600 peças, é considerada uma das maiores no mundo.

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  • Autor de obras de arte famosas como Mona Lisa e A Última Ceia, o italiano Leonardo da Vinci (1452-1519) também foi um grande inventor. Visionário, ele se inspirou na anatomia dos pássaros para desenhar máquinas voadoras, projetou veículos semelhantes a tanques de guerra e chegou a bolar um equipamento de mergulho capaz de permitir a respiração debaixo da água. Apesar da abundância de ideias, a maioria de suas engenhocas nunca saiu do papel. Até que, em 1952, quando foram comemorados os 500 anos de nascimento do artista, engenheiros do Museo Nazionale della Scienza e della Tecnologia Leonardo da Vinci de Milão, construíram protótipos baseados em seus rascunhos. Quarenta deles integram a mostra A Natureza da Invenção, além de dez peças interativas que podem ser manipuladas pelo público. De 11/11/2014. Até 10/5/2015. + Oito invenções que Leonardo da Vinci pensou antes de todo mundo
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  • Bairros / Museus

    Museu da Imigração

    Rua Visconde De Parnaíba, 1316, Brás

    Tel: (11) 2692 1866

    5 avaliações

    Após quatro anos fechado, o Museu da Imigração reabriu para o público no início de 2014. O prédio da antiga Hospedaria de Imigrantes, que recebeu cerca de 2,5 milhões de pessoas de 1887 a 1978, passou por sua primeira restauração completa. Como a construção é tombada, a única alteração no projeto original foi a instalação de um elevador para cadeirantes. Já o museu traz novidades: loja, café, biblioteca, wi-fi no jardim e interligação com a maria-fumaça (pago à parte; 15 reais). O passeio é uma opção divertida para levar as crianças. Elas podem saber como foi passar por ali décadas atrás por meio de uma exposição permanente. Nela, há um painel interativo que forma um mosaico de rostos e a reprodução de um quarto e do refeitório, nos quais se podem ler cartas reais deixadas para trás. O lugar também oferece uma bonita sala para atividades infantis.

    Programação: 

    Exposição Migrar: experiências, memórias e identidades

    Mostra como os processos migratórios fazem parte de toda a história da humanidade e aprofunda os ocorridos mais recentemente, durante os séculos XIX e XX. Também apresenta o cotidiano da Hospedaria de Imigrantes do Brás e a influência da imigração na cidade e estado de São Paulo.

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  • Museus

    Museu da Língua Portuguesa

    Praça Da Luz, s/n, Bom Retiro

    Tel: (11) 3322 0080

    7 avaliações

    O museu já realizou homenagens a escritores como Fernando Pessoa, Machado de Assis, Clarice Lispector e Cazuza. Nas montagens permanentes, o espaço se dedica à valorização da língua portuguesa, usando a tecnologia para apresentar os conteúdos. O Beco das Palavras, por exemplo, é uma mesa interativa usada para formar vocábulos e descobrir seus significados e origens. Já a Linha do Tempo mostra aos visitantes a história do idioma. Há ainda um telão de 106 metros com projeções simultâneas sobre o uso do português e totens com a influência de outras línguas como tema. Observar com atenção a estrutura do prédio onde o museu está instalado também faz parte do passeio. Na Estação da Luz, o edifício é um patrimônio histórico do Século XIX.

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  • A comédia adaptada, dirigida e protagonizada por Darson Ribeiro com base em original de Miriam Palma é ambientada na sala de espera de um consultório de psicanálise. Por lá, passam três homens em crise com as mulheres. Com Gerson Marcch e Olivetti Herrera. Estreou em 12/7/2013. 
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  • Um dos pioneiros da performance no Brasil, Ivald Granato tem seus cinquenta anos de carreira revistos na mostra Registro Arte Performance, em cartaz na Caixa Cultural. Entre as 130 obras estão fotografias de seu primeiro trabalho, A Safada de Copacabana, no qual, com apenas 15 anos, o artista aparecia vestido de mulher. Para sorte do público, Granato tinha o cuidado de fazer colagens, desenhos e pinturas com essas imagens históricas, imprimindo aos registros seu jeito frenético e debochado de ver o mundo. No conjunto, que conta também com obras recentes, percebe-se que o artista fluminense de 65 anos, nascido em Campos, via a performance como um grandioso ato visceral. “A gente era racional e completamente louco ao mesmo tempo”, conta. Em pequenos monitores, é possível assistir em vídeo a quase setenta ações, a exemplo de Mitos Vadios, realizada em parceria com Hélio Oiticica em 1978. No dia 28 de março, às 11 horas, ele deve refazer, ao lado de uma mulher nua, a apresentação Quando Cortei Meu Cérebro, originalmente criada na antiga boate Gallery, de 1987. Além dos filmes, completam a exposição pôsteres e peças de vestuário utilizadas por Granato. De 7/3/2015. Até 10/5/2015.
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  • Sala São Paulo

    Praça Júlio Prestes, 16, Campos Elíseos

    Tel: (11) 3367 9500

    15 avaliações

    O imponente edifício da Estrada de Ferro Sorocabana abriga hoje a Sala São Paulo, sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Foi projetado por Christiano Stockler das Neves em 1925 e inaugurado em 1938. Tombada como patrimônio histórico pelo Condephaat, a Sala São Paulo foi inaugurada em 9 de julho 1999 com a apresentação da sinfonia A Ressurreição, de Gustav Mahler, pela Osesp. O mais importante espaço de concertos da cidade tem acústica impecável, não à toa, é a sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. A Osesp apresenta-se ali às quintas e sextas, às 21h, e aos sábados, às 16h30. No restante da semana, a Sala São Paulo recebe outros relevantes nomes da música mundial.

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  • O acaso é o elemento primordial das 31 fotografias de Travessia, em exibição na Casa da Imagem. Feitas a partir de negativos que estavam vencidos fazia vinte anos, as imagens foram contaminadas por manchas em razão da ação dos fungos. Imprevisível, o resultado de cada obra só pode ser conhecido na revelação. Guilherme Maranhão, de 39 anos, ganhou o rolo de um amigo que havia comprado o material e nunca o tinha utilizado. De viagem marcada aos Estados Unidos, fez alguns testes antes de embarcar e saiu clicando paisagens e personagens de Nova York, São Francisco e Napa Valley com o filme em preto e branco. “Por não serem fiéis às cenas, as fotos são mais poéticas”, avalia o artista. Como uma brincadeira contemplativa, é curioso tentar separar o cenário original do criado pelo bolor, especialmente interessante quando misturado à vegetação. Uma ação predatória com belo resultado estético. Até 21/6/2015.
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  • Construções históricas

    Mosteiro de São Bento

    Largo São Bento, s/n, Centro

    Tel: (11) 3328 8799

    2 avaliações

    O monastério, que hospedou o papa Bento XVI durante sua visita ao Brasil, em 2007, está integrado à Basílica, onde são realizadas missas diariamente. A mais famosa delas acontece aos domingos, às 10h, e é acompanhada por coral de canto gregoriano e pelo som do órgão de 7.000 tubos. Aproveite para conhecer a padaria, com pães e doces preparados por um grupo de monges. No último domingo do mês, às 12h, o complexo fica aberto para um farto brunch.

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  • Bibliotecas

    Bosque da Leitura Parque Jardim da Luz

    Rua Ribeiro de Lima, 99, Bom Retiro

    Tel: (11) 3675 8096

    1 avaliação
  • Parques

    Parque Tenente Siqueira Campos (Parque Trianon)

    Rua Peixoto Gomide, 949, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3289 2160

    3 avaliações

    Grades de ferro cercam os 48.600 metros quadrados deste tesouro natural que é um respiro para quem vem das áreas movimentadas do entorno, como a Avenida Paulista. A imponência dos prédios é substituída pela densa flora remanescente da Mata Atlântica, cheia de cedros-rosa, sapucaias, araribás, guaraiuvas e também algumas espécies exóticas. A Trilha do Fauno, que corta a densa vegetação, tem esse nome devido à escultura de Victor Brecheret e Aretusa de Francisco Leopoldo Silva, que retrata o ser mitológico metade homem, metade cabra.

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  • Construções históricas

    Mercado Municipal

    Rua Da Cantareira, 306, Luz

    Tel: (11) 3228 9332

    12 avaliações

    Aos 80 anos, o Mercado Municipal de São Paulo, ou Mercadão, como é conhecido, é um  dos edifícios mais emblemáticos da capital. Ao longo de décadas, passou de um espaço frequentado principalmente por donos de restaurantes a um ponto turístico movimentado. No mezanino, há bares e restaurantes de diversas nacionalidades. Prove o pastel de bacalhau do Hocca Bar e o sanduíche de mortadela com queijo do Bar do Mané.

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  • Comédia dramática

    Intocáveis
    VejaSP
    8 avaliações
    Realizado pelos cineastas Olivier Nakache e Éric Toledano em 2011, o filme francês com François Cluzet e Omar Sy teve enorme empatia com o público. Adaptada para o palco por José Rubens Siqueira, a comédia dramática Intocáveis busca um impacto semelhante, com as devidas proporções de alcance entre cinema e teatro. Na trama, ambientada em Paris, o milionário Philipe (interpretado por Marcello Airoldi) perdeu muito da alegria de viver desde que ficou tetraplégico em razão de um acidente. Ele contrata o inexperiente e malandro Driss (vivido por Val Perré, que substitui Ailton Graça) como cuidador e o rapaz lhe apresenta uma nova visão de mundo, devolvendo ao paciente o sorriso abandonado há muito tempo. Eliana Guttman, Bruna Miglioranza, Livia La Gatto, Ricardo Ripa e Sidney Santiago completam o eficiente elenco no apoio, mas sem chance de destaque. É um espetáculo para agradar na medida a quem procura um  programa despretensioso. Estreou em 15/3/2016. Até 30/4/2016.
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  • Centros culturais

    Casa das Rosas

    Avenida Paulista, 37, Bela Vista

    Tel: (11) 3285 6986 ou (11) 3288 9447

    6 avaliações

    Metrô Brigadeiro.

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  • Construções históricas

    Catedral da Sé

    Praça Da Sé, s/n, Sé

    Tel: (11) 3107 6832

    5 avaliações

    A construção de estilo neogótico começou em 1912, após a demolição da primeira igreja matriz da cidade, que estava deteriorada. A inauguração, porém, só veio em 1954, depois de décadas de cofres esvaziados pelas duas grandes guerras. Projetada pelo professor da Escola Politécnica Maximilian Hehl, a edificação tem 5.700 metros quadrados de área. É ornamentada com estátuas de bronze, painéis em alto-relevo e vitrais confeccionados por artistas brasileiros e estrangeiros. O órgão italiano é o maior da América do Sul, com cinco teclados manuais e cerca de 12.000 tubos lapidados a mão. Para ouvir o badalo dos 61 sinos, passe por lá às 12h ou às 18h. As visitas monitoradas acontecem todos os dias das 10h às 11h30 e das 13h às 17h30 (aos sábados, até 16h30), exceto às segundas-feiras e no último domingo do mês.

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  • Construções históricas

    Edifício Itália

    Avenida Ipiranga, 344, República

    3 avaliações
  • Cinquenta itens retirados do Instituto Inhotim, alguns deles pela primeira vez, dão um gostinho de como é visitar o centro cultural mineiro. As obras faraônicas, claro, não podem ser vistas por aqui, mas a força visual e a seleção muitas vezes lúdica atraem a atenção. Logo na entrada estão pendurados os relevos espaciais supercoloridos de Hélio Oiticica. A sala dedica-se ao movimento neo concreto, que explora a arte como experiência. Essa premissa, aliás, pauta a exposição. Há registros de performances, instalações e artigos cotidianos, como os cinzeiros coletados de aviões por Jac Leirner. De 2/4/2015. Até 31/5/2015.
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  • Theatro Municipal

    Praça Ramos De Azevedo, s/nº, República

    Tel: (11) 3053 2100

    9 avaliações

    Inaugurado em 1911, o local colocou São Paulo no roteiro internacional dos grandes espetáculos com apresentações de Maria Callas, Mikhail Baryshnikov, Ella Fitzgerald, Anna Pavlova e outras estrelas. Foi também em seu saguão que aconteceu a Semana de Arte Moderna, em 1922. Depois de quase três anos fechado para restauração, reabriu em 2011 com palco remodelado, poltronas renovadas e um restaurante decorado pelos irmãos Campana.

     

    + Lugares para comer barato perto do Teatro Municipal

    + Vídeo: detalhes da reforma do Teatro Municipal

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  • Centros culturais

    Arte do Brasil até 1900
    VejaSP
    Sem avaliação
    A primeira mostra a ocupar o subsolo do Masp desde que as paredes do andar foram retiradas, respeitando o projeto original de Lina Bo Bardi, utiliza painéis projetados pela arquiteta para pendurar as obras. Arte do Brasil até 1900 é composta de cinquenta telas produzidas entre os séculos XVII e XIX que apresentam um pouco da história do país em paisagens, naturezas-mortas e retratos de pintores como Frans Post (1612-1680) e Almeida Júnior (1850-1899). Benedito Calixto (1853-1927), por exemplo, registrou o antigo Porto do Bispo (Santos) numa pintura exibida ao lado de um talão de cheques de 1985 do extinto Banco Bamerindus. Explica-se: a instituição financeira usou na época a imagem para ilustrar o bloco de papel. Entre os documentos que acompanham as obras, uma carta questiona se Post teria realmente visto a então longínqua Cachoeira de Paulo Afonso, na Bahia, antes de pintá-la, em 1649. Para tirar a dúvida, a peça foi comparada a uma fotografia do local, que comprova a semelhança. De 26/3/2015. Até 6/6/2015.
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  • Construções históricas

    Pátio do Colégio (Pateo do Collegio)

    Largo Pateo Do Colégio, 2, Sé

    Tel: (11) 3105 6899

    5 avaliações

    Em janeiro de 1554, os padres jesuítas vindos de Portugal iniciaram no lugar a fundação da cidade, com uma missa no dia de São Paulo. Naquela época, ali só havia uma cabana para abrigo dos religiosos, uma escola e uma igrejinha, tudo construído com técnicas de pau a pique. O complexo atual tomou forma na década de 70 e abriga igreja, biblioteca e museu. Uma maquete da capital no século XVI faz parte do acervo. No pátio, foi conservada uma parede de taipa de pilão remanescente das construções do período colonial.

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  • A mais nova mostra permanente sobre a história do Brasil na cidade é do Itaú Cultural. A exposição ocupa dois andares do prédio da Avenida Paulista, no recém-inaugurado espaço Olavo Setubal. Ali foram dispostos os 1300 itens de duas coleções pertencentes ao banco: a Brasiliana e a Numismática (de moedas). A montagem moderna, os textos claros e objetivos e a força visual garantem um passeio encantador e bem longe do didatismo entediante. Através das belas obras, o visitante atravessa a nossa linha do tempo. Pinturas e gravuras de nomes como Debret, Descourtilz, Rugendas e a dupla Spix e Martius enchem os olhos ao mesmo tempo em que revelam o fascínio dos europeus pela natureza exuberante e pelos exóticos habitantes. A mostra conta ainda com quarenta vídeos capazes de dar movimento a alguns dos desenhos expostos. Em um corredor, uma série deles provoca no espectador a sensação de que ele caminha entre bichos da fauna brasileira, em um resultado muito divertido. Para completar, há moedas raras e prateleiras com objetos que podem ser manuseados pelo público. A partir de 13/12/2014. Aproveite com calma: recomenda-se reservar uma hora e meia para explorar os detalhes da mostra
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  • Caixa Belas Artes

    Rua da Consolação, 2423, Consolação

    Tel: (11) 2894 5781

    2 avaliações
  • Com o objetivo de apresentar o que de mais novo está sendo produzido no Brasil, um trio de curadores estrangeiros viajou pelo país em visitas a museus, ateliês e galerias. A seleção de jovens artistas teve sua primeira exposição em Oslo, na Noruega, em 2013. Após passar por França e Qatar, uma versão atualizada de Imagine Brazil chega ao Tomie Ohtake. “Escolhemos nomes que estão criando novas maneiras de se comunicar através da arte. Mesmo em suportes tradicionais como a pintura, eles são originais”, explica Gunnar Kvaran, diretor do Museu Astrup Fearnley, de Oslo. Além de telas, há esculturas, vídeos e instalações, a exemplo da feita por Jonathas de Andrade, em que azulejos de fibra de vidro fazem referência a ruínas de uma casa moderna. Cada um dos catorze selecionados escolheu um artista como referência em sua trajetória. Assim, foram incorporados à mostra belos trabalhos de Adriana Varejão, canções de Caetano Veloso e um hipnótico filme de Rivane Neuenschwander. Trata-se de um consistente panorama da produção atual. Até 3/5/2015.
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  • Reserva Cultural

    Avenida Paulista, 900, Bela Vista

    Tel: (11) 3287 3529

    8 avaliações
  • Espaço Itaú de Cinema - Augusta

    Rua Augusta, 1470, Consolação

    Tel: (11) 3288 6780

    11 avaliações

    A espera de cinco meses valeu a pena. Após uma reforma, as duas salas do Anexo, do Espaço Itaú de Cinema, foram reabertas totalmente repaginadas. A principal mudança está na sala 5. Antes apertada, com poltronas estreitas e fleiras espremidas, agora ela possui assentos levemente reclináveis de couro ecológico e bem mais espaçosos. Os cadeirantes contam com uma rampa de acesso na entrada do cinema e elevador. No fundo do espaço, há um bicicletário, e a cafeteria ganhou pintura e decoração novas.

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  • Dirigido e adaptado por Hugo Villavicenzio, o drama tem por base a peça A Orgia, de Enrique Buenaventura, e fragmentos de textos de Eduardo Galeano, Cabrera Infante e Oswald de Andrade. Na trama, uma decrépita cantora de cabaré vive com seu filho mudo e promove reuniões em que moradores de rua se passam por artistas em troca de esmolas. Com Mila Rey, Rita Lacerda, Rosa Freitas, Edgard Galvão e outros.  Estreou em 26/9/2014. Até 31/5/2015.
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  • Marabá Playarte

    Avenida Ipiranga, 757, República

    Tel: (11) 5053 6881

    2 avaliações
  • Testamento criativo do dramaturgo e diretor Fauzi Arap (1938-2013), a comédia A Graça do Fim traz à tona  virtudes um tanto esquecidas no teatro. Sob o comando de Elias Andreato, a montagem sensibiliza a plateia através da extrema simplicidade do cotidiano, representada em diálogos ácidos, divertidos e, por vezes, carregados de melancolia. Em uma surpreendente transformação, o ator Nilton Bicudo aparenta pelo menos vinte anos a mais, recorrendo, no máximo, a uma leve maquiagem e à cor branca no cabelo. Ele interpreta um senhor ainda lúcido e ativo impedido de viver sozinho pela família por causa das limitações da idade. Um cuidador (papel de Cleiton Santos) é contratado para vigiá-lo, para administrar seus remédios e mantê-lo sob controle. Sim, o óbvio acontece. A revolta e a implicância inicial se transformam em amizade, com as diferenças devidamente aceitas e as experiências compartilhadas. Por ser a última peça de Arap, finalizada quando ele já encarava a derrota para o câncer, ela pode ser vista sob um olhar mais condizente. A cuidadosa direção de Andreato e a impecável atuação de Bicudo, no entanto, valorizam as palavras dessa crônica de costumes. Mesmo a pouca experiência de Cleiton Santos, em sua criação linear, não diminuiu o interesse em torno do discurso final de Arap, que, de tão prosaico, alcança a profundidade. Estreou em 30/1/2015. Até 27/6/2015.
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  • Museus

    Solar da Marquesa de Santos

    Rua Roberto Simonsen, 136, Sé

    Tel: (11) 3105 6118

    2 avaliações
  • Parques

    Zoológico de São Paulo

    Avenida Miguel Estéfano, 4241, Saúde

    Tel: (11) 5073 0811

    5 avaliações

    O Zoológico de São Paulo é um passeio para toda a família. Entre elefantes, leões, tucanos e cobras, reúne aproximadamente 3 200 animais espalhados em 824 529 metros quadrados de Mata Atlântica. Em maio, nasceu mais um filhote de girafa no parque, uma fêmea batizada de Ágatha. Uma dica: ela só sai do recinto coberto quando o tempo está mais quente.

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  • Construções históricas

    Edifício Copan

    Avenida Ipiranga, 200, República

    Tel: (11) 3259 5917

    4 avaliações

    Obra mais famosa do arquiteto Oscar Niemeyer na cidade, o Copan estende-se sinuoso pela Avenida Ipiranga, próximo à Praça da República. Projetado em 1951, suas formas elevam-se na paisagem do centro, quebrando os ângulos retos dos prédios ao redor. Seu formato sintetiza os objetivos de Niemeyer com a arquitetura. Para ele, "não é o ângulo reto que atrai, nem a linha reta, dura, inflexível...O que me atrai é uma curva livre e sensual" (em depoimento de 1998). A ideia resultou em um dos principais cartões-postais da cidade.

     

    + Bares e restaurantes que contam a história da cidade

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  • Lojas especializadas

    Galeria do Rock

    Rua Vinte E Quatro De Maio, 62, República

    7 avaliações

    No fim da década de 70, diversas lojas de disco começaram a se instalar no edifício ondulado, projetado pelo arquiteto Alfredo Mathias, e a atrair um público interessado no estilo musical que emprestou o nome ao centro comercial. Hoje, 450 estabelecimentos, entre estúdios de piercing e tatuagem, salões de beleza e butiques de roupas, vinis e CDs, disputam a atenção dos visitantes. Uma das paradas mais tradicionais é a Baratos Afins, no 2º andar.

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  • As obras repletas de listras e quadriculados que ocupam duas salas da Pinacoteca são mais do que simples exercícios cromáticos. Irlandês naturalizado americano, Sean Scully, de 69 anos, buscou referências biográficas e culturais para produzir suas telas, cuja beleza conquistou lugar em acervos de instituições importantes como o Metropolitan de Nova York e a Tate Modern, de Londres. As 46 peças fazem uma retrospectiva dos quarenta anos de carreira de Scully. É possível ver como o artista iniciou sua trajetória com linhas mais rígidas para depois soltar o traço até permitir que aparecessem as marcas de suas pinceladas. São especialmente interessantes os trabalhos que extrapolam o plano da tela ao introduzir quadros menores ou de diferentes tamanhos na composição, criando relevos. De 11/4/2015. Até 28/6/2015.
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  • Galerias

    RenattodSousa Foto Galeria

    Avenida Ipiranga , 200, República

    Tel: (11) 3237 0056

    9 avaliações

    Especializada em imagens de São Paulo, a galeria reúne itens produzidos pelo fotógrafo catarinense Renattodsousa, que mora na capital paulista desde 1992. Cartões-postais da cidade são o alvo do artista, como o Edifício Copan, o Edifício Altino Arantes, mais conhecido como Prédio do Banespa, e o Monumento às Bandeiras, obra de Victor Brecheret. Instalado no Copan, o espaço foi aberto no começo de setembro de 2014. Todos os trabalhos em cartaz estão à venda.

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  • Em cena estão cinco dos mais representativos atores do teatro paulistano — e não há exagero na afirmação. Danilo Grangheia, Georgette Fadel, Luah Guimarãez, Luciana Schwinden e Rodrigo Bolzan protagonizam Let’s Just Kiss and Say Goodbye (Vamos nos Beijar e Dizer Adeus) inspirados em uma proposta curiosa: cada um deveria interpretar como se esta fosse a última peça. Mas o resultado resume-se a quase nada. Eles citam autores e textos clássicos da dramaturgia e revivem, inclusive, alguns personagens. Os fragmentos de Samuel Beckett, William Shakespeare, Bertolt Brecht e Máximo Gorki, entre outros, não são apresentados com a seriedade merecida. A diretora Elisa Ohtake abriu mão de uma dramaturgia consistente em nome de um humor que até leva os espectadores a algumas risadas. Uma costura mais densa, no entanto, enriqueceria as performances, que mesclam teatro, dança e uma dose excessiva de deboche, e daria ao grupo a chance de transitar por célebres momentos da arte escolhida como profissão anos. Estreou em 14/11/2014. Até 13/5/2015.
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  • Centros culturais

    Instituto Tomie Ohtake

    Rua Dos Coropés, 88, Pinheiros

    Tel: (11) 2245 1900

    Sem avaliação

    Inaugurado em 2001, ocupa um prédio roxo e vermelho de traços futuristas em Pinheiros. Projetado por Ruy Ohtake, filho da artista que dá nome ao lugar, o edifício foi inicialmente pensado para abrigar somente as obras de Tomie, além de um complexo de escritórios. Com o tempo, passou a se empenhar na revelação de jovens artistas, dando espaço, em suas sete salas expositivas, a nomes da nova geração — o mais recente deles foi o da pintora Ana Prata. Não deixe de aproveitar o Santinho, restaurante de cozinha rápida da chef Morena Leite, que funciona ali. O Teatro Geo, a livraria Gaudi e a loja de objetos IT completam as atrações do Tomie Ohtake.

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  • Daniel Alvim e Carolina Mânica são dirigidos por Fábio Assunção no drama escrito por JP Miller para a TV e adaptado para o palco por Owen McCafferty. O irlandês Donal é um jovem sedutor que, pouco antes do embarque para Londres, oferece um gole de uísque para Mona. Ela também vai tentar a sorte na Inglaterra. Os dois se apaixonam, se casam, têm um filho e os goles se transformam em doses, garrafas, crises e degradação. Os cuidados que colaboram para o sucesso da montagem passam pela direção de arte, iluminação e trilha sonora. Estreou em 20/3/2015. Até 28/6/2015.
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  • Theatro São Pedro

    Rua Doutor Albuquerque Lins, 207, Santa Cecília

    Tel: (11) 3667 0499 ou (11) 3661 6529

    3 avaliações
  • No fim da década de 80, o paulistano Nando Bolognesi levava a vida entre a faculdade, as baladas e o futebol. Durante um intercâmbio na Europa, percebeu que seu corpo não respondia a estímulos imediatos. Primeiro, ele encontrava dificuldade para se equilibrar em uma escada rolante. Logo depois, a desenvoltura com a bola nos gramados parecia coisa do passado e até usar um desodorante se transformou em uma árdua tarefa. Portador de esclerose múltipla, Nando buscou a reinvenção e, dali em diante, não parou de se superar. Aposentou o diploma de economia, virou ator e palhaço e, 25 anos depois do diagnóstico, transita entre o cômico, o trágico e o documental em um solo emocionante. Parafraseando a stand-up comedy, o autor e também diretor, hoje com 46 anos, recorreu ao humor e a uma boa dose de otimismo para criar a própria sit-down tragedy. Ele não poupa a si mesmo e arranca risos e lágrimas da plateia através de histórias da convivência com as limitações impostas pela doença degenerativa. Estreou em 1º/8/2013. De 15/9 a 4/11/2016.
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  • Com adaptação de Miguel Falabella, a tragicomédia da americana Eve Ensler é sucesso há mais de uma década. Adriana Lessa, Cacau Melo e Maximiliana Reis protagonizam um painel da feminilidade, tratando da primeira menstruação, da maternidade e do orgasmo, entre outros temas. Estreou em 9/3/2001. Até 25/9/2016.
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  • No último dia 10, os autores Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, da Cia. Os Satyros, venceram o Prêmio Shell de melhor texto referente a 2014 pelo espetáculo Pessoas Perfeitas. A dramaturgia, no entanto, é o ponto menos interessante da montagem justamente por repetir uma fórmula já explorada em grandes peças do grupo, como A Vida na Praça Roosevelt (2005). Encontros e desencontros de personagens marginalizados pela metrópole paulistana é o mote. A vigorosa encenação construída por Vázquez oferece grande fôlego ao mosaico de histórias e alivia a duração arrastada. Em uma delas, a jovem Medalha (papel de Julia Bobrow) namora o michê Binho (Henrique Mello) e nada sabe de sua vida. Ele não procura os pais (Eduardo Chagas e Marta Baião) há anos. A melhor das tramas é a da cantora Maristela (a ótima Adriana Capparelli), que se prepara para a morte. O bom elenco é completado por Fábio Penna, Ivam Cabral e Gustavo Ferreira. Estreou em 15/8/2014. Até 27/6/2015.
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  • Não estava entre as preocupações de Geraldo de Barros (1923-1998) o registro objetivo da realidade. É o que se nota nas mais de 250 imagens expostas. Ele as cortava, riscava e desenhava até deixá-las com cara de pintura. Documentos, notícias publicadas em jornais e críticas também integram a mostra. De 8/4/2015. Até 31/5/2015.
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  • Comédia dramática

    Ato a Quatro
    VejaSP
    3 avaliações
    Histórias de amores desencontrados, com base no fulano que deixou beltrana por causa de sicrana, que prefere outro, estão bem manjadas. A comédia dramática Ato a Quatro surpreende ao cativar o espectador justamente com esse argumento. Mérito da direção de Bruno Perillo para o texto da inglesa Jane Bodie, centrado em quatro personagens. Ex-atriz, a cuidadora Alice (vivida por Nicole Cordery) enfrenta o desgaste da relação com Tom (representado por Luciano Gatti), um ator que ensaia uma peça no papel de amante da determinada e intensa Natasha (Carolina Mânica). O enfermeiro Jack (o ator Edu Guimarães), por sua vez, fica obcecado por Alice e começa a segui-la. Ciúme, neuroses, jogos de sedução e uma série de piadas internas sobre os bastidores dos palcos dão um charme extra à história, afinal nenhum dos tipos ali apresenta um perfil linear. A instabilidade psicológica dos personagens oferece aos intérpretes boas oportunidades e todos as aproveitam, especialmente Nicole e Joana. As cenas curtas e fragmentadas dão agilidade à trama, e a linguagem cinematográfica, com eventuais projeções, se adequa à proposta sem parecer mero efeito. Estreou em 26/3/2015. Até 6/10/2016.
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  • Jorge Emil, Lavínia Pannunzio e Cléo De Páris estão no drama do austríaco Thomas Bernhard. Depois de mais uma temporada em uma clínica psiquiátrica, o filósofo Ludwig (papel de Emil) retoma o convívio familiar. Sua irmã mais velha (Lavínia) é a responsável por trazê-lo de volta para casa, o que contraria a caçula (Cléo). Dia 3/4/2015. Até 17/5/2015.
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  • Em meio a tantas releituras de clássicos, o dramaturgo Sérgio Roveri e o Grupo Folias tiveram a coragem de mexer na tragédia grega de Eurípides. Rebatizada de Medeia: 1 Verbo, esta adaptação coloca a protagonista (interpretada por Nani de Oliveira, convincente) em uma penitenciária, mostrando como foi seu castigo depois de ter sido acusada de um ato extremo. As evidências mostram que Medeia matou os dois filhos para se vingar do marido, Jasão (papel de José Geraldo Jr.). Ele a deixou para ficar com outra mais jovem (a atriz Ana Nero). O próprio Eurípides (representado por Gabriel Esteves de Castro) observa tudo de perto e redefine o destino da personagem. Quem lhe dá as orientações é Creonte (vivido por Dagoberto Feliz), uma espécie de diretor do  destino de todos. Grande trunfo do texto, a metalinguagem torna-se um tanto cansativa no palco. A montagem capitaneada por Marco Antonio Rodrigues fica exigente demais à medida que o tempo passa, em parte pela atuação do elenco secundário e pela falta de linearidade. Assim como a protagonista, a encenação é redimida pela ousadia, mas não provoca o que poderia no conjunto. Estreou em 5/9/2014. Até 31/5/2015.
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  • Formada em 1992, a dupla é composta de profissionais experientes nas áreas práticas e teóricas das artes do corpo. Helena Bastos, professora doutora de dança contemporânea, e Raul Rachou, discípulo e filho de Ruth Rachou, mostram Deslugares. Eles abordam teorias sobre a interação entre corpo e espaço do filósofo Michel Foucault. O cenário é formado por bastões vermelhos espalhados pelo chão. Até 16/5/2015.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO