Teatro

Trinta e cinco peças encerram temporada nesta semana

Espetáculos adultos e infantis fazem sua última apresentação até domingo (29)

Por: Redação VEJINHA.COM - Atualizado em

O Belo Indiferente
Djin Sganzerla: a atriz no monólogo dramático 'O Belo Indiferente' (Foto: Guerreiro Lopes)

Neste fim de julho, diversos espetáculos fazem suas últimas apresentações nos palcos da cidade. Entre eles, há montagens adultas e bem avaliadas como "In On It" e "O Belo Indiferente" e infantis, a exemplo de "Esses Olhos Tão Grandes". Confira abaixo trinta e cinco peças que encerram temporada até domingo (29):

  • De Pedro Guilherme. Preste atenção nessa comédia dramática. Ela é uma das gratas surpresas da temporada e reforça algo esquecido: a importância da mensagem. Afonso (interpretado pelo autor) recorda os tempos de escola. Nessa época, ele conheceu o amor de sua vida, Maria Alice (personagem de Ana Tardivo), e vivia em conflito com colegas de personalidade oposta à dele. A saída para ser aceito no grupo e pela garota foi criar, ao lado de outro menino introvertido (o ator Carlos Baldim), uma forma inusitada de se expressar: a de falar dançando. Com Paula Arruda, Bebel Ribeiro, Davi Reis, João Vitor D’Alves e outros. Estreou em 17/05/2012. Até 24/11/2013.
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  • De Cleber Laguna. Tudo o que se sabe da origem da fábula Chapeuzinho Vermelho é que ela se baseia em um conto popular francês difundido no século XVIII, cuja versão mais conhecida foi escrita pelos irmãos Grimm 100 anos depois. Desde então, muitas montagens teatrais já contaram as peripécias da menina pela floresta, a maioria delas aliviando os aspectos sombrios da história original. O espetáculo usa parte do texto para narrar, com bonecos, uma nova aventura cheia de elementos assustadores. Nela, uma garotinha de visual esquisito, mas meiga e apaixonada pela trama, recruta antigos fantoches para recriar passo a passo a saga da personagem, da floresta até a casa da vovozinha. Embora choque um pouco os menorzinhos, a peça agrada à criançada com mais de 6 anos. Em um cenário simples e eficiente, a dupla Cleber Laguna e Marcia Fernandes, da Cia. Mevitevendo, faz um belíssimo jogo de claro e escuro. Os três bonecos um tanto esquisitões, manipulados de maneira graciosa pelos atores, combinam com a atmosfera surreal. Ganham destaque uma delicada cena do sonho da menina e a ótima utilização do milenar teatro de sombras chinês para descrever o encontro da nova aventureira com os animais da floresta. Estreou em 10/03/2012.
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  • Em sua 23ª edição, o evento traz sete peças com apresentações diárias. Toda segunda, pode-se ver ✪✪✪ Alice - O Musical, dirigida por Max Oliveira. Às terças, sobe ao palco o elenco de Marcelo, Marmelo, Martelo e Outras Histórias, adaptação de Marcelo Peroni para o texto de Ruth Rocha. Com formato de saga musical e trilha sonora inspirada em clássicos de Pink Floyd, Beatles e Queen, A Bela Adormecida — Uma Ópera Rock, sob o comando de Daniela Biancardi, tem vez às quartas. No dia seguinte, ganha exibição Piratas do Caramba, de Rafael Pequeno. No fim da semana, às sextas, ✪✪✪ Pinocchio ocupa a cena com os atores da Cia. Urbana de Teatro. Aos sábados e domingos, às 16 horas, é possível assistir à ✪✪✪ Rapunzel, da Cia. Le Plat du Jour. Na sequência, às 17h50, a Imago Cia. de Animação encerra a programação com a ótima ✪✪✪✪ Pedro e o Lobo. De 4/7/2015 a 31/7/2015.
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  • Resenha por Tatiane Rosset: Nove companhias nacionais e internacionais participam da 12ª edição do evento. Sempre às 17h, os espetáculos ocorrem de quinta a domingo. Neste sábado (21/07), a Cia. Patética de Teatro apresenta Histórias sem Tempo que Conta o Tempo, enquanto neste domingo (22/07) a produção em conjunto da Cia. Patética e do Teatro de La Plaza Suma Daqui, Menino! ocupa o palco. Na quinta (26/07), o grupo mineiro Aldeia Teatro de Bonecos interpreta Bonecos. Vassilisa, A Sabida, do Teatro por um Triz, tem vez na sexta (27/07). No sábado (28/07) é exibido o clássico da Cia. Circo de Bonecos ✪✪✪ Circo de Pulgas. Para fechar a semana, o domingo (29/07) traz Nas Terras de Kublai Khan, da Cia. Naveja Jangada de Teatro. Até 29/07/2012.
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  • De Lívia Gaudêncio. A questionadora Julia (Débora Gomez) é filha única, acostumada a ter o próprio quarto e a não dividir seus brinquedos com ninguém. Quando seus pais lhe contam sobre a chegada de um irmão mais novo, ela se desespera. Com a ajuda de uma misteriosa escritora e de vários estranhos personagens, a menina entra em livros para descobrir se ter um irmãozinho é verdadeiramente ruim. Perseguida por um exército de traças que querem comer todo o papel que encontrarem pela frente, a garota precisa aprender o poder dos livros para a resolução de seus problemas. No espetáculo do grupo mineiro O Trem — Companhia de Teatro, ganha destaque o bom trabalho da atriz Débora Gomez como uma típica menina de cerca de 8 anos, sempre perguntando sobre os mais diversos assuntos, até que a paciência dos mais velhos se esgote. A interpretação ao vivo das músicas do espetáculos pelos discretos e, às vezes, cômicos Vitor Meneghettu e Wagner Passos, também é realizada de maneira delicada e bem resolvida. No entanto, apesar da história agradável e do bom trabalho dos atores e músicos, a peça apresenta problema de ritmo que podem incomodar. Estreou em 09/06/2012. Até 16/12/2012.
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  • Resenha por Tatiane Rosset: De Paulo Goulart Filho. Nesta peça, três porquinhos fogem da fazenda onde vivem para morar em uma praça abandonada, cada um usando um material diferente para construir sua casa. Lá, encontram com uma linda porquinha, que quer se tornar uma celebridade. Perseguidos pelo Lobo Mau, os quatro amigos têm de correr para salvar suas vidas. Estreou em 05/05/2012. Até 29/07/2012.
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  • De Sérgio Roveri. Nicolas Trevijano interpreta uma projeção do vocalista do Nirvana, ícone da história recente do rock, nas horas seguintes à sua morte. Kurt Cobain (1967-1994) nasceu em Aberdeen, na costa oeste dos Estados Unidos, e na vida pessoal, frágil e autodestrutivo, mostrava um comportamento que pouco lembrava a postura dos palcos. É justamente essa imagem que o autor tenta retratar no texto um tanto disperso. Dirigida por José Roberto Jardim, a montagem traça um retrato do jovem, amparada pelos escuros e narrações em off, e se aproxima de um exercício de encenação. Estreou em 07/07/2012. Até 15/12/2012.
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  • Miriam Lins adaptou e dirige a comédia de Rodolfo da Rocha Carvalho. Um aposentado (Marcio de Lucca) sonha em ser ator. O convite para interpretar um homossexual em uma peça, no entanto, o envolve em vários mal-entendidos. Calcada em piadas politicamente incorretas, a peça traz todas as fórmulas para uma ampla comunicação e tem no elenco os atores Mateus Carrieri, Adelita Del Sent e Aldine Muller. Estreou em 5/10/2007. Até 29/10/2016.
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  • De Jean Cocteau (1889-1963). Intensa, a atriz Djin Sganzerla alterna tristeza, desespero e perplexidade como a protagonista do texto do dramaturgo francês, escrito em 1940. Durante a madrugada, uma cantora espera por seu amor em um quarto de hotel. A chegada dele (representado em cena por Dirceu de Carvalho) aumenta o clima de tensão e, mesmo que a mulher faça de tudo para chamar sua atenção, a comunicação não se estabelece. Estreou em 3/11/2011. Até 1/8/2013.
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  • Resenha por Dirceu Alves Jr.: Dramaturgia de Sura Berditchevsky. A própria Sura protagoniza a montagem que reúne a correspondência trocada entre o poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) e sua filha, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade (1928-1987). Desde a infância de Julieta, os dois tiveram uma relação muito forte, expressada por desenhos, bilhetes e cartas, que se estenderam por cinco décadas. Drummond morreu doze dias depois de sua filha. O emotivo debate de ideias e situações ganha uma encenação bem cuidada na qual a atriz tira proveito do bonito cenário, mas, apesar disso, as palavras de Drummond e Maria Julieta não surtem o efeito cênico esperado e continuam a ter mais valor na forma de literatura. Estreou em 16/06/2012. Até 29/07/2012.
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  • De Américo Nouman Jr. e Ricardo Tibau. Depois de vinte anos, um casal (Renato Papa e Nicolle Spinillo) acumula divergências e poucas afinidades. Um balanço da relação os faz perceber os pontos positivos e quanto vale cada experiência. Estreou em 14/1/2012. 
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  • Comédia

    Casal TPM
    VejaSP
    3 avaliações
    No centro da comédia de Paula Giannini está um casal. Os altos e baixos da paixão, a rivalidade e a impaciência fazem do cotidiano uma bomba-relógio. Nada é surpreendente na abordagem do tema. O carisma e o timing de Paula Giannini como protagonista, no entanto, divertem parte da plateia. Com o também diretor Amauri Ernani. Estreou em 25/4/2008. 
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  • Resenha por Dirceu Alves Jr.: De Joelma Santos. Uma senhora religiosa abre um clube para defender as causas femininas. Entre as sócias estão uma moça ingênua, uma mulher que luta para resistir às tentações, uma empregada misteriosa e uma jovem em busca do noivo desaparecido. Estreou em 10/07/2012. Até 25/07/2012.
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  • Com lirismo e simplicidade, o poeta Patativa do Assaré (1909-2002) retratou o homem nordestino e inspirou a Cia. do Tijolo neste musical. Os espectadores mergulham no universo do poeta como se ouvissem sua biografia em um programa de rádio. Seis atores e três instrumentistas, sob direção cênica de Rogério Tarifa e musical de William Guedes, empolgam a plateia com uma narrativa calcada, sobretudo, nas emoções. Por meio de depoimentos, o elenco relata impressões sobre Patativa e sobre como os sertanejos descritos em seus versos poderiam ter nascido em qualquer lugar. Estreou em 21/8/2009. Até 26/4/2015.
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  • O melhor espetáculo que passou pela cidade em 2012 fez só um mês de temporada no Sesc Pompeia. Agora, ganha uma segunda chance em outra unidade do Sesc, desta vez a do Ipiranga. Com uma extensa carreira no grupo Doutores da Alegria, a atriz Dani Barros consagrou-se no monólogo dramático Estamira — Beira do Mundo. Premiada pelo Shell carioca e pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), ela interpreta a catadora de lixo Estamira Gomes de Sousa (1941-2011). A personagem real havia sido apresentada no documentário do cineasta Marcos Prado em 2005. Doente mental crônica, Estamira passou parte da vida no aterro sanitário do Jardim Gramacho, em Duque de Caxias (RJ), e tinha uma percepção devastadora dos fatos. Escrito por Dani e pela diretora Beatriz Sayad, o espetáculo aproveita a realidade perturbadora dessa mulher para fundir elementos de outra história delicada: Dani evoca sua mãe esquizofrênica. Estreou em 29/6/2012. Até 6/7/2013.
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  • Resenha por Dirceu Alves Jr.: De David De Silva, Jose Fernandez, Jacques Levy e Steve Margoshes. Baseado no filme dirigido por Alan Parker em 1980, o musical ganha a primeira montagem nacional. Com o Brasil vivendo o apogeu do gênero, os aspirantes a artista estão preocupados em aprender a cantar e dançar, mas se esquecem do mais importante: interpretar. O fraco elenco de 33 atores expõe a fragilidade na história de estudantes envolvidos em conflitos relacionados à vida adulta e desafios artísticos. Parte canta e dança bonitinho, mas poucos se aprofundam nas emoções. Com a saída de Paloma Bernardi, Corina Sabbas assume de vez o papel da cantora ambiciosa que mergulha nas drogas. Klebber Toledo e Daniel Cabral alternam-se na pele do ator esforçado. Estreou em 12/05/2012. Até 29/07/2012.
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  • A convivência entre uma mãe (interpretada pelo ator e também diretor Eduardo Martini) e o filho (papel de Bruno Lopes) é a base da divertida montagem. Valentina é uma publicitária que, apesar de ser apaixonada pelo rebento, muitas vezes priorizou o trabalho. Com o jovem prestes a sair de casa para estudar em Nova York, ela entra em crise. O texto, estruturado como se fossem contos independentes, ganha um formato de sitcom que agrada à plateia. Mas o trunfo é a caracterização de Martini. Com elegância e sem apelar para a caricatura, ele compõe a personagem feminina com sutileza e humor. Estreou em 7/10/2010. Até 26/6/2016.
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  • Resenha por Dirceu Alves Jr.: De Luis Alberto de Abreu. Dirigida por Roberto Lage, a comédia dramática teve seu argumento livremente inspirado em fragmentos de A Divina Comédia, de Dante Alighieri. A personagem-título (Tatyana Figueiredo) narra, no inferno, sua história de amor com Paolo (o ator Márcio Bueno Dias) para o tribunal que vai julgá-los. Francesca e Paolo rompem com as tradições e enfrentam um caso às escondidas já que, por imposição familiar, ela deve se casar com o irmão dele. Estreou em 05/06/2012. Até 25/07/2012.
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  • O imperdível drama do canadense Daniel MacIvor volta em curta temporada no Teatro Jaraguá. Sob a direção de Enrique Diaz, a montagem traz uma narrativa em três planos — o presente, o passado e a ficção, no caso, uma peça. Emílio de Mello e Fernando Eiras se revezam em dez personagens. Primeiro, eles são dois homens discutindo como levar um texto ao palco. A seguir, vem o espetáculo, sobre separação e morte. O ciclo se fecha com a exposição das questões pessoais da dupla, que reconstitui uma relação amorosa. Ao servir-se só da iluminação e de duas cadeiras, o diretor busca o mínimo e leva o máximo ao palco, em diálogos repletos de humor, ironia e lirismo. Estreou em 15/1/2010. Até 30/6/2016.
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  • Resenha por Dirceu Alves Jr.: De Hattie Naylor. Protagonizado por Eduardo Mossri, o monólogo dramático estreou como um radioteatro da BBC de Londres em 2009. Trata-se de uma história real sobre um menino que viveu pelas ruas de Moscou na década de 90, depois de fugir da casa da mãe alcoólatra e do padrasto violento. Sua companhia era uma matilha. Dirigido por Fernando Villar, Mossri apresenta um desempenho vigoroso e sua entrega, amparada pelo belo texto, vale o ingresso. Estreou em 03/03/2012. Até 28/07/2012.
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  • Resenha por Dirceu Alves Jr.: De Mario Cesar Costa. O peso das escolhas é o tema do drama. No passado, os amigos Pedro e César (os atores Ralph Maizza e João Baldasserini) conhecem Anna (Karina Barum), e um triângulo amoroso se estabelece. Quinze anos depois, no aniversário de casamento de César e Anna, a presença de Pedro intimida o casal. O batido tema do regime militar e dos amores desencontrados volta ao foco. Entre os poucos acertos da montagem está a opção de assumir um estilo de folhetim, que costuma ser renegado no teatro. Estreou em 29/03/2012. Até 29/07/2012.
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  • De Edoardo Erba. É, no mínimo, inusitado ver dois atores correndo sem parar durante os 75 minutos de um espetáculo. O teste de fôlego imposto a Anderson Muller e Raoni Carneiro ilustra mais uma prova de superação à qual um intérprete pode se submeter — e, desta vez, importante para a compreensão do drama dirigido por Bel Kutner. Eles vivem dois amigos com um objetivo comum: encarar os mais de 42 quilômetros da famosa corrida de rua nos Estados Unidos. Enquanto se exercita, a dupla ajusta contas e questiona algumas decisões. Pontuado pela trilha sonora criada por André Abujamra, o texto faz da obsessão pela atividade física uma metáfora do cotidiano.  Estreou em 06/07/2012. Até 28/10/2012.
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  • De Vladimir Maiakovski (1893-1930). Sob a direção de Fernando Neves, a comédia encenada pelo grupo Academia de Palhaços funde referências da estética circense ao teatro de revista. Cinco atores dividem-se em trinta personagens para apresentar os sobreviventes de um apocalipse que só pensam em salvar a própria pele. Com Breno Tavares, Bruno Spitaletti, Laíza Dantas, Paula Hemsi e Rodrigo Oliveiras, além do pianista Marcelo Bonvicino. Estreou em 06/07/2012. Até 03/03/2013.
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  • Resenha por Dirceu Alves Jr.: De Daniel Lobo. O legado da psiquiatra Nise da Silveira (1905-1999) é o tema do monólogo dramático. Protagonizada por Mariana Terra e coreografada por Ana Botafogo, a montagem funde elementos para mostrar como a médica virou referência no tratamento da esquizofrenia e usou técnicas artísticas com os pacientes, em contraposição ao eletrochoque. Há participações em off e em vídeo do poeta Ferreira Gullar, dos atores Carlos Vereza e Gillray Coutinho e do diretor José Celso Martinez Corrêa. De 17/11/2012 a 16/12/2012.
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  • Doze atores contam a história do compositor carioca Noel Rosa (1910-1937). A proposta do musical dirigido por Dagoberto Feliz é bem-sucedida, principalmente ao reviver o clima dos botequins dos anos 30 em meio à interpretação de Palpite Infeliz, Três Apitos e Feitiço da Vila. São essas canções que costuram a biografia de Noel (Cristiano Tomiossi), desde a infância até a maturidade autoral e a morte. Com Lívia Camargo, Cibele Bissoli e outros. Estreou em 9/4/2010. Até 27/2/2016.
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  • Resenha por Dirceu Alves Jr.: Adaptação e direção de Roberto Alvim para peça de Ésquilo. Pela primeira vez no Brasil, um grupo encena todas as seis obras do pioneiro do teatro. A Cia. Club Noir lança a segunda parte do projeto Peep Classic Ésquilo com a peça criada na Grécia no século V a.C. Na montagem, o gigantesco império persa, liderado por Xerxes, é aniquilado pelos gregos. Estreou em 08/06/2012. Até 29/07/2012.
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  • Adaptação de Flávio Marinho para peça de Stephan Elliott e Allan Scott. Baseado no filme de 1994, o musical traz três drag queens que vão, em um ônibus batizado de Priscilla, até o deserto australiano. Além de apresentarem um show, Mitzi (Luciano Andrey), Felicia (André Torquato) e Bernardette (Ruben Gabira) carregam razões pessoais para enfrentar a viagem. A produção deixa a desejar em requisitos fundamentais para o gênero. Além de os figurinos serem irregulares, o ônibus está diante de um cenário pouco atraente. A direção desperdiça um investimento na linguagem teatral. Com Saulo Vasconcelos, Leandro Luna, Simone Gutierrez e outros. Estreou em 17/03/2012. Até 09/12/2012.
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  • De Mário Bortolotto. Pessoas solitárias têm a vida posta em xeque ao hospedar-se em um hotel. Entre os personagens estão um sujeito que contrata uma prostituta e ainda uma garota apaixonada pela mulher de seu melhor amigo. Com Walter Figueiredo, Luciana Joyce Caruso Borges, Erika Puga, Francisco Eldo Mendes, Rodriga  Bezerra (Carcarah) e Samya Enes.
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  • Resenha por Dirceu Alves Jr.: De Regiana Antonini. Tássia Camargo e Priscilla Squeff protagonizam a comédia que aborda o câncer de mama e mostra uma história de superação. Inspirada em situações ocorridas com Priscilla e sua mãe, a trama traz a convivência de Dulce (interpretada por Tássia) e Denise (papel de Priscilla). Em meio a conflitos divertidos e divergências de pensamentos, as duas transformam a relação com a descoberta de que Dulce pode ter a vida abreviada. Estreou em 15/06/2012. Prorrogado até 29/07/2012.
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  • Resenha por Dirceu Alves Jr.: De Daniel Alberti e Gina Monge Aguilar. Também autor, o ator Daniel Alberti protagoniza o monólogo dramático que aborda o universo dos imigrantes. A solidão e as dificuldades de comunicação fazem parte de um embate marcado pela intolerância e pelo preconceito. Estreou em 03/03/2010. Até 29/07/2012.
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  • De Martin McDonagh. Um escritor (papel de Flávio Tolezani) é interrogado por causa do conteúdo de seus contos. Muitas das histórias guardam semelhanças com uma série de homicídios infantis que vêm assolando a cidade. Dirigido por Bruno Guida e Dagoberto Feliz, o espetáculo transita entre o suspense, o terror e a fábula. Sua estética grotesca leva a associações a filmes, desenhos animados e programas de televisão. Mesmo diante da dramaturgia instigante, a âncora da encenação é a caracterização do elenco, tão surpreendente e de uma unidade quase inabalável. Com Daniel Infantini, Bruno Autran, Bruno Guida e Wandré Gouveia. Estreou em 8/6/2012. Até 3/7/2013.
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  • Sucesso desde 2008 com diferentes elencos, a comédia traz personagens portadores de TOC, o transtorno obsessivo-compulsivo, na antessala de um consultório. Como o médico nunca aparece, a solução é iniciar uma terapia grupal. Com Dulcineia Dibo, Dídio Perini, João Bourbonnais, Luciana Caruso e outros. Estreou em 10/5/2008. Até 29/3/2015.
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  • Sucesso há 30 anos, a comédia de Marcos Caruso é baseada na suspeita de adultérios múltiplos. Uma empregada (papel de Anastácia Custódio) envolve seus patrões e dois casais em confusões. Com Ivan de Almeida, Carla Pagani, Tânia Casttello, Miguel Bretas e outros. Estreou em 24/8/1989. Até 11/12/2016.
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  • Comédia dramática

    Vermelho
    VejaSP
    3 avaliações
    De John Logan. Antonio Fagundes um dos nossos mais respeitados atores, e seu filho Bruno Fagundes estão frente a frente no palco. A comédia dramática confronta o artista plástico Mark Rothko (1903-1970) com seu jovem assistente Ken, um aspirante a pintor com os ideais típicos da juventude e ainda ingênuo para saber que só a experiência ajusta algumas equações. A direção firme de Jorge Takla rege e segura os dois lados dessa história. Tanto o equilíbrio ficcional como o embate entre pai e filho (ou entre artista veterano e iniciante) são conduzidos de forma inteligente para seduzir e inquietar a plateia. Estreou em 30/03/2012. Até 4/12/2016.
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  • De Kiko Marques. Inspirado no conto do indiano Rabindranath Tagore (1861-1941), o autor criou o drama sobre os costumes orientais. A trama, ambientada na década de 40, traz uma mulher (interpretada por Flávia Pucci) sem marido e sem filhos que se sente muito mal e é dada como morta. Pouco antes de ser cremada, ela acorda e tenta encontrar um novo sentido para ainda permanecer viva. Estreou em 27/06/2012.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO