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20 programas para fazer por até 10 reais

Exposições, peças, sessões de cinema, mostras e passeios para curtir a cidade sem gastar muito

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

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É bem verdade que às vezes nem dá vontade de sair de casa por causa dos altos preços cobrados em atividades culturais. A programação da cidade, entretanto, é tão vasta que, procurando bem, dá para encontrar boas opções de diversão que não exijam gastos absurdos.

+ Espetáculos com ingressos a 10 reais

No teatro, é possível assistir à peça O Pornosamba e a Bossa Nova Metafísica, no Teatro do Incêndio, por 10 reais.

+ Rua Paula Sousa: as melhores lojas de artigos para cozinha

Com entrada gratuita, a recém-inaugurada exposição Picasso e a Modernidade Espanhola reúne no Centro Cultural Banco do Brasil noventa obras vindas do museu Reina Sofía, de Madri. Outra pedida é conhecer a Coleção Brasiliana Itaú, no Itaú Cultural. Também gratuita, a exposição traz 1 300 itens de duas coleções pertencentes ao banco.

Confira mais informações sobre essas e outras atrações para aproveitar a cidade sem gastar mais de 10 reais:

  • A mais nova mostra permanente sobre a história do Brasil na cidade é do Itaú Cultural. A exposição ocupa dois andares do prédio da Avenida Paulista, no recém-inaugurado espaço Olavo Setubal. Ali foram dispostos os 1300 itens de duas coleções pertencentes ao banco: a Brasiliana e a Numismática (de moedas). A montagem moderna, os textos claros e objetivos e a força visual garantem um passeio encantador e bem longe do didatismo entediante. Através das belas obras, o visitante atravessa a nossa linha do tempo. Pinturas e gravuras de nomes como Debret, Descourtilz, Rugendas e a dupla Spix e Martius enchem os olhos ao mesmo tempo em que revelam o fascínio dos europeus pela natureza exuberante e pelos exóticos habitantes. A mostra conta ainda com quarenta vídeos capazes de dar movimento a alguns dos desenhos expostos. Em um corredor, uma série deles provoca no espectador a sensação de que ele caminha entre bichos da fauna brasileira, em um resultado muito divertido. Para completar, há moedas raras e prateleiras com objetos que podem ser manuseados pelo público. A partir de 13/12/2014. Aproveite com calma: recomenda-se reservar uma hora e meia para explorar os detalhes da mostra
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  • Museus

    Museu do Futebol

    Praça Charles Miller, s/n, Pacaembu

    Tel: (11) 3664 3848

    7 avaliações

    Impossível não se contagiar de cara com a atmosfera boleira deste museu cravado debaixo das arquibancadas do Estádio do Pacaembu. Todas as atrações são multimídia e interativas. Projetores exibem fotografias gigantes de ídolos como Pelé, Garrincha, Zico e Ronaldo. Numa sala, fotos antigas contextualizam os primórdios do esporte no Brasil. Há muito material em vídeo, mostrando dribles, gols e jogadas marcantes. Quem quiser se aventurar (sobretudo as crianças), pode brincar de cobrar um pênalti e medir a velocidade do chute numa atração ou jogar com uma bola virtual em outra. Duas experiências arrepiam os visitantes: imagens de torcedores incentivando aos berros seus times, projetadas em telões debaixo das arquibancadas, e o acesso para ver (e fotografar, é claro) o gramado verdinho do Pacaembu. Em outra sala, telas em alta definição apresentam a história das copas e a participação da Seleção em cada uma delas. Difícil é sair de lá sem querer gritar “Brasil, Brasil, Brasil”.

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  • Depois do bem-sucedido A Madrinha Embriagada, o diretor Miguel Falabella engata este grandioso projeto no mesmo palco. Baseada no texto de Dale Wassermanom, com melodias de Mitch Leigh e letras de Joe Darion, a ação foi ambientada em um manicômio do fim da década de 30. Por lá, um paciente (interpretado por Cleto Baccic) apresenta-se como Miguel de Cervantes, poeta, ator e coletor de impostos, e interna-se na companhia do criado Sancho (Jorge Maya). Para minimizar a triste realidade, ele propõe aos internos e funcionários um mergulho na fantasia, e todos passam a fazer teatro. Eles descobrem a força do sonho como meio para suportar o cotidiano. Além do bom trabalho de Baccic e Maya, Sara Sarres sobressai na pele de Dulcineia e Guilherme Sant’Anna dá fôlego ao papel de Governador. Criativa e correta, a versão de Falabella tem grande capacidade de comunicação com a plateia a que se destina e a deixa de olhos cheios. Estreou em 13/9/2014. Até 28/6/2015. Em 1972: o musical teve uma célebre montagem protagonizada por Paulo Autran, Bibi Ferreira e Grande Otelo, com direção de Flávio Rangel.
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  • Cinemas têm sessões por R$ 6,00

    Atualizado em: 6.Mai.2016

    Sete longas participam da promoção da Cinemark
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  • A proposta desta exposição que levou a São Paulo Companhia de Dança para dentro do MAM chama atenção pela originalidade. Saltos e piruetas são apresentados entre obras de arte — elas funcionam como cenário — e convidam os visitantes a interagir. Os ensaios que ocorriam na sala menor foram suspensos e, agora, o grupo se apresenta apenas três dias por semana. “Queríamos estimular o público a estabelecer uma relação mais corporal com a arte, que não fosse só contemplativa”, diz o curador Felipe Chaimovich. A conquista é mais aparente quando os integrantes da companhia vão para dentro da mostra e sentam nas cadeiras feitas pelo coletivo Opavivará! ou passam pela instalação de Ernesto Neto. A empolgação dos espectadores é tamanha que algumas peças foram protegidas para não ser tocadas. Quando os artistas saem de cena, dá para flagrar pessoas dançando aleatoriamente maravilhadas com a encantadora experiência. Sem a presença dos bailarinos a exposição perde a força, então cheque os horários das apresentações. Até 13/6/2015. Confira a programação: As perfomances acontecem nos seguintes horários:  6/6 sábado – 12h30 às 13h e 14h30 às 15h  13/6 sábado – 12h30 às 13h
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  • Bairros / Museus

    Museu da Imigração

    Rua Visconde De Parnaíba, 1316, Brás

    Tel: (11) 2692 1866

    5 avaliações

    Após quatro anos fechado, o Museu da Imigração reabriu para o público no início de 2014. O prédio da antiga Hospedaria de Imigrantes, que recebeu cerca de 2,5 milhões de pessoas de 1887 a 1978, passou por sua primeira restauração completa. Como a construção é tombada, a única alteração no projeto original foi a instalação de um elevador para cadeirantes. Já o museu traz novidades: loja, café, biblioteca, wi-fi no jardim e interligação com a maria-fumaça (pago à parte; 15 reais). O passeio é uma opção divertida para levar as crianças. Elas podem saber como foi passar por ali décadas atrás por meio de uma exposição permanente. Nela, há um painel interativo que forma um mosaico de rostos e a reprodução de um quarto e do refeitório, nos quais se podem ler cartas reais deixadas para trás. O lugar também oferece uma bonita sala para atividades infantis.

    Programação: 

    Exposição Migrar: experiências, memórias e identidades

    Mostra como os processos migratórios fazem parte de toda a história da humanidade e aprofunda os ocorridos mais recentemente, durante os séculos XIX e XX. Também apresenta o cotidiano da Hospedaria de Imigrantes do Brás e a influência da imigração na cidade e estado de São Paulo.

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  • Autor de obras de arte famosas como Mona Lisa e A Última Ceia, o italiano Leonardo da Vinci (1452-1519) também foi um grande inventor. Visionário, ele se inspirou na anatomia dos pássaros para desenhar máquinas voadoras, projetou veículos semelhantes a tanques de guerra e chegou a bolar um equipamento de mergulho capaz de permitir a respiração debaixo da água. Apesar da abundância de ideias, a maioria de suas engenhocas nunca saiu do papel. Até que, em 1952, quando foram comemorados os 500 anos de nascimento do artista, engenheiros do Museo Nazionale della Scienza e della Tecnologia Leonardo da Vinci de Milão, construíram protótipos baseados em seus rascunhos. Quarenta deles integram a mostra A Natureza da Invenção, além de dez peças interativas que podem ser manipuladas pelo público. De 11/11/2014. Até 10/5/2015. + Oito invenções que Leonardo da Vinci pensou antes de todo mundo
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  • A retrospectiva Terra Comunal é uma imersão no mundo radical de Marina Abramovic, de 68 anos. Estão reunidos, por exemplo, trabalhos com cristais brasileiros que convidam o público a explorar sua energia. Também envoltos numa aura mística, os exercícios de duas horas e meia da versão de seu famoso método lembram uma grande aula de meditação e são uma antítese do ritmo acelerado da cidade. Oito artistas brasileiros foram convidados a experimentar a versão completa (ficaram isolados em um sítio sem falar ou comer por quatro dias) e o resultado pode ser visto em ações impressionantes como a de Paula Garcia, que maneja objetos de metal dentro de uma sala imantada. Outro ponto alto da mostra é a seleção de vídeos que exibem as potentes performances de Marina desde a década de 70, caso de Rhythm 5, nas quais os limites entre corpo e mente eram testados constantemente e, muitas vezes, o esgotamento físico significava desmaios, perda de voz e ferimentos. Trata-se de uma exposição bem montada para ser vista e vivida sem olhar para o relógio. Exige paciência e disposição para mergulhar no seu mundo. De 10/3/2015. Até 10/5/2015. + Marina Abramovic chega à cidade e fala sobre mostra no Sesc Pompeia + Inscrições para participar do método no site: http://terracomunal.sescsp.org.br +Marina Abramovic abre a temporada de grandes exposições
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  • Sob o comando do dramaturgo e diretor Marcelo Marcus Fonseca, a Cia. Teatro do Incêndio acumula acertos em uma fórmula ousada. O grupo sacode a mesmice do gênero musical com uma linguagem crítica e de análise histórica, além de uma produção econômica e criativa. Apoiada em uma sólida dramaturgia, a atual montagem vence a proposta um tanto ambiciosa: apresentar os caminhos percorridos pela MPB, dos primórdios do samba ao estouro internacional da bossa nova. Carmen Miranda (interpretada por Gabriela Morato) e Ismael Silva (Matheus Campos) aparecem em cenas de fácil comunicação. São mostrados ainda episódios como o suicídio de Assis Valente e a relação de Noel Rosa (Guilherme Ciccotelli) e Aracy de Almeida (Rebeca Ristoff). Em um dos melhores momentos, o espaço da sede do grupo transforma-se em uma animada beira de praia. O espectador é convidado a se jogar na areia e a cantarolar junto aos atores e instrumentistas a canção Tarde em Itapuã. Estreou em 15/11/2014. Até 2/11/2015.
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  • Um dos pioneiros da performance no Brasil, Ivald Granato tem seus cinquenta anos de carreira revistos na mostra Registro Arte Performance, em cartaz na Caixa Cultural. Entre as 130 obras estão fotografias de seu primeiro trabalho, A Safada de Copacabana, no qual, com apenas 15 anos, o artista aparecia vestido de mulher. Para sorte do público, Granato tinha o cuidado de fazer colagens, desenhos e pinturas com essas imagens históricas, imprimindo aos registros seu jeito frenético e debochado de ver o mundo. No conjunto, que conta também com obras recentes, percebe-se que o artista fluminense de 65 anos, nascido em Campos, via a performance como um grandioso ato visceral. “A gente era racional e completamente louco ao mesmo tempo”, conta. Em pequenos monitores, é possível assistir em vídeo a quase setenta ações, a exemplo de Mitos Vadios, realizada em parceria com Hélio Oiticica em 1978. No dia 28 de março, às 11 horas, ele deve refazer, ao lado de uma mulher nua, a apresentação Quando Cortei Meu Cérebro, originalmente criada na antiga boate Gallery, de 1987. Além dos filmes, completam a exposição pôsteres e peças de vestuário utilizadas por Granato. De 7/3/2015. Até 10/5/2015.
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  • Centros culturais

    Casa das Rosas

    Avenida Paulista, 37, Bela Vista

    Tel: (11) 3285 6986 ou (11) 3288 9447

    6 avaliações

    Metrô Brigadeiro.

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  • Museus

    Museu da Língua Portuguesa

    Praça Da Luz, s/n, Bom Retiro

    Tel: (11) 3322 0080

    7 avaliações

    O museu já realizou homenagens a escritores como Fernando Pessoa, Machado de Assis, Clarice Lispector e Cazuza. Nas montagens permanentes, o espaço se dedica à valorização da língua portuguesa, usando a tecnologia para apresentar os conteúdos. O Beco das Palavras, por exemplo, é uma mesa interativa usada para formar vocábulos e descobrir seus significados e origens. Já a Linha do Tempo mostra aos visitantes a história do idioma. Há ainda um telão de 106 metros com projeções simultâneas sobre o uso do português e totens com a influência de outras línguas como tema. Observar com atenção a estrutura do prédio onde o museu está instalado também faz parte do passeio. Na Estação da Luz, o edifício é um patrimônio histórico do Século XIX.

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  • Para apresentar a escritora paulista Hilda Hilst (1930-2004), o Itaú Cultural decidiu montar uma mostra em primeira pessoa. Há pouco espaço para textos explicativos e são abundantes os trechos de diários, rascunhos e anotações feitos pela autora entre as 220 peças originais. Um vídeo projetado em cortinas traz apenas entrevistas com a poeta. Penduradas em uma das paredes, as fotografias eram as mesmas que decoravam o quarto de sua residência, conhecida como Casa do Sol, em Campinas. Todo o cenário foi inspirado no lugar, e o resultado é uma mostra acolhedora, apesar de um pouco hermética. Quem não conhece a fundo a obra de Hilda pode sentir dificuldade de entrar nesse mundo de vocabulário preciosista e permeado por temas obscenos. Mas aqueles que quiserem embarcar no universo da autora vão se deliciar com diversas anotações em que se observam o processo de construção de personagens e a escolha do título dos livros, além de acompanhar suas angústias ao buscar uma editora disposta a publicar os manuscritos. De 28/2/2015. Até 21/4/2015.
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  • O passeio de bicicleta pelas ruas da cidade nos fins de semana passa diversos por pontos turísticos e tem saída em quatro locais: na entrada do Top Center, na Avenida Paulista, em frente ao Shopping Light, no Centro, no Parque do Ibirapuera, próximo ao prédio da administração, e na avenida Faria Lima, em frente ao Octavio Café. Os grupos são formados por até dez pessoas e se reunem às 9h, 10h30, 12h, 13h30 e 15h, aos sábados - no caso do tour pelo Ibirapuera e Faria Lima -  e aos domingos - na Paulista e no Centro. Nos quatro passeios são realizadas algumas paradas em locais estratégicos para que os visitantes possam ouvir um pouco sobre a história dos prédios e monumentos. O público escuta as informações por meio de um guia eletrônico, chamado de audiotour. Quem não tem nenhum equipamento pode participar. As bikes e acessórios são fornecidos no ponto de saída marcado pela própria organização. A equipe pede a doação de dois quilos de alimento não perecível por cada pessoa que tiver interesse em participar e é preciso se inscrever com antecedência no site do Bike Tour antes do dia de pedalar. + Aproveite para conhecer a cidade em um passeio a pé
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  • Para comemorar os oitenta anos da USP, o MAC organiza uma exposição que reúne 2 207 peças dos acervos dos quatro museus da universidade: de Arqueologia e Etnologia, de Arte Contemporânea, Paulista e de Zoologia. A mostra tenta encontrar interesses comuns entre as instituições e apresentar como cada uma aborda o tema. O resultado é um apanhado de objetos desconexos. A representação humana e animal, por exemplo, aparece em moedas, peças de cerâmica e no crânio de chimpanzés. Até 14/6/2015.
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  • É preciso paciência para enfrentar as filas de Picasso e a Modernidade Espanhola, que podem durar até duas horas nos fins de semana. Mas, transposta essa primeira etapa, o passeio vale a pena. Telas do museu espanhol Reina Sofía, de Madri, integram a exposição no CCBB. Na seleção de noventa itens estão pinturas de artistas consagrados como Salvador Dalí, Joan Miró e, claro, o mestre cubista espanhol. É bom deixar avisado, no entanto, que não se trata de uma mostra dedicada apenas a Picasso. De sua autoria, há dez telas, entre elas O Pintor e a Modelo (1963) e Cabeça de Mulher (1910), além de desenhos e gravuras. Uma instalação e uma projeção em vídeo explicam o processo de criação de seu quadro mais famoso, Guernica (1937), junto a fotografias sobre a Guerra Civil Espanhola. A visita é uma boa oportunidade também para conhecer artistas menos óbvios do período, como Julio González, que explora o vazio para compor esculturas, e o surrealista Óscar Domínguez. Para os amantes da selfie, uma triste notícia: por questões de direitos autorais, é proibido fotografar as obras. O trajeto da exposição foi organizado para começar pelo quarto andar e tem fluxo único, ou seja, todos os visitantes têm que fazer o mesmo percurso. Para aliviar a espera do público, funcionários do educativo promovem atividades com quem estiver aguardando do lado de fora. Até a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) foi chamada para ajudar na organização das filas, já que alguns veículos circulam na região e a aglomeração de pessoas deve ser grande. Outros artistas modernistas espanhóis, como Juan Gris, Joan Miró, Salvador Dalí, também têm obras em cartaz. Dia 25/3/2015. Até 8/6/2015. +Oito motivos para ver a exposição do Picasso no CCBB +Marina Abramovic abre a temporada de grandes exposições do ano que incluem também Kandinsky, Picasso e Miró 
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  • Centros culturais

    Stela Barbieri
    VejaSP
    Sem avaliação
    Um circuito proposto pela artista estimula a reflexão sobre os temas ler e desenhar. São obras e oficinas, fruto da experiência de Stela à frente do programa educativo da Fundação Bienal e do Instituto Tomie Ohtake. Ali, o público é convidado a interagir com estacas de madeira, tecidos e outros materiais numa espécie de grande desenho coletivo. Trata-se de um bom programa para fazer em família e estimular nas crianças a curiosidade em relação às artes. Até 24/5/2015.
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  • Apesar da extensa produção que acumulou em vida, a alemã Gertrudes Altschul (1904-1962), uma das poucas mulheres a fazer parte do Foto Cine Clube Bandeirantes, ganha sua primeira mostra individual na cidade. Assim como os colegas, ela se dedicava à fotografia como uma atividade secundária. Seu ganha-pão era garantido com a confecção de flores de tecido para chapéus, algumas delas presentes nas 27 imagens expostas. Em suas lentes modernas, porém, as plantas se transformam em outros objetos, cujo resultado estético é o que importa. Para compor novas formas, ela também sobrepunha negativos, criando uma espécie de colagem. Um programa que vale por dois motivos: conhecer o trabalho praticamente inédito de Gertrudes e visitar a bela casa do século XIX que abriga a exposição. Até 21/6/2015.
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  • O acaso é o elemento primordial das 31 fotografias de Travessia, em exibição na Casa da Imagem. Feitas a partir de negativos que estavam vencidos fazia vinte anos, as imagens foram contaminadas por manchas em razão da ação dos fungos. Imprevisível, o resultado de cada obra só pode ser conhecido na revelação. Guilherme Maranhão, de 39 anos, ganhou o rolo de um amigo que havia comprado o material e nunca o tinha utilizado. De viagem marcada aos Estados Unidos, fez alguns testes antes de embarcar e saiu clicando paisagens e personagens de Nova York, São Francisco e Napa Valley com o filme em preto e branco. “Por não serem fiéis às cenas, as fotos são mais poéticas”, avalia o artista. Como uma brincadeira contemplativa, é curioso tentar separar o cenário original do criado pelo bolor, especialmente interessante quando misturado à vegetação. Uma ação predatória com belo resultado estético. Até 21/6/2015.
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  • A exposição Mundo dos Dinossauros já passou por alguns shoppings, como o Anália Franco e o Vila Olímpia. Mas o impacto dos bichões espalhados ao ar livre no zoológico revela-se muito maior. Com a ideia de criar o clima da era jurássica, vinte réplicas que se mexem ocupam uma área separada da reservada aos animais reais. O cenário de 3.000 plantas artificiais se mistura com as árvores naturais, tornando a experiência muito próxima do real. Logo na entrada, o visitante passa por um túnel cheio de murais com informações. Saindo dali, encontram-se réplicas de fósseis e os bonecos. O que mais chama atenção é o tiranossauro rex, com 8 metros de altura. No fim do percurso, sessões de cinema em 4D terminam a imersão da garotada nesse universo. Em tempo: nos primeiros dez dias, a mostra recebeu cerca de 20 000 pessoas e aumentou o movimento no Zoológico em mais de 40%. Mas não é preciso ter pressa, pois ela ficará em cartaz por tempo indeterminado. Estreou em 10/9/2014.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO