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Guia de sobrevivência da Rua 25 de Março

Cinco dicas para fugir dos aglomerados, encontrar banheiros limpinhos, descansar sob o geladinho do ar condicionado e mais

Por: Carolina Romanini - Atualizado em

25 de Março - Antonio Milena
Vista da 25 de Março com a Ladeira Porto Geral em dezembro do ano passado (Foto: Antonio Milena/Exame)

Todo ano você planeja ficar longe da "muvuca" da 25 de Março perto do Natal, mas nunca cumpre com o prometido. Quando vê, já está lá, debaixo de chuva e procurando o brinquedo que o filho resolver trocar em cima da hora na cartinha para o Papai Noel.

Para minimizar o desconforto da viagem, elaboramos uma lista com cinco dicas para você não passar sufuco na hora das compras.

 

  • Trace um roteiro antes de sair de casa

O movimento da região nessa época do ano não permite que você olhe loja por loja e pense mil vezes no que vai comprar. Já saia de casa com uma lista de itens e vá direto às lojas do ramo.

 

  • Vá de táxi

Ou metrô, mas deixe o carro para a última opção. Os estacionamentos da região são caros (em média R$ 15,00 a primeira hora) e costumam lotar nas datas mais próximas do Natal.

 

  • Chegue cedo

A maioria das lojas abre entre 7h e 8h no mês de dezembro. Aproveite os primeiros horários para visitar os estabelecimentos que costumam ficar intransitáveis no período da tarde, como os Armarinhos Fernando.

 

  • Fuja dos produtos irregulares

Os famosos "rapas" da Receita Federal ainda são comuns nos centros que vendem produtos contrabandeado e sem nota fiscal, como a Galeria Pagé e o Shopping 25. Fuja desses endereços para não correr o risco de ficar trancado lá dentro quando a fiscalização chegar e baixar as portas.

 

Com ar condicionado nas áreas comuns, é um excelente ponto para sentar e tomar um café. Vá até a Casa do Pão de Queijo, no último andar, já que a exaustão precária dos restaurantes na praça de alimentação faz o cheiro de gordura emanar pelas mesas mais próximas.

O shopping cobra R$ 1,00 por pessoa para usar os banheiros. As cabines são razoavelmente limpas, com alças para bolsas e raramente falta o papel. Do lado de fora da catraca, há uma bancada com pias e sabonete líquido para lavar as mãos.

O estabelecimento tem ainda caixas eletrônicos de vários bancos para saque de dinheiro.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO