Veloso (Desde 2005)

Tipos de Bares: Botecos
VejaSP
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Endereço: Rua Conceição Veloso, 54 - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 55720254
Horário:
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Resenha por Fábio Galib e Saulo Yassuda

Não é difícil descrever o boteco em três palavras: fila, coxinha, caipirinha. Uma legião de fãs ocupa a calçada à espera de uma mesa. Mesmo antes de conseguir um assento, jávai devorando as coxinhas de tamanho médio (R$ 30,00, seis unidades), viciantes pela casquinha crocante e pelo recheio de frango ultracremoso. Para acompanhá-las, são imbatíveis as caipirinhas preparadas pela equipe do bartender Souza, como a de tangerina e pimenta (R$ 19,00). Não deixe de pedir o chopinho na tulipa (Brahma, R$ 7,80), muito bom. O vizinho Armazém Veloso (Rua Conceição Veloso, 48) tem o mesmo menu e tenta dar conta da demanda. Tenta.

Preços checados em setembro/outubro de 2016.

    Comer e beber

    • 2016 - Participante

      Bares botecos Comer & Beber

      Não é difícil descrever o boteco em três palavras: fila, coxinha, caipirinha. Uma legião de fãs ocupa a calçada à espera de uma mesa. Mesmo antes de conseguir um assento, jávai devorando as coxinhas de tamanho médio (R$ 30,00, seis unidades), viciantes pela casquinha crocante e pelo recheio de frango ultracremoso. Para acompanhá-las, são imbatíveis as caipirinhas preparadas pela equipe do bartender Souza, como a de tangerina e pimenta (R$ 19,00). Não deixe de pedir o chopinho na tulipa (Brahma, R$ 7,80), muito bom. O vizinho Armazém Veloso (Rua Conceição Veloso, 48) tem o mesmo menu e tenta dar conta da demanda. Tenta. (Preços checados em setembro/outubro de 2016.)

      Fábio Galib e Saulo Yassuda

    • 2015 - Participante

      Bares botecos Comer & Beber

      É um “blockbuster” no universo dos botecos paulistanos, com números de impressionar. Em uma década de existência, completada em março, serviu 6,7 milhões de coxinhas (R$ 27,60 a porção de seis unidades). De tamanho médio e quase sem massa, a pedida traz recheio bem cremoso de frango e catupiry. Ainda na linha numérica, a quantidade de caipirinhas também chama atenção: 850 000 unidades. Preparadas pela equipe do experiente Souza, encantam pelo equilíbrio e agora são servidas em copo alto. Criativo, o profissional sempre inventa novas misturas e procura frutas inéditas em seu portfólio — as mais recentes foram kiwi dourado e cupuaçu. Peça as versões de caju com limão-taiti e a de tangerina mais pimenta dedo-de-moça, deliciosas na versão com cachaça (R$ 18,00 cada uma). Faz parte do programa esperar um bocado (três horas, às vezes) pela mesa, considerando os parcos metros quadrados do salão. Muita gente prefere petiscar e bebericar de pé mesmo, na calçada, ou tentar a sorte no igualmente disputado Armazém Veloso (5572-0254), cravado ao lado e de menu idêntico. Procure alternar os drinques com o chope muito bem tirado (Brahma, R$ 7,00), entre os melhores da cidade. (Preços checados em setembro/outubro de 2015).

      Saulo Yassuda

    • 2014 - Indicado

      Bares botecos Comer & Beber

      Fica encravado em um largo da Vila Mariana, com chão de paralelepípedos e cara de interior. Não fosse pelo Veloso, provavelmente aquele pedaço continuaria pacato até hoje, quase dez anos depois da abertura do boteco. Com seus potes de amendoim sobre o balcão de fórmica e uma camisa da seleção autografada por Pelé na parede, a casa se tornou parada obrigatória — e os motivos não são difíceis de listar. O barman Souza e sua equipe produzem caipirinhas quase sem comparativo, com o sabor do destilado e da fruta bem presentes e balanceados. São boas pedidas duas criações: tangerina, pimenta dedo-de-moça e vodca (R$ 20,00) e maracujá, limão-rosa, gengibre, hortelã e cachaça (R$ 20,00). Outro fator de atração se chama coxinha (R$ 25,50, seis unidades) e vem em tamanho médio, crocante e com recheio cremosíssimo. Muitas vezes preterido, o restante do cardápio apresenta boas opções, como os úmidos bolinhos de arroz e linguiça calabresa (R$ 22,00, oito unidades). O excelente chope (Brahma, R$ 6,50), servido em tulipa de vidro fino, apresenta colarinho cremoso e líquido gasoso na medida. Para usufruir das delícias do bar, é preciso ter paciência, uma vez que conseguir um assento requer dedicação: deve-se estar ali no instante em que a porta se abre. Se não rolar uma mesa, tente no bar vizinho (no número 48), o Armazém Veloso, que pertence ao mesmo proprietário e apresenta cardápio idêntico. (Preços checados em setembro/outubro de 2014).

      Saulo Yassuda

    • 2013 - Participante

      Bares botecos Comer & Beber

      No largo da caixa d’água da Vila Mariana, você encontra um dos maiores sucessos do boca a boca paulistano, o Veloso, com suas caipirinhas e petiscos mil. Para conseguir um espaçinho por ali, só chegando cedo ou tendo sorte: uma mesa é missão quase impossível. Se antes o movimento do bar invadia a rua, agora, com o espaço confinado por aqueles delimitadores de filas de aeroportos e bancos, adentar naqueles parcos metros quadrados e receber uma senha de espera e consumo já é uma vitória. Entre as míticas caipirinhas preparadas por Souza, que já ganhou seis vezes como barman do ano no “Comer & Beber”, algumas apostas são pedidas mais do que certas. Entre elas, tangerina com pimenta dedo-de-moça, limão com caju, morango com limão e physalis (R$ 16,00, com cachaça; R$ 18,50, com vodca nacional). A de jabuticaba não deve ser pedida com pinga, pois a aguardente anula o sabor da fruta. O chope por lá também é tirado com maestria (Brahma, R$ 5,70) e chega em taça com pezinho. Outro símbolo local são as coxinhas de frango com catupiry (R$ 23,00 seis unidades), gordas, com recheio para lá de untuoso, chegam branquinhas e têm fãs fervorosos. (Preços checados em setembro/outubro de 2013).

      Luiz Henrique Ligabue e Marcelo Cobra

    • 2012 - Vencedor

      Bares botecos Comer & Beber

      Ao ouvir o nome chamado pelo gente fina Will, garçom que controla a espera, o cliente abre um sorriso, como se tivesse tirado a sorte grande. Chegou sua vez de ocupar uma das cobiçadíssimas mesas do Veloso. A cena se repete ali toda noite e dá a dimensão do estrondoso sucesso do boteco da Vila Mariana, eleito pela segunda vez o melhor da cidade. Mesmo com fila para sentar que ultrapassa facilmente uma hora e meia, ninguém desiste. Beber em pé na calçada sempre transbordando de gente já virou um dos folclores do lugar. Uma soma de fatores explica o fenômeno. Coloque nessa conta a localização, numa esquina de frente para um larguinho de paralelepípedos. Também cativante é o ambiente, que combina balcão de fórmica, fotos de craques do passado (entre eles, Sócrates, Pita e Dicá) e até uma camisa da Portuguesa que teria sido usada pelo ex-volante Badeco na década de 70. Mas os principais patrimônios do local são outros: a coxinha de frango com catupiry, vendida na média de 1.200 unidades por dia, e as imbatíveis caipirinhas do Souza, que já foi eleito seis vezes o barman do ano por VEJA SÃO PAULO. Três imperdíveis são a de jabuticaba, a de caju e limão e a de tangerina com pimenta dedo-de-moça.

      Veja SP

    • 2012 - Indicado

      Bares barman do ano Comer & Beber

      Ao ouvir o nome chamado pelo gente fina Will, garçom que controla a espera, o cliente abre um sorriso, como se tivesse tirado a sorte grande. Chegou sua vez de ocupar uma das cobiçadíssimas mesas do Veloso. A cena se repete ali toda noite e dá a dimensão do estrondoso sucesso do boteco da Vila Mariana, eleito pela segunda vez o melhor da cidade. Mesmo com fila para sentar que ultrapassa facilmente uma hora e meia, ninguém desiste. Beber em pé na calçada sempre transbordando de gente já virou um dos folclores do lugar. Uma soma de fatores explica o fenômeno. Coloque nessa conta a localização, numa esquina de frente para um larguinho de paralelepípedos. Também cativante é o ambiente, que combina balcão de fórmica, fotos de craques do passado (entre eles, Sócrates, Pita e Dicá) e até uma camisa da Portuguesa que teria sido usada pelo ex-volante Badeco na década de 70. Mas os principais patrimônios do local são outros: a coxinha de frango com catupiry, vendida na média de 1.200 unidades por dia, e as imbatíveis caipirinhas do Souza, que já foi eleito seis vezes o barman do ano por VEJA SÃO PAULO. Três imperdíveis são a de jabuticaba, a de caju e limão e a de tangerina com pimenta dedo-de-moça.

      Veja SP

    • 2011 - Indicado

      Bares barman do ano Comer & Beber

      Aninhado numa esquina cheia de bossa, de frente para um nostálgico larguinho de paralelepípedos, foi eleito o melhor boteco da cidade pelo júri de VEJA SÃO PAULO em 2010. Disputadíssimo, transborda de gente toda noite. Literalmente. Como dispõe de pouquíssimas mesas (somente catorze), a espera em pé na calçada já faz parte do programa. Todos vão atrás dos deliciosos quitutes, entre eles a célebre coxinha de frango com catupiry. Para se ter uma ideia de seu sucesso, são vendidas 1.000 unidades dela todos os dias. No comando no balcão está o barman Souza, que já foi eleito seis vezes o barman do ano por VEJA SÃO PAULO. Suas caipirinhas não param de arrebanhar fãs. Vale provar a sua última criação: a de physalis (frutinha exótica alaranjada, de sabor agridoce e originária da Colômbia) com um toque de abacaxi.

      Veja SP

    • 2011 - Indicado

      Bares Comer & Beber

      Aninhado numa esquina cheia de bossa, de frente para um nostálgico larguinho de paralelepípedos, foi eleito o melhor boteco da cidade pelo júri de VEJA SÃO PAULO em 2010. Disputadíssimo, transborda de gente toda noite. Literalmente. Como dispõe de pouquíssimas mesas (somente catorze), a espera em pé na calçada já faz parte do programa. Todos vão atrás dos deliciosos quitutes, entre eles a célebre coxinha de frango com catupiry. Para se ter uma ideia de seu sucesso, são vendidas 1.000 unidades dela todos os dias. No comando no balcão está o barman Souza, que já foi eleito seis vezes o barman do ano por VEJA SÃO PAULO. Suas caipirinhas não param de arrebanhar fãs. Vale provar a sua última criação: a de physalis (frutinha exótica alaranjada, de sabor agridoce e originária da Colômbia) com um toque de abacaxi.

      Veja SP

    • 2011 - Indicado

      Bares botecos Comer & Beber

      Aninhado numa esquina cheia de bossa, de frente para um nostálgico larguinho de paralelepípedos, foi eleito o melhor boteco da cidade pelo júri de VEJA SÃO PAULO em 2010. Disputadíssimo, transborda de gente toda noite. Literalmente. Como dispõe de pouquíssimas mesas (somente catorze), a espera em pé na calçada já faz parte do programa. Todos vão atrás dos deliciosos quitutes, entre eles a célebre coxinha de frango com catupiry. Para se ter uma ideia de seu sucesso, são vendidas 1.000 unidades dela todos os dias. No comando no balcão está o barman Souza, que já foi eleito seis vezes o barman do ano por VEJA SÃO PAULO. Suas caipirinhas não param de arrebanhar fãs. Vale provar a sua última criação: a de physalis (frutinha exótica alaranjada, de sabor agridoce e originária da Colômbia) com um toque de abacaxi.

      Veja SP

    • 2010 - Vencedor

      Bares botecos Comer & Beber

      O boteco campeão de 2010 carrega uma singularidade: é o mais jovem premiado nessa categoria nos catorze anos da edição “Comer & Beber”. A láurea confirma a ascensão meteórica do Veloso, aberto em 2005 na Vila Mariana e já alçado ao primeiro time de botequins paulistanos. Como em todo lugar com esse perfil, há ali também a figura do dono sempre presente. No caso, o ex-jornalista Otávio Canecchio, que nasceu e sempre morou no bairro. De frente para um nostálgico largo de paralelepípedos, a casa exibe potes de amendoim sobre o balcão de fórmica, fotos de craques do passado nas paredes (entre eles Pagão, Jorge Mendonça e Sócrates) e até uma camisa dos anos 80 do Juventus, da Mooca. Além da atmosfera acolhedora, ganhou fama pelos comes e bebes. Os dois mais pedidos de cada categoria são a supercremosa coxinha de frango com catupiry, vendida à razão de 1 000 unidades por dia, e as sensacionais caipirinhas do barman Souza. Entre as quinze combinações, sobressaem a de jabuticaba (que ali tem o ano inteiro), a de caju com limão e a de tangerina com pimenta dedo-de-moça. O chope, da Brahma, vem na delicada tulipa de vidro rabo de peixe. A cozinha manda bem também no bolinho de carne, no canapé de filé à milanesa e, aos sábados, na feijoada. Como as mesas são escassas (apenas catorze), a fila controlada pelo garçom Will e o burburinho na calçada fazem parte do programa. Não raro, quinze minutos depois de a casa abrir, já tem espera, acredite...

      Veja SP

    • 2009 - Vencedor

      Bares Comer & Beber

      Aos sábados, antes mesmo de a casa abrir, já tem gente aglomerada na calçada. Quando as portas sobem, às 12h45, os clientes chegam a correr para assegurar uma das catorze mesas disponíveis. Pitoresca, a cena se repete toda semana na concorrida feijoada do Veloso. Depois disso, a espera para sentar raramente é inferior a uma hora. Conhecido pelas coxinhas com catupiry e pelas sensacionais caipirinhas do barman Souza, o boteco da Vila Mariana também ganhou projeção pelo prato-símbolo da culinária brasileira. Por semana são preparadas cinquenta cumbucas, que às vezes terminam antes mesmo das 4 da tarde. Inicia-se o preparo na quarta, com a dessalga das carnes e dos embutidos, comprados no Mercado Municipal. A receita, de um dos cozinheiros do bar, leva cachaça, alho-poró, salsão e diversos temperos. Rico em sabor, o substancioso cozido tem bom equilíbrio entre feijão-preto e pertences -- paio, linguiça calabresa, lombo, carne-seca, pé, rabo e costelinha. Destacam-se ainda as guarnições: arroz, bisteca suína grelhada, torresmo, laranja, farofa com tirinhas de cebola frita, molho de pimenta mais uma úmida couve refogada -- entregue no mesmo dia, para garantir o frescor. Acompanhamento perfeito são as caipirinhas, entre elas a de caju com limão, a de jabuticaba e a de tangerina com pimenta dedo-de-moça.

      Veja SP

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