Dos mesmos donos do Ó do Borogodó, em Pinheiros, o boteco conquista pela simplicidade e pela cozinha. Minimalista, seu salão impacta justamente por ter poucos elementos cênicos. Destaca-se uma das paredes, coberta por um painel gráfico em preto e branco do artista Sergio Fabris. À frente das panelas, a chef Graziela Tavares apresenta sugestões como o caldinho de abóbora com um discreto toque de curry e gengibre; a moela e a língua cozidas; e marinada de abobrinha laminada, servida com torradinhas de broa portuguesa. Dos pratos, vale provar o peixe amazônico no pappilote. Traz uma posta de filhote ou pirarucu em crosta de castanha-do-pará, assada no forno com legumes. Acompanha cumbucas de arroz branco e farofa de banana. Para beber, há o bom chope da Eisenbahn, nas versões claro e pale ale. Por Veja SP
Dos mesmos donos do Ó do Borogodó, em Pinheiros, o boteco conquista pela simplicidade e pela cozinha. À frente das panelas, a chef Graziela Tavares apresenta sugestões como o caldinho de abóbora com um discreto toque de curry e gengibre. Para beber, há o bom chope da Eisenbahn, nas versões claro, pale ale e de trigo.
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