Mocotó (Desde 1973)

Tipos de Restaurantes: Bom e barato, Brasileiros
VejaSP
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Endereço: Avenida Nossa Senhora do Loreto, 1100 - Vila Medeiros - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 29513056
Horário:
segunda-feira
12:00 - 23:00
terça-feira
12:00 - 23:00
quarta-feira
12:00 - 23:00
quinta-feira
12:00 - 23:00
sexta-feira
12:00 - 23:00
sábado
11:30 - 23:00
domingo
11:30 - 17:00
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Formas de pagamento

Cartões de crédito: Visa, Mastercard, Diners e American Express
Cartões de dédito: Visa Electron, Rede Shop e Maestro

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Informações adicionais

Estacionamento/Valet (R$ 20,00), Acesso para deficientes, Lugares/Capacidade total (127), Levar vinhos (permite) (Gratuito)

Resenha por Arnaldo Lorençato, Helena Galante e Saulo Yassuda

Quem sente saudade dos preços de antigamente pode se assustar ao consultar o cardápio atual do chef Rodrigo Oliveira. Quando foi eleito o melhor bom e barato pela primeira vez, em 2008, o restaurante cobrava só R$ 16,90 pela carne de sol com pimenta-biquinho. Hoje, são R$ 49,90. O reajuste acompanhou a badalação crescente em torno do endereço na Vila Medeiros, é verdade, mas os novos valores ainda não chegam ao patamar dos praticados pelos concorrentes. Resultado? A casa volta ao pódio neste ano com o melhor custo-benefício da cidade. Conselho amigo: como os pratos são fartos e vai dar vontade de provar tudo, programe a visita com um grupo grande, compartilhe as receitas e rache a conta.

Preços checados em setembro/outubro de 2016.

    BOM E BARATO

    O chef Rodrigo Oliveira prepara uma famosa carne de sol com pimenta-biquinho (R$ 49,90) e um delicioso pudim de tapioca (R$ 14,90).

    Preços checados em 14 de março de 2017.

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    Comer e beber

    • 2016 - Vencedor

      Restaurantes bom e barato Comer & Beber

      Quem sente saudade dos preços de antigamente pode se assustar ao consultar o cardápio atual do chef Rodrigo Oliveira. Quando foi eleito o melhor bom e barato pela primeira vez, em 2008, o restaurante cobrava só R$ 16,90 pela carne de sol com pimenta-biquinho. Hoje, são R$ 49,90. O reajuste acompanhou a badalação crescente em torno do endereço na Vila Medeiros, é verdade, mas os novos valores ainda não chegam ao patamar dos praticados pelos concorrentes. Resultado? A casa volta ao pódio neste ano com o melhor custo-benefício da cidade. Conselho amigo: como os pratos são fartos e vai dar vontade de provar tudo, programe a visita com um grupo grande, compartilhe as receitas e rache a conta. (Preços checados em setembro/outubro de 2016).

      Arnaldo Lorençato, Helena Galante e Saulo Yassuda

    • 2015 - Participante

      Restaurantes bom e barato Comer & Beber

      Se você não mora por perto do Mocotó, explicamos aqui os motivos pelos quais compensa ir ao restaurante-botequim em um dos extremos da Zona Norte. Além de muito boa, a comida é barata. Ainda não se convenceu? Basta provar o torresmo grande e carnudo (R$ 6,90), que vai à mesa cortado em pedaços. Também comprovam quanto vale a visita os outros petiscos e entradinhas, entre eles o feijão-de-corda no caldo com linguiça e bacon (R$ 19,90).O cardápio segue com receitas do sertão nordestino, introduzidas pelo fundador da casa, José de Almeida, e revisada pelo filho dele, o chef Rodrigo Oliveira. Uma delas é o atolado de bode, cozido de carne de carneiro em pedaços com mandioca (R$ 46,90). Mais recente, a divina pescadinha do são francisco é um ensopado de pintado ao molho de tomate fresco com mix de arrozes agulhinha, integral vermelho e cateto parboilizado mais farofa de coco (R$ 46,90). O cremoso pudim de tapioca (R$ 13,90) ajuda a deixar a circunferência da cintura um pouco mais ampliada, mas que traz uma dose de felicidade, isso não há como negar. Quem não chega cedo aos fins de semana — o ideal é aparecer por lá minutos antes de a casa abrir — só não amarga na fila porque tem como antídoto uma das ótimas caipirinhas. (Preços checados em setembro/outubro de 2015).

      Arnaldo Lorençato e Helena Galante

    • 2014 - Participante

      Restaurantes bom e barato Comer & Beber

      Durante a semana, o movimento da casa que celebrizou Rodrigo Oliveira, escolhido o chef do ano nesta edição, é mais tranquilo. Aos sábados e domingos, porém, o bicho pega. Quem não chega cedo fica pelo menos uma hora e meia na fila. Esse exercício de paciência está longe de ser ruim, pois pode ser amenizado por uma das ótimas caipirinhas, entre elas a de limão-cravo com caju (R$ 18,90) e a de jabuticaba (R$ 18,90), essa só na temporada da fruta. Também fazem o tempo passar os carnudos torresmos de pele bem fina, dourada e crocante (R$ 5,90 a unidade). Na mesa, o cliente pode saborear porções pequenas de mocofava (R$ 14,90), o cozido de fava com mocotó, e de sarapatel (R$ 18,90), feito de miúdos de porco. Em seguida, o atolado de bode (R$ 44,90), na verdade preparado com cordeiro, é puro deleite. Vem numa panelinha com mandioca e alimenta duas bocas gulosas fácil, fácil. Saudade de doces caseiros? O misto de sobremesa à moda da casa (R$ 18,90) reúne goiabada com vinho, cocada cremosa com castanha-do-pará, bananada com rapadura e mamão na calda de açúcar queimado, receita de seu Zé Oliveira de Almeida, pai de Rodrigo. (Preços checados em setembro/outubro de 2014).

      Arnaldo Lorençato e Helena Galante

    • 2013 - Participante

      Restaurantes brasileiros Comer & Beber

      O Mocotó não é mais o mesmo depois de uma reforma realizada no ano passado. Está muito melhor. Embora tenha perdido aquela vistosa estante com centenas de garrafas de cachaça, seus salões ficaram mais confortáveis — um deles ainda mais bonito com um mural do artista plástico mexicano Felipe Ehrenberg. Na cozinha, Rodrigo Oliveira divide as tarefas com José Oliveira, seu pai e fundador da casa. Aliás, é seu Zé que faz questão de acompanhar até hoje o tempero das receitas. Por um precinho sempre camarada, são expedidos pratos para guardar na memória. É o caso do escondidinho de carne-seca (R$ 24,90), feito com propriedade. Surpreendente, o joelho de porco (R$ 36,90), quase se desmanchando ao toque do garfo, recebe a companhia de cuscuz de milho e abóbora assada. Impossível resistir aos melhores torresminhos (R$ 4,90 a unidade ou R$ 12,90 a porção) da cidade para abrir o apetite. Junto cai bem a caipirinha de limões taiti, cravo e siciliano (R$ 17,90) com a caninha mineira João Mendes Prata. Docinho, docinho, o pudim de tapioca (R$ 11,90) leva leite condensado e de coco. Fica ainda mais melado com a calda de coco queimado que vai por cima. (Preços checados em setembro/outubro de 2013).

      Arnaldo Lorençato e Helena Galante

    • 2012 - Vencedor

      Restaurantes bom e barato Comer & Beber

      Se você não gosta de esperar, chegue cedo. Aos fins de semana, formam-se longas filas na porta e o almoço cola no jantar. Ajudam a amenizar a espera os melhores torresmos encontrados em São Paulo. Mas vá com calma nos petiscos. Ainda há muito por vir na seleção de pratos sertanejos elaborados pelo chef Rodrigo Oliveira. Feito com leveza incomum, o sarapatel (miúdos de porco) aparece em cumbuca fumegante. Ensopado vigoroso, o atolado de bode leva carne de cabrito, e não do animal adulto, e vem à mesa com mandioca cozida. Acompanham bem a refeição cervejas como a Colorado Indica, aromatizada com rapadura. Tudo lhe pareceu muito calórico? Não desista agora de uma gostosura para arrematar: o bolo de chocolate meio amargo com cupuaçu e castanha-do-pará. É servido morno na companhia de sorvete de nata. Com seus preços razoáveis, o restaurante, eleito pela quarta vez na categoria, passou por uma reforma. Remodelou seus dois salões sem perder a identidade e anexou o imóvel vizinho, onde está sendo erguido o Mocotó Café.

      Veja SP

    • 2012 - Indicado

      Restaurantes brasileiros Comer & Beber

      Se você não gosta de esperar, chegue cedo. Aos fins de semana, formam-se longas filas na porta e o almoço cola no jantar. Ajudam a amenizar a espera os melhores torresmos encontrados em São Paulo. Mas vá com calma nos petiscos. Ainda há muito por vir na seleção de pratos sertanejos elaborados pelo chef Rodrigo Oliveira. Feito com leveza incomum, o sarapatel (miúdos de porco) aparece em cumbuca fumegante. Ensopado vigoroso, o atolado de bode leva carne de cabrito, e não do animal adulto, e vem à mesa com mandioca cozida. Acompanham bem a refeição cervejas como a Colorado Indica, aromatizada com rapadura. Tudo lhe pareceu muito calórico? Não desista agora de uma gostosura para arrematar: o bolo de chocolate meio amargo com cupuaçu e castanha-do-pará. É servido morno na companhia de sorvete de nata. Com seus preços razoáveis, o restaurante, eleito pela quarta vez na categoria, passou por uma reforma. Remodelou seus dois salões sem perder a identidade e anexou o imóvel vizinho, onde está sendo erguido o Mocotó Café.

      Veja SP

    • 2011 - Vencedor

      Restaurantes bom e barato Comer & Beber

      Gente de todas as partes da cidade aparece para apreciar as gostosuras do sertão nordestino que garantiram pela terceira vez ao restaurante o título de bom e barato. Quem deu o pontapé inicial para o sucesso foi o pernambucano José Oliveira de Almeida, fundador da casa e criador das primeiras receitas. Formado em gastronomia, o filho dele, Rodrigo Oliveira, aprimorou os pratos e conseguiu projetar o negócio para além das fronteiras da Zona Norte. Servidos em porções que variam do míni ao grande, há tentadores beliscos. Comece pela fava cozida lentamente junto de linguiça, bacon e carne-seca ou acrescida de mocotó. O cardápio inclui saborosas pedidas feitas com peixes de rio. Melhor delas, a peixadinha do são francisco é um ensopado de pintado aos leites de coco e de castanha-de-caju com tomate-cereja, cebola-pérola, pimenta-cambuci e coentro na companhia de mix de arroz-cateto e arroz vermelho mais farofa crocante de castanha-de-caju e coco queimado. Embora mantenha a alma brasileira, Rodrigo afrancesou-se em uma das sobremesas. Pôs no cardápio um creme brûlé de doce de leite perfumado por sementes de umburana, árvore encontrada em quase todo o território nacional. Para abrir o apetite, cai bem uma das 340 cachaças da casa, cujas características são explicadas com precisão pelo expert Leandro Batista, conhecido como Mingau. Dessa seleção, a mais vendida se chama Weber Hause: vem do Rio Grande do Sul e é envelhecida em barris de umburana.

      Veja SP

    • 2010 - Vencedor

      Restaurantes bom e barato Comer & Beber

      Sucesso fora do eixo central da cidade, costuma atrair uma multidão nos fins de semana. Portanto, se não quiser esperar, chegue cedo. Aos domingos, as filas se formam na porta antes mesmo da abertura da modesta casa. Tamanho sucesso se deve às receitas introduzidas pelo pernambucano José Oliveira de Almeida e desde 2005 aperfeiçoadas por seu filho, Rodrigo Oliveira. Formado em gastronomia, Rodrigo deu leveza aos pratos de sotaque nordestino e, vez ou outra, sai com uma novidade. Acaba de entrar em cartaz a torradinha de carne de sol, feita de pão italiano crocante sobre o qual se depositam coxão-duro picado na ponta da faca, queijo de coalho, manteiga de garrafa e vinagrete. É servida apenas aos sábados e domingos. Continua imbatível a carne de sol na chapa guarnecida de pimenta-biquinho, alho assado e chips de mandioca. Suficiente para três pessoas, a tenra paleta de cordeiro chega à mesa sobre cuscuz de milho e é servida aos domingos. Abrem o apetite boas cachaças e caipirinhas de primeira, como a de limão, limão-cravo e caju. No arremate, o pudim de tapioca e o sorvete de rapadura não têm concorrentes. Com sugestões a preços camaradas, o restaurante leva pela segunda vez o título de bom e barato da cidade.

      Veja SP

    • 2008 - Vencedor

      Restaurantes Comer & Beber

      Quando abriu seu botequim num dos pontos extremos da Zona Norte, em 1973, o pernambucano José Oliveira de Almeida vendia apenas caldo de mocotó e uma variedade de cachaças. Com o tempo, ampliou o cardápio para atender a clientela que lotava o modestíssimo salão. Em 2005, seu filho Rodrigo reformulou os pratos. Com formação em faculdade de gastronomia, ele se preocupou em dar leveza às receitas sem descaracterizá-las. Também aprimorou um pouco a apresentação. Uma das melhores opções, a carne-de-sol na brasa vai à mesa numa chapa guarnecida de pimenta-biquinho, alho assado e chips de mandioca. Preparado com miúdos de porco, o sarapatel é uma delícia. Outra especialidade de primeira, o baião-de-dois combina arroz, feijão, queijo, lingüiça, bacon e carne-seca. Mais recentemente, entrou no menu o escondidinho (purê de mandioca com recheio de carne-seca, catupiry e queijo de coalho para gratinar). Também é novidade o pudim de tapioca ao leite de coco, leite condensado, creme de leite fresco e ovo.

      Veja SP

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