2012 - Vencedor
Categoria Restaurantes carnes (rodízios)
Na decoração, cada uma das três unidades da churrascaria lembra uma bem cuidada sede de fazenda dos pampas. Reforça o clima o fogo de chão envidraçado da entrada, no qual se colocam espetos de costela na vertical. Com essa atmosfera campestre, o rodízio foi eleito pela 11ª vez o melhor da cidade. Não é para menos. Embora esteja nas mãos de um fundo privado (até 2011 era tocado pessoalmente pelos irmãos Arri e Jair Coser), o restaurante mantém inalterada a qualidade de suas carnes. Gentil, a brigada passa cortes assados no ponto pedido que não se limitam à cobiçada picanha. Chegam à mesa bife ancho, assado de tira, costela premium, alcatra, carré de cordeiro e costelinha suína. Mais frugal que na maioria dos concorrentes, o bufê está montado apenas para funcionar como uma boa entrada. Alinham-se ali folhas frescas e outras hortaliças, azeitona, palmito e cogumelos para ser regados com azeites diversos, além de algumas guarnições, caso do arroz de carreteiro. Mesmo com preços salgados, a carta de vinhos impressiona. Nela estão listados exemplares de rótulos próprios, como o argentino Malbec 2009 e o italiano Primitivo di Manduria 2008. Depois de nove anos sem inaugurar uma unidade, promete abrir uma filial, em outubro de 2012, em uma ala do estacionamento do Shopping Center Norte.
Por Veja SP
2010 - Vencedor
Categoria Restaurantes carnes (rodízios)
Não são poucos os predicados que atestam a excelência do Fogo de Chão entre os rodízios da cidade. Por isso, a rede recebe seu nono título com nove dos dez votos do júri. Desde a abertura da primeira unidade, os proprietários investiram no que a churrascaria tem de melhor: a qualidade das carnes. Garçons em trajes típicos de gaúcho, a maioria deles vinda do Sul, rodam o salão com espetos de bife ancho, picanha, fraldinha, paleta de cordeiro, lombo suíno, linguiça... Um novo corte acaba de ser lançado. Chama-se shoulder steak e é o filé extraído da paleta bovina. Algumas guarnições são levadas à mesa, caso da farofa, da batata rústica assada e da polenta grelhada. Outras, como o arroz de carreteiro, repousam no bufê. Lá também ficam saladas fresquinhas, uma mussarela de búfala tenra e o torresmo crocante. As sobremesas são encomendadas ao confeiteiro Flavio Federico, da Sódoces. Batizada de trio brasileiro, a musse de coco deliciosamente aerada vem salpicada de castanha-do-pará moída e cercada de calda de goiaba. A orquestração de todos os detalhes cabe ao sócio Arri Coser, responsável também pela montagem da adega em cada uma das três casas. Ainda que não sejam exatamente em conta, os vinhos têm boa procedência, e não faltam boas escolhas. Elas variam do argentino Finca La Linda Malbec 2008 ao Château La Tour 2005, produzido na região francesa de Bordeaux.
Por Veja SP
2009 - Vencedor
Categoria Restaurantes carnes (rodízios)
Mais uma vez a churrascaria Fogo de Chão volta ao pódio como a melhor de sua especialidade. É um fenômeno, já que nas oito eleições de melhor rodízio promovidas por VEJA SÃO PAULO só deu ela. Somente a qualidade das carnes justifica tantas vitórias, assim como o empenho do proprietário, o gaúcho Arri Coser. Sempre atenciosos, garçons em trajes gaúchos circulam oferecendo alcatra, fraldinha, costela, bife ancho, cordeiro e uma disputada picanha. A sequência inclui ainda linguiça e coxa e sobrecoxa de frango. De entrada e guarnição, chegam à mesa pão de queijo, polenta, farofa, anéis de cebola e fritas. No bufê repousam saladas variadas, alguns frios e bons azeites de diferentes nacionalidades, além de um afamado arroz de carreteiro e de torresmo crocante. Não espere, porém, encontrar itens que possam desviar a atenção dos cortes, caso de sushis e receitas de pescados, tão comuns nesse tipo de estabelecimento. O banquete custa R$ 84,00. Muito boas, as sobremesas são encomendadas ao confeiteiro Flavio Federico, da Sódoces. Têm a preferência da clientela a cheesecake de frutas vermelhas e o petit gâteau. A ótima carta de vinhos inclui o argentino Alto las Hormigas Malbec 2007.
Por Veja SP
2008 - Vencedor
Categoria Restaurantes carnes (rodízios)
A mais premiada e conhecida rede de rodízios da cidade leva o título pela sétima vez. Esse êxito é fruto do empenho do proprietário Arri Coser, gaúcho de Encantado, em oferecer o melhor no espeto corrido. Ao contrário do que acontece em outras casas do gênero, o Fogo de Chão nunca diversificou o bufê com pratos de frutos do mar ou itens como sushis. Em suas churrascarias, nada deve competir com as carnes. Elas reinam soberanas pelo salão, onde garçons para lá de atenciosos deslizam oferecendo picanha, fraldinha, bife ancho, alcatra, maminha, costela, cordeiro e até uma perdiz dourada. Antes de passar aos cortes, prove a deliciosa morcilla. Na hora da sobremesa, um doce criado pelo confeiteiro Flavio Federico excede qualquer expectativa: homenagem ao Porto. Essa musse de chocolate leva recheio de vinho do Porto. A bem montada carta de vinhos reúne tintos de qualidade, caso do argentino Santa Julia Malbec Reserva 2006. Além das três unidades paulistanas, a rede se espalha por Salvador, Brasília, Belo Horizonte e onze filiais nos Estados Unidos.
Por Veja SP
2007 - Vencedor
Categoria Restaurantes carnes (rodízios)
Dos mais de 100 rodízios existentes na cidade, nenhum consegue ser páreo para o Fogo de Chão, um império da carne com três unidades em São Paulo, uma em Brasília, outra em Belo Horizonte e nove nos Estados Unidos. Pela sexta vez, a rede comandada por Arri Coser vence a competição. Sua força reside na qualidade dos cortes, dos quais a picanha, o bife ancho, a fraldinha e a costeleta de cordeiro são os preferidos da clientela. Nada compete com eles. O bufê apresenta apenas saladas com ingredientes de qualidade e azeites originários da Espanha, Portugal, Itália e Líbano. De guarnição, vão à mesa polenta frita e arroz-de-carreteiro, entre outras pedidas. Bons vinhos, especialmente os tintos, estão reunidos em uma carta com 350 rótulos.
Por Veja SP
2006 - Vencedor
Categoria Restaurantes carnes (rodízios)
Quando deixaram a Serra Gaúcha, em 1976, os irmãos Arri e Jair Coser tinham ambições, mas não podiam imaginar que chegariam tão longe. Hoje são donos de um império do churrasco com dez endereços, seis deles nos Estados Unidos. Sem recursos financeiros, a dupla começou lavando pratos em espetos corridos, como são chamados os rodízios no Rio Grande do Sul. Em Porto Alegre, os Coser aprenderam a lidar com a carne e, em 1979, montaram o primeiro Fogo de Chão. Vieram para São Paulo em 1986 com a preocupação de servir apenas saladas no bufê e bons cortes, proposta da qual nunca se desviaram. Nos três endereços da rede na cidade, garçons de bombacha levam à mesa picanha, alcatra, fraldinha e bife ancho, além de um cordeirinho espetacular. Essa especialização tem merecido o reconhecimento do público e da crítica. Tanto que a casa se saiu vencedora nas cinco ocasiões em que houve votação de melhor rodízio.
Por Veja SP