Bar da Dona Onça (Desde 2008)

Tipos de Bares: Bar-restaurante
VejaSP
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Endereço: Avenida Ipiranga, 200- Lojas 27/29 (Edifício Copan) - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 32572016
Horário:
segunda-feira
12:00 - 23:30
terça-feira
12:00 - 23:30
quarta-feira
12:00 - 23:30
quinta-feira
12:00 - 00:30
sexta-feira
12:00 - 00:30
sábado
12:00 - 00:30
domingo
12:00 - 17:30
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Faixa de preço

De R$71,00 a R$105,00

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Formas de pagamento

Cartões de crédito: Visa, Mastercard, Diners e American Express
Cartões de dédito: Visa Electron, Rede Shop e Maestro

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Informações adicionais

Acesso para deficientes, Lugares/Capacidade total (128)

Resenha por Saulo Yassuda e Fábio Galib

No decorrer do ano, a chef Janaina Rueda apareceu em programas de TV, reformulou a merenda da rede estadual e ajudou o marido, Jefferson Rueda, a montar A Casa do Porco Bar. Mesmo tão ocupada, ainda conseguiu manter a qualidade desta casa. Reinam no menu receitas difíceis de não agradar, como a moela úmida de aperitivo (R$ 43,00) e o mexido de arroz, feijão, carne moída, couve e farinha coberto de ovo frito (R$ 49,00). Saboroso, o bloody mary (R$ 32,00) é uma ótima maneira de iniciar a petiscaria.

Preços checados em setembro/outubro de 2016.

    A GALINHADA DA DONA ONÇA

    Janaina Rueda, do Bar da Dona Onça, faz uma bela galinhada (R$ 61,00). Nela, os grãos úmidos de arroz são misturados com a carne da ave e quiabo, tudo coroado por uma gema curada e brotos. Pois agora o prato faz parte de um menu servido durante a semana por R$ 69,00. O pacote inclui um trio de entradinhas e outro de sobremesas, este com brigadeiro de colher, pudim de leite e quindim, mais uma minicaipirinha de tangerina e maracujá. Outra novidade da chef é o festival de cozidos a R$ 39,00 no almoço e no jantar de segunda a quinta — a receita do dia pode ser, por exemplo, o cozido à brasileira, com acém e legumes.

    Preços checados em 31 de janeiro de 2017.

    (Por Fábio Galib)

    Comer e beber

    • 2016 - Indicado

      Bares cozinha Comer & Beber

      No decorrer do ano, a chef Janaina Rueda apareceu em programas de TV, reformulou a merenda da rede estadual e ajudou o marido, Jefferson Rueda, a montar A Casa do Porco Bar. Mesmo tão ocupada, ainda conseguiu manter a qualidade desta casa. Reinam no menu receitas difíceis de não agradar, como a moela úmida de aperitivo (R$ 43,00) e o mexido de arroz, feijão, carne moída, couve e farinha coberto de ovo frito (R$ 49,00). Saboroso, o bloody mary (R$ 32,00) é uma ótima maneira de iniciar a petiscaria. (Preços checados em setembro/outubro de 2016.)

      Saulo Yassuda e Fábio Galib

    • 2015 - Participante

      Bares bares-restaurantes Comer & Beber

      Sob as ondas do Edifício Copan, a proprietáriaJanaina Rueda conquistou paulistanos e uma legião de turistas apesar de sua fama de “onça” — com os fregueses, ela é boazinha, até. Vencedor quatro vezes na categoria cozinha no especial VEJA COMER & BEBER, o estabelecimento seduz pelas ótimas receitas, muitas delas com lugar garantido na memória afetiva da clientela (ainda que os preços sejam acima da média). Cortadinho, o fígado bovino (R$ 39,00) nada em um intenso molho, próprio para “chuchar” o pão, e vem junto de chips de jiló. Outro tira-gosto de primeira, criado pelo chef Jefferson Rueda, marido da dona, é o quarteto de canudinhos fritos recheados de creme de palmito e ovas de peixe (R$ 26,00). Vezou outra, o endereço quatro-estrelas derrapa em pedidas como o cassoulet de frutos do mar (R$ 66,00), que pode chegar desprovido de sal à mesa. Da seção líquida, invista nas caipirinhas preparadas com a Cachaça da Lage, do interior. A de tangerina e maracujá (R$ 26,00) é ótima. (Preços checados em setembro/outubro de 2015).

      Saulo Yassuda

    • 2014 - Vencedor

      Bares cozinha Comer & Beber

      Vez ou outra, Janaina Rueda posta fotos no Instagram toda maquiada,  dançando em baladas do centro ou circulando em festas no apê. Embora diga que já foi mais “do balacobaco”, a chef demonstra ter, ainda hoje, uma veia noturna. Tanto que faz questão de chamar de bar aquele espaço sob o Copan onde serve pratos de amolecer o coração dos mais durões (entre baladeiros, boêmios, turistas e gente que mora ou trabalha no pedaço). Eles aparecem para saborear uma refeição completa, petiscar ou beber caipirinhas. Entre as boas pedidas está a panelinha de minirrabada (R$ 39,00), com as partes menores da cauda bovina cozidas na pressão. Os pedaços carnudos e deliciosos chegam à mesa vivos em cor e em aroma, sem excesso de gordura, quase implorando para ser devorados. E ai daquele que não passar o pão no recipiente lambuzado. Tão gostosa quanto, a carne de panela (R$ 48,00) vem na forma de nacos de paleta de boia companhados de quiabo, banana-da-terra, chuchu, cenoura, cebola e maxixe em um rico caldo de carne — um convite para espalhar o arroz e comer de colher. Apesar dessas iguarias carnívoras, dignas de uma dieta felina, a Dona Onça Janaina incluiu no último mês cinco receitas sem carne no cardápio. E conseguiu se superar. O prato chamado de se eu fosse vegetariano (R$ 39,00) traz durinhos grãos de arroz misturados a ervilha, cogumelo-de-paris, tomate, quiabo e couve em filetes. Cada um dos ingredientes orgulhoso de sua textura. Simples e adorável. (Preços checados em setembro/outubro de 2014).

      Saulo Yassuda

    • 2013 - Indicado

      Bares cozinha Comer & Beber

      Instalado sob os pés do mítico Edifício Copan, é um lugar para comer bem. Pilotado pela chef Janaína Rueda, apresenta receitas de muita personalidade inspiradas na cozinha do interior e livre de preconceitos. O Dona Onça faturou por três vezes o prêmio na categoria melhor cozinha da edição especial “Comer & Beber”. Pratica preços pouco simpáticos ao bom trabalhador, mas entrega pratos que agradam à maioria dos mortais. Entre as novidades do cardápio está o tentador arroz de fígado (R$ 47,00), no qual o órgão bovino é cortado em cubinhos e chega misturado a arroz branco. Cebolas crocantes e ovo frito cobrem o prato. Ele tem sabor e untuosidade que elevam a alma de qualquer caboclo, urbano ou não. Petiscos como o saboroso croquete de panela (R$ 29,00) são uma boa ideia para abrir os trabalhos. Para beber, além de uma carta com mais de quarenta tipos de cachaça, as cervejas em garrafa e os drinques promovem a felicidade geral. Prove o limongrass collins (R$ 34,00), com vodca, suco de limão-siciliano e capim-santo, refrescante como poucos. (Preços checados em setembro/outubro de 2013).

      Luiz Henrique Ligabue e Marcelo Cobra

    • 2012 - Vencedor

      Bares cozinha Comer & Beber

      Enquanto a maioria dos bares faz das bebidas seu principal chamariz, o Bar da Dona Onça segue por outro caminho. Desde a inauguração, em 2008, a casa instalada aos pés do Edifício Copan, no centro, brilha pela cozinha — eleita pela terceira vez a melhor da cidade. Quem comanda as ações ali é a espevitada Janaína Rueda, mulher do chef Jefferson Rueda (do novo Attimo, na Vila Nova Conceição). Com preços que não são exatamente de boteco, entre as dezenove sugestões para petiscar aparecem os mexilhões cozidos na cerveja e algumas frituras perfeitas, como a delicada couve-flor à milanesa e a sardinha croc croc, empanada com farinha de pão italiano. Somente às terças, no almoço, entra no menu o imperdível nhoque de beterraba, coberto por fonduta de queijo grana padano, raspas de laranja e miniagrião. Outra marca registrada do lugar são as receitas de pendor caipira. O arroz mexidinho, misturado com feijão, carne moída, couve e farinha de mandioca, vem coroado por um ovo frito de gema mole. Para acompanhar, peça uma dose da Cachaça da Lage, de São José do Rio Pardo (SP), ou a boa caipirosca onça pintada, de tangerina e maracujá em copo alto. Arremate a visita com os minichurros de doce de leite.

      Veja SP

    • 2011 - Indicado

      Bares Comer & Beber

      No jargão futebolístico, poderia dizer-se que o Bar da Dona Onça ganhou um reforço para a temporada. Em fevereiro, juntou-se ao time um craque das panelas, Jefferson Rueda (ex-Pomodori), marido da também proprietária Janaína Rueda. O casal de chefs aprimorou o já tentador cardápio da casa, que conquista pela segunda vez o prêmio de melhor cozinha. Há agora, por exemplo, uma seção de massas artesanais, produzidas lá mesmo com a sêmola de trigo italiana durum. Entre elas, o garganelli à bolonhesa, espécie de penne feito a mão. O menu lista ainda o arroz de galinhada caipira com quiabo, úmido e de paladar marcante. Dos petiscos, não perca o croc milanesa, um bife empanado bem crocante cortado para aperitivo. Outra boa-nova é o codeguim, embutido caseiro de carne e pele de porco servido numa panelinha sobre um vigoroso molho de lentilha de Puy — quem pede ganha uma dose da Cachaça da Lage, de São José do Rio Pardo (SP), cidade natal de Jefferson. Além de cervejas como a Colorado Indica, a oferta etílica inclui 150 rótulos de vinho. Para fechar a refeição, caem bem os minichurros com doce de leite.

      Veja SP

    • 2011 - Vencedor

      Bares cozinha Comer & Beber

      No jargão futebolístico, poderia dizer-se que o Bar da Dona Onça ganhou um reforço para a temporada. Em fevereiro, juntou-se ao time um craque das panelas, Jefferson Rueda (ex-Pomodori), marido da também proprietária Janaína Rueda. O casal de chefs aprimorou o já tentador cardápio da casa, que conquista pela segunda vez o prêmio de melhor cozinha. Há agora, por exemplo, uma seção de massas artesanais, produzidas lá mesmo com a sêmola de trigo italiana durum. Entre elas, o garganelli à bolonhesa, espécie de penne feito a mão. O menu lista ainda o arroz de galinhada caipira com quiabo, úmido e de paladar marcante. Dos petiscos, não perca o croc milanesa, um bife empanado bem crocante cortado para aperitivo. Outra boa-nova é o codeguim, embutido caseiro de carne e pele de porco servido numa panelinha sobre um vigoroso molho de lentilha de Puy — quem pede ganha uma dose da Cachaça da Lage, de São José do Rio Pardo (SP), cidade natal de Jefferson. Além de cervejas como a Colorado Indica, a oferta etílica inclui 150 rótulos de vinho. Para fechar a refeição, caem bem os minichurros com doce de leite.

      Veja SP

    • 2010 - Indicado

      Bares cozinha Comer & Beber

      Instalado no térreo do Edifício Copan, conquistou muitos fãs sobretudo pelo desempenho de sua cozinha. No início de abril, incluiu mais dezenove criações no cardápio. Entre as massas, o agnellotti dal plin vem recheado de carne bovina preparada na panela de pressão e valorizado por um delicado molho do próprio cozido. Pode ser provado na versão petisco ou prato. Igualmente saborosa mostra-se a panelinha de frutos do mar. Trata-se de um cassoulet (cozido de feijão-branco) de camarão, lula, vôngole e mexilhão com um discreto toque de curry. No quesito etílico, a casa estreou uma adega climatizada para 800 garrafas.

      Veja SP

    • 2008 - Vencedor

      Bares Comer & Beber

      A paulistana Janaína Rueda é casada há cinco anos com um dos melhores chefs da cidade – Jefferson Rueda, proprietário do restaurante italiano Pomodori e do recém-aberto La Tomate, de cardápio francês. Habituou-se, portanto, ao universo da gastronomia. Em abril, ao inaugurar com seus sócios Júlio César de Toledo Piza e Sissi Spitaletti o Bar da Dona Onça, ela não só escolheu um ponto especial – no térreo do edifício Copan, cartão-postal projetado por Oscar Niemeyer, no centro – como deu atenção aos vinhos e à cozinha. As sugestões boladas por Janaína e Jefferson revisitam clássicos de botequim e receitas tradicionais, sempre com um toque de refinamento e criatividade. Cortado para aperitivo, o filé à parmigiana traz o queijo derretido no maçarico e, à parte, um molho de tomate levemente picante. Também para petiscar, o bife à rolê é feito na panela de pressão e apresenta grande maciez. Da cozinha elevada, com vista para o pequeno e charmoso salão, saem ainda um saboroso cuscuz paulista ao molho de camarão, fígado acebolado guarnecido de chips de jiló e bolinho de espinafre assado, e não frito. Entre os pratos individuais, há rabada com polenta e agrião e picadinho guarnecido de ovo e tartar de banana. Nas tardes de sábado, faz sucesso a feijoada. A cumbuca ganha a companhia de caldinho de feijão, torresmo, salada de couve, tartar de banana, abóbora e maxixe cozidos, arroz, laranja e costelinha de porco. Mas chegue cedo, pois são preparadas apenas cinqüenta porções.

      Veja SP

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