2012 - Indicado
Categoria Restaurantes brasileiros
Está cada vez mais afinada a casa exclusivamente de cozinha brasileira de Alex Atala, reconhecida com 1 voto do júri do “Comer & Beber”. O chef — titular e proprietário também do D.O.M., premiado como o quarto melhor restaurante do mundo pela revista inglesa Restaurant — promoveu algumas modificações no Dalva e Dito. A entrada foi deslocada do antigo bar — transformado no Mercadinho Dalva e Dito com venda de produtos nacionais — para o salão ajardinado. Está maior e mais confortável. No cardápio, nota-se cada vez mais apuro nos pratos executados por Meguro Baba. Em versão lactovegetariana, há o untuoso arroz vermelho de Piracicaba combinado a maxixe, cenoura, quiabo, ervilha-torta, abobrinha, berinjela, cebolinha branca e cebola-roxa com queijo de coalho assado. Parece forte? Não, é delicado da primeira à última garfada. No outro extremo, o feijão-tropeiro de guarnição mostra todo o vigor da culinária mineira ao misturar grandes grãos de feijão-roxinho a farinha e toucinho. Um ovo de gema mole acompanha. Impressiona pela textura o polvo grelhado de pele crocante e carne macia, que recebe a companhia de um risoto daqueles provados em casas no interior de São Paulo, feito de arroz-agulhinha, brócolis e camarões miúdos frescos. Um estrangeirismo muito bem-vindo fica reservado para a sobremesa. O francês babá ao rum chega na forma do tradicional bolinho inventado na Alsácia, mas regado por aguardente brasileira suavizada por lima- da-pérsia, creme de ovos e chantili.
Por Veja SP
2011 - Vencedor
Categoria Restaurantes chef do ano
O cenário é inspirador. De um lado fica uma sala ornamentada por muito verde, do outro uma parede decorada com azulejos brancos e azuis reproduzindo desenhos do artista plástico carioca Athos Bulcão (1918-2008). Uma cozinha envidraçada une as duas extremidades. É nesse ambiente agradável que se saboreiam receitas brasileiras na visão de Alex Atala, sócio também do D.O.M., eleito chef do ano nesta edição do “Comer & Beber”. Sem medo de arriscar e acertando muito, ele faz até um popular macarrão com feijão. Sim, o espaguete vem cozido al dente e enrolado ao ragu de molho de tomate, feijão-vermelho inteiro e linguiça. Bem representada em algumas das sugestões do cardápio, a carne de porco ganha uma versão numa dupla de tenros medalhões ao molho de laranja com feijão-tropeiro. De notável suavidade, a moqueca capixaba de peixe e frutos do mar aparece guarnecida de arroz e pirão. Para não assustar paladares sensíveis, o coentro vem separado e é para ser acrescentado na mesa. O pudim de leite, é imenso (como o chef descreve no cardápio). Na execução dos pratos, Atala mantém Meguru Baba e uma equipe de três subchefs. Extensa, a carta de vinhos põe em primeiro plano exemplares nacionais. Dos tintos, o RAR Collezione Pinot Noir 2010, produzido pela Miolo no Rio Grande do Sul. O restaurante recebeu um voto nesta categoria e outro pela beleza de seu ambiente.
Por Veja SP
2011 - Indicado
Categoria Restaurantes melhor ambiente
O cenário é inspirador. De um lado fica uma sala ornamentada por muito verde, do outro uma parede decorada com azulejos brancos e azuis reproduzindo desenhos do artista plástico carioca Athos Bulcão (1918-2008). Uma cozinha envidraçada une as duas extremidades. É nesse ambiente agradável que se saboreiam receitas brasileiras na visão de Alex Atala, sócio também do D.O.M., eleito chef do ano nesta edição do “Comer & Beber”. Sem medo de arriscar e acertando muito, ele faz até um popular macarrão com feijão. Sim, o espaguete vem cozido al dente e enrolado ao ragu de molho de tomate, feijão-vermelho inteiro e linguiça. Bem representada em algumas das sugestões do cardápio, a carne de porco ganha uma versão numa dupla de tenros medalhões ao molho de laranja com feijão-tropeiro. De notável suavidade, a moqueca capixaba de peixe e frutos do mar aparece guarnecida de arroz e pirão. Para não assustar paladares sensíveis, o coentro vem separado e é para ser acrescentado na mesa. O pudim de leite, é imenso (como o chef descreve no cardápio). Na execução dos pratos, Atala mantém Meguru Baba e uma equipe de três subchefs. Extensa, a carta de vinhos põe em primeiro plano exemplares nacionais. Dos tintos, o RAR Collezione Pinot Noir 2010, produzido pela Miolo no Rio Grande do Sul. O restaurante recebeu um voto nesta categoria e outro pela beleza de seu ambiente.
Por Veja SP
2011 - Indicado
Categoria Restaurantes chef do ano
O cenário é inspirador. De um lado fica uma sala ornamentada por muito verde, do outro uma parede decorada com azulejos brancos e azuis reproduzindo desenhos do artista plástico carioca Athos Bulcão (1918-2008). Uma cozinha envidraçada une as duas extremidades. É nesse ambiente agradável que se saboreiam receitas brasileiras na visão de Alex Atala, sócio também do D.O.M., eleito chef do ano nesta edição do “Comer & Beber”. Sem medo de arriscar e acertando muito, ele faz até um popular macarrão com feijão. Sim, o espaguete vem cozido al dente e enrolado ao ragu de molho de tomate, feijão-vermelho inteiro e linguiça. Bem representada em algumas das sugestões do cardápio, a carne de porco ganha uma versão numa dupla de tenros medalhões ao molho de laranja com feijão-tropeiro. De notável suavidade, a moqueca capixaba de peixe e frutos do mar aparece guarnecida de arroz e pirão. Para não assustar paladares sensíveis, o coentro vem separado e é para ser acrescentado na mesa. O pudim de leite, é imenso (como o chef descreve no cardápio). Na execução dos pratos, Atala mantém Meguru Baba e uma equipe de três subchefs. Extensa, a carta de vinhos põe em primeiro plano exemplares nacionais. Dos tintos, o RAR Collezione Pinot Noir 2010, produzido pela Miolo no Rio Grande do Sul. O restaurante recebeu um voto nesta categoria e outro pela beleza de seu ambiente.
Por Veja SP
2011 - Indicado
Categoria Restaurantes brasileiros
O cenário é inspirador. De um lado fica uma sala ornamentada por muito verde, do outro uma parede decorada com azulejos brancos e azuis reproduzindo desenhos do artista plástico carioca Athos Bulcão (1918-2008). Uma cozinha envidraçada une as duas extremidades. É nesse ambiente agradável que se saboreiam receitas brasileiras na visão de Alex Atala, sócio também do D.O.M., eleito chef do ano nesta edição do “Comer & Beber”. Sem medo de arriscar e acertando muito, ele faz até um popular macarrão com feijão. Sim, o espaguete vem cozido al dente e enrolado ao ragu de molho de tomate, feijão-vermelho inteiro e linguiça. Bem representada em algumas das sugestões do cardápio, a carne de porco ganha uma versão numa dupla de tenros medalhões ao molho de laranja com feijão-tropeiro. De notável suavidade, a moqueca capixaba de peixe e frutos do mar aparece guarnecida de arroz e pirão. Para não assustar paladares sensíveis, o coentro vem separado e é para ser acrescentado na mesa. O pudim de leite, é imenso (como o chef descreve no cardápio). Na execução dos pratos, Atala mantém Meguru Baba e uma equipe de três subchefs. Extensa, a carta de vinhos põe em primeiro plano exemplares nacionais. Dos tintos, o RAR Collezione Pinot Noir 2010, produzido pela Miolo no Rio Grande do Sul. O restaurante recebeu um voto nesta categoria e outro pela beleza de seu ambiente.
Por Veja SP
2010 - Indicado
Categoria Restaurantes brasileiros
A cada nova visita ao restaurante de cozinha brasileira de Alex Atala, chef e proprietário do D.O.M., percebe-se um maior apuro na finalização das receitas. Ficaram para trás os tropeços da abertura, no início de 2009, quando os fogões tinham um outro comandante. Ao assumir o controle em julho do ano passado, Atala eliminou “francesices” como uma sela de cordeiro. Também reformulou a apresentação dos pratos. Antes acanhadas, as porções agora são avolumadas, numa clara representação da fartura da mesa nacional. Está cada vez mais atraente o surubim no caldo suave de jambu e ervacidreira guarnecido de arroz, num referendo à Amazônia. Outra boa escolha, a rabada ao agrião em peças com osso tem Minas Gerais por inspiração e a gloriosa companhia de uma cremosa canjiquinha, pirão e arroz. Antes desses pratos, fazem bonito os minipastéis de vatapá. Pimentas de efeito intenso — cumari, malagueta e barba-debode — valorizam a refeição. Desprovida de açúcar, a espuma de manga sobre sorvete de coco é sedutoramente doce. Nesta edição, o Dalva e Dito recebeu três votos do júri de VEJA SÃO PAULO.
Por Veja SP