2012 - Indicado
Categoria Restaurantes variados
Em agosto de 2012, a argentina Paola Carosella promoveu uma interessante reformulação em seu cardápio. Entediada com os pratos que vinha repetindo, como ela mesma disse à época da mudança, convidou o uruguaio Ignacio Mattos, ex-chef do restaurante novaiorquino Isa, para elaborar novas sugestões a quatro mãos. Assim, surgiu a deliciosa lasanha de massa fina e crocante entremeada de creme de couve-flor, folhas de espinafre, queijo taleggio e nozes num discretíssimo aroma de trufa. De nome híbrido — espanhol e italiano —, a cazuela siciliana é uma reinterpretação do cuscuz siciliano, um ensopado de peixe do dia, mexilhão, tomate e erva-doce, uva-passa, aïoli de açafrão, espinafre e fregola (espécie de macarrão na forma de bolinhas, típico da Sardenha), esta no lugar dos tradicionais grãos de sêmola. Na sobremesa, a rabanada úmida de brioche brûlé tem a companhia de pedaços tostados de abacaxi e sorvete de coco. Para o almoço durante a semana, recomenda-se o menu amável, sequência de entrada, prato principal e sobremesa. Na carta de vinhos, o branco italiano Villa Chiòpris Friulano 2010. Falta aprimorar o serviço, ora demorado, ora desatento. O restaurante recebeu uma indicação do “Comer & Beber”.
Por Veja SP
2011 - Indicado
Categoria Restaurantes variados
No ano passado, recebeu uma dupla consagração: foi eleito o melhor de sua categoria variados e a sócia Paola Carosella recebeu o título de chef do ano. Com uma indicação do júri de VEJA SÃO PAULO nesta edição, continua um dos melhores restaurantes da cidade. Trazidas de Santa Catarina, as ostras frescas são transformadas instantes antes de ir à mesa em um refrescante ceviche e servidas de entrada. Os pratos principais incluem o coelho dourado e macio na companhia de capellini no molho de manteiga de cogumelo porcini, sálvia e um toque de parmesão. Em março, passou a servir almoço. Nesse horário, apresenta também um menu executivo. Com sugestões em revezamento, pode incluir entradas como a salada de verduras assadas no forno a lenha, bife de cuadril guarnecido de lentilha, cogumelo shiitake e espinafre de prato principal e, na sobremesa, delicados crepes de doce de leite e confit de laranja. A condução do serviço é feita pelo maître Vini Schoeder e a boa carta de vinhos recebe a apresentação do sommelier Edilando Silva. Entre os rótulos selecionados pelo especialista está o francês tinto Delas Frères Côtes du Rhône Saint-Esprit 2009.
Por Veja SP
2010 - Vencedor
Categoria Restaurantes chef do ano
No mês em que completa dois anos, o Arturito ganha seu segundo título consecutivo como o melhor restaurante de menu variado da cidade. Concorrida e badalada, a casa tem envolvente atmosfera à meia-luz, que convida a passar horas. Sua vitória representa também a consagração da sócia Paola Carosella, eleita a chef do ano. Responsável pelas delícias preparadas na cozinha, ela demonstra preocupação especial com as matérias-primas usadas em suas receitas. A qualidade fica evidente logo no couvert, composto de um ótimo pão de produção própria. Entradas como a salada de rúcula, noz-pecã morninha, queijo de cabra, rabanete, abacate e ovo de codorna de gema mole cozido precisamente por três minutos e meio reforçam esse esmero. De terça a sábado, saboreia-se uma porção de mexilhões que permanece na memória do paladar. Também do mar, o polvo já cozido é passado na chapa com pimentão espanhol em pó. Ganha a escolta de batata esmurrada, quase plana, numa composição apetitosa. Um dos pratos mais complexos do cardápio, seja nos aromas, seja no preparo, a capa de costela de porco descansa em cura de água, sal, açúcar mascavo e especiarias para que seja ressaltada sua multiplicidade de sabores. É assada então lentamente e passa em seguida ao forno a lenha para ganhar uma crosta tostada. Vai à mesa na companhia de confit de erva-doce e cebolinha cozida na manteiga. Num copo de uísque, a musse de chocolate amargo anuncia o fim da refeição. Com cerca de 100 rótulos, a carta de vinhos traz o argentino Catena Cabernet Sauvignon 2007.
Por Veja SP
2010 - Vencedor
Categoria Restaurantes variados
No mês em que completa dois anos, o Arturito ganha seu segundo título consecutivo como o melhor restaurante de menu variado da cidade. Concorrida e badalada, a casa tem envolvente atmosfera à meia-luz, que convida a passar horas. Sua vitória representa também a consagração da sócia Paola Carosella, eleita a chef do ano. Responsável pelas delícias preparadas na cozinha, ela demonstra preocupação especial com as matérias-primas usadas em suas receitas. A qualidade fica evidente logo no couvert, composto de um ótimo pão de produção própria. Entradas como a salada de rúcula, noz-pecã morninha, queijo de cabra, rabanete, abacate e ovo de codorna de gema mole cozido precisamente por três minutos e meio reforçam esse esmero. De terça a sábado, saboreia-se uma porção de mexilhões que permanece na memória do paladar. Também do mar, o polvo já cozido é passado na chapa com pimentão espanhol em pó. Ganha a escolta de batata esmurrada, quase plana, numa composição apetitosa. Um dos pratos mais complexos do cardápio, seja nos aromas, seja no preparo, a capa de costela de porco descansa em cura de água, sal, açúcar mascavo e especiarias para que seja ressaltada sua multiplicidade de sabores. É assada então lentamente e passa em seguida ao forno a lenha para ganhar uma crosta tostada. Vai à mesa na companhia de confit de erva-doce e cebolinha cozida na manteiga. Num copo de uísque, a musse de chocolate amargo anuncia o fim da refeição. Com cerca de 100 rótulos, a carta de vinhos traz o argentino Catena Cabernet Sauvignon 2007.
Por Veja SP
2009 - Vencedor
Categoria Restaurantes variados
Apenas um ano depois de ser aberto, o restaurante é eleito pelo júri de VEJA SÃO PAULO o melhor de sua categoria. Esse sucesso encontra respaldo no trabalho desenvolvido pela argentina Paola Carosella, de 36 anos. A chef desembarcou na cidade oito anos atrás para dirigir a cozinha do A Figueira Rubaiyat, sob a orientação do chef Francis Mallmann. Posteriormente, comandou o Julia Cocina, hoje transformado em Julia Gastronomia. Devota de Mallmann e da cozinha rústica feita com inspiração, ela abriu o Arturito junto de seus conterrâneos Luis Morandi e Patricia Scheuer, donos de três endereços badalados em Buenos Aires. No forno a lenha, continua a preparar um espetacular ojo de bife. Parte do contrafilé, a carne repousa em uma cura fria de sal e açúcar antes de ser tostada por fora e ir à mesa acompanhada de gremolata (a mescla de alho, salsinha e raspas de limão típica da Lombardia) e batata gratinada. Revela um aroma intenso o coelho cozido por quatro horas junto de cogumelo seco porcini e guarnecido de tagliatelline na manteiga e sálvia. Antes de passar a esses pratos principais, reserve-se para as lâminas de peito de pato, curado como um presunto, regadas de vinagre balsâmico envelhecido e escoltadas por pão italiano tostado. Na sobremesa, é inesquecível a pera assada no amaretto ao creme de baunilha sobre biscoito crocante. Da pequena carta de vinhos, tem grande saída o argentino Kaiken Malbec 2007.
Por Veja SP