2012 - Vencedor
Categoria Restaurantes Árabes
Em um agradável salão decorado com uma faixa dourada nas paredes, o casal de sócios Leila Youssef e Sergio Kuczynski cuida de tudo. Nascida em Barretos e de infância passada no Líbano, Leila apresenta as receitas aprendidas com a mãe. O paulistano Sergio, engenheiro de formação, administra o restaurante, que em 2012 perdeu a agradável filial em Higienópolis. No cardápio, pela oitava vez o campeão da categoria, estão inúmeras delícias. A começar pela esfiha aberta de carne e pelo sedoso homus (pasta de grão-de-bico). Feito de salsinha mais um toque sutil de trigo, cubinhos de tomate e hortelã fresca, o tabule também encanta. Dos pratos principais, não há como escapar do tenro michui de cordeiro, combinação de cubos de carne, cebola e tomate. É sempre difícil escolher só uma das boas sobremesas. Na dúvida, fique com o sorvete de figo seco ou com o mamoul (amanteigado de semolina com três tipos de recheio). Em formato de menu degustação, há uma seleção de pratos de livre escolha no cardápio para duas pessoas. A carta de vinhos, de boa relação qualidade-preço, traz rótulos como o português tinto Paulo Laureano Premium 2010.
Por Veja SP
2011 - Vencedor
Categoria Restaurantes Árabes
No agradável salão de pé-direito alto, faixas de tecido pendem do teto e simulam a cobertura de uma tenda árabe. Completa o cenário um belo jardim envidraçado. Nesse ambiente, encontram-se sugestões de inegável qualidade, preparadas sob a orientação da chef Leila Kuczynski e que garantiram a sétima vitória ao restaurante. O babaganuche (pasta de berinjela) tem um delicioso sabor defumado. Temperada apenas com azeite, limão e sal, a salada que leva o nome da casa combina folhas de alface-romana, escarola, pepino, tomate, rabanete e azeitona preta. Dos pratos quentes, a linguiça síria chega aromática na companhia de molho taratur (feito de gergelim). Somente às quintas, entra em cartaz a saborosa paleta de cordeiro cozida lentamente e acompanhada de trigo grosso com grão-de-bico. Elaborados pelo confeiteiro libanês Samih Abou Ali em uma cozinha industrial instalada na Vila Olímpia, os doces típicos incluem o knefe, massa crocante de cabelo de anjo recheada de creme de nata e pistache regada por calda de flor de laranjeira. Há ainda um menu especial que proporciona um bom panorama da culinária do Arábia. Com preços atraentes, a carta de vinhos traz exemplares tintos do libanês Château Ksara Reserva do Couvent 2007 e do francês Château Noaillac 2006. O serviço, comandado pelo maître-gerente paraguaio Carlos Carrillo, é simpático e eficiente.
Por Veja SP
2010 - Participante
Categoria Restaurantes Árabes
Estabelecimento faz parte da edição Comer & Beber 2010/2011
Por Veja SP
2009 - Vencedor
Categoria Restaurantes Árabes
Nascida no interior do estado em uma família de origem libanesa, a psicóloga e chef Leila Youssef Kuc-zynski passou parte da infância no Líbano. É justamente a paleta de aromas e sabores desse período vivido fora do Brasil que ela procura reproduzir no Arábia, premiado pela sexta vez. Especialidade consumida no café da manhã no Oriente Médio, o delicioso homus (pasta de grão-de-bico) transformou-se em aperitivo no Brasil. Pode ser pedido em porção individual de entrada e como parte da degustação de mezzés composta de seis, doze e dezoito itens. Outra tentação do cardápio, a berinjela ao forno alterna camadas do vegetal e carne moída com pinhole mais um caprichado molho de tomate na cobertura. De acompanhamento, aparece o arroz de aletria. Os doces são preparados numa cozinha industrial instalada na Vila Olímpia. Fica na memória o divino dedo de noiva, rolinho de massa folhada recheado de castanha de caju. Na carta de vinhos está o argentino Humberto Canale Pinot Noir 2007, entre outros rótulos.
Por Veja SP
2008 - Vencedor
Categoria Restaurantes Árabes
A proprietária Leila Youssef Kuczynski tirou do caderno de receitas familiares as sugestões servidas no Arábia. São preparações simples, mas tão plenas de sabor que não há como não se render a elas. Tome-se por exemplo a salada tabule, sem a menor semelhança com essas versões que pululam pela cidade. O ingrediente básico é a salsinha picada, à qual se somam hortelã fresca, um quase nada de tomate picado e uma pitada de trigo moído. De tempero, suco de limão e azeite de oliva de qualidade. Igualmente espetacular, o michui de filé mignon é o churrasquinho árabe. Compõe-se de cubos de carne alternados com cebola e tomate passados pelo calor de brasas para ganhar um aroma de tostado. De acompanhamento, um singelo arroz na manteiga com macarrão cabelo-de-anjo. Capítulo especial do cardápio, as sobremesas incluem sorvetes maravilhosos (de nata coroado por doce de figo seco). A carta de vinhos traz várias opções atraentes, todas com a indicação do teor alcoólico. O libanês tinto Château Ksara 2005 está entre elas.
Por Veja SP
2007 - Vencedor
Categoria Restaurantes Árabes
Não há como resistir aos aromas das receitas libanesas de Leila Youssef Kuczynski. Trata-se de uma cozinha essencial, quatro vezes premiada por Veja São Paulo, na qual se notam detalhes de requinte que saltam aqui e ali, para a felicidade do paladar. A salada fatuche poderia resumir-se ao trivial, mas explode de sabor pela adição de molho de romã sobre rúcula, alface, tomate, pepino e pão sírio moreno e crocante. Outra entrada encantadora, o foul mdammas compõe-se de favas mornas junto de um ovo cozido ao molho de azeite, limão e alho. O michui de cordeiro, espeto de cubos de carne intercalados por cebola e tomate, também é notável. Ainda que as sobremesas árabes sejam conhecidas pela excessiva doçura, o arroz-doce com amêndoa e pistache revela-se uma delícia de pouco açúcar. Leila e o marido, Sergio Kuczynski, acabam de abrir o Arábia Café, em Higienópolis (Praça Vilaboim, 73, 3476-2201), de cardápio semelhante ao da casa-mãe.
Por Veja SP
2006 - Vencedor
Categoria Restaurantes Árabes
Pela culinária simples e ao mesmo tempo de grande refinamento, a matriz, nos Jardins, leva 8 dos 10 votos do júri na volta da categoria à eleição. As receitas pertencem à proprietária Leila Youssef Kuczynski, filha de libaneses nascida no interior do estado. Sua cozinha é especializada nas mezzés, ou seja, entradas e aperitivos organizados na forma de um pequeno banquete com tabule, homus, coalhada seca, babaganuche e saladas fatuche e de queijo chanclich. Raro nos cardápios da cidade, o fatayer é uma esfiha gigante recheada de escarola com ricota e assada na chapa. Esmero igual ao do preparo dos pratos se repete no cuidado com o agradável salão, sob o olhar atento de Sergio Kuczynski, marido de Leila.
Por Veja SP