A seguir os estabelecimentos vencedores das categorias melhor alta gastronomia, melhor brasileiro, carne, cozinha contemporânea, cozinha rápida, melhor francês, italiano, árabe, japonês, natural, cozinha de peixes e frutos do mar, entre outros.
+ Confira os vencedores do Comer & Beber de bares e comidinhas
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Thrassyvoulos Petrakis do Acrópoles é a personalidade gastronômica
Dono do restaurante grego Acrópoles, Thrassyvoulos Georgios Petrakis, conhecido como "Seu Trasso", veio para São Paulo em 1961. Junto da primeira mulher e da filha recém-nascida, desembarcou na capital depois de quinze dias de viagem de navio. Atendia ao chamado de uma cunhada para tocar o bazar que ela mantinha no Tremembé. Também passou a trabalhar como garçom no Acrópoles, aberto em 1959 por um conterrâneo. A vida de Seu Trasso sofreu um terrível abalo em 1969, quando perdeu toda a família em uma tragédia ocorrida numa casa...
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André Mifano do Vito: chef revelação
A escola sempre foi um problema na vida do chef André Mifano, de 32 anos. Tanto que, para concluir o 2º grau, precisou recorrer a um curso supletivo. Sua mãe lhe arrumou emprego no extinto restaurante Mellão Cucina d'Autore. Para lavar pratos e descascar cebolas. "Pensei que fosse morrer na primeira semana de trabalho", lembra. Mas bastaram alguns dias no batente para o jovem descobrir que queria ser cozinheiro. Ajudou-o a concretizar o sonho uma bolsa na escola Cordon Bleu de Londres. Ao fim do curso de um...
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Helena Rizzo do Maní: chef do ano
Ela poderia ser mais um rosto bonito e estampar páginas de moda e beleza. Mas a gaúcha Helena Rizzo, de 30 anos, que começou a vida profissional como modelo, queria mesmo cozinhar. O pontapé inicial foi um estágio no extinto Roanne em 1997, sob as ordens do francês Emmanuel Bassoleil. Depois, a jovem transformou-se em chef do Na Mata Café e passou a causar sensação. "Era glamour demais, e eu estava enjoada de ser tratada como chef-modelo", conta. Para fugir do estigma, pôs o pé na estrada. Rumou...
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Maní: melhor cozinha contemporânea
Conhecido por ter dois titulares no comando dos fogões, o Maní esteve parte deste ano apenas sob as ordens da gaúcha Helena Rizzo, eleita a chef do ano. O espanhol Daniel Redondo, marido e parceiro de Helena na elaboração e execução das receitas, tirou um período sabático. Só no mês passado ele voltou da Catalunha. Sozinha diante dos fogões, a cozinheira mostrou competência e força criativa ao lançar pratos arrojados, como as deliciosas esferas de caldo de feijoada guarnecidas de farofa de castanha-do-pará, uma gota de azeite de...
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Fasano: o melhor da alta gastronomia
Pelo segundo ano consecutivo, o Fasano vence na categoria alta gastronomia, da qual fazem parte apenas os restaurantes mais seletos e refinados da cidade, deslocados de suas especialidades originais. Além da elegante casa italiana instalada no interior do hotel da mesma grife, concorreram outros oito endereços: os contemporâneos Cantaloup e D.O.M., o francês La Brasserie Erick Jacquin, o também italiano Vecchio Torino, os japoneses Jun Sakamoto e Kinoshita, e os variados La Tambouille e Parigi. Novamente, a escolha do júri de VEJA SÃO PAULO consagra o cardápio elaborado...
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Arábia: melhor restaurante árabe
Nascida no interior do estado em uma família de origem libanesa, a psicóloga e chef Leila Youssef Kuc-zynski passou parte da infância no Líbano. É justamente a paleta de aromas e sabores desse período vivido fora do Brasil que ela procura reproduzir no Arábia, premiado pela sexta vez. Especialidade consumida no café da manhã no Oriente Médio, o delicioso homus (pasta de grão-de-bico) transformou-se em aperitivo no Brasil. Pode ser pedido em porção individual de entrada (R$ 25,20) e como parte da degustação de mezzés composta de seis...
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Tordesilhas: o melhor brasileiro
A chef Mara Salles mostra cada vez mais apuro nos resultados obtidos na cozinha. Acerta particularmente em clássicos regionais, caso do tenro e marcante pato no tucupi servido com farinha-d'água (R$ 70,00). Mesmo tão distante da Amazônia, o jambu usado na receita conserva o frescor e todo o poder anestésico que pode conter essa verdura. Também se mostra interessante o menu intitulado "Tem mas tá acabando" (R$ 80,00), lançado neste mês para promover ingredientes de produção artesanal. Do Espírito Santo vêm os crustáceos usados na casquinha de siri....
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Varanda: melhor carne
Em pouco mais de uma década de funcionamento, a esmerada churrascaria ganhou destaque no universo das maminhas e das picanhas. Alcança sua primeira e espetacular vitória derrotando o Baby Beef Rubaiyat, único campeão nas doze vezes anteriores em que a edição especial "Comer & Beber" foi publicada. O triunfo do Varanda deve ser creditado ao proprietário, Sylvio Lazzarini Neto. Empresário múltiplo formado pela Fundação Getulio Vargas, ele não é só dono desta casa, mas também da importadora e distribuidora de carnes Intermezzo, além do restaurante italiano Magistrale. O...
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Fogo de Chão: melhor carne de rodízio
Mais uma vez a churrascaria Fogo de Chão volta ao pódio como a melhor de sua especialidade. É um fenômeno, já que nas oito eleições de melhor rodízio promovidas por VEJA SÃO PAULO só deu ela. Somente a qualidade das carnes justifica tantas vitórias, assim como o empenho do proprietário, o gaúcho Arri Coser. Sempre atenciosos, garçons em trajes gaúchos circulam oferecendo alcatra, fraldinha, costela, bife ancho, cordeiro e uma disputada picanha. A sequência inclui ainda linguiça e coxa e sobrecoxa de frango. De entrada e guarnição, chegam...
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Ráscal: melhor cozinha rápida
Criada pelo empresário Roberto Bielawski há quase quinze anos, a rede Ráscal tornou-se um fenômeno de público logo após a inauguração da primeira loja, no Shopping Iguatemi. A cada mês, 120 000 pessoas passam pelos seus seis restaurantes paulistanos. Desperta o apetite desse batalhão de gente a superior qualidade das receitas de inspiração mediterrânea criadas por Liane Ralston, mulher de Bielawski, e pela chef italiana Nadia Pizzo. Entre as opções frias dispostas em bufê, revezam-se em dias certos salpicão de frango defumado, salada de grãos variados, musse de...
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Ici Bistrô: melhor francês
O restaurante de Benny Novak sagra-se o francês número 1 da cidade pelo segundo ano consecutivo. É o reconhecimento do trabalho realizado pelo chef, que apresenta a culinária clássica feita com leveza e toques modernos. Atestam a habilidade do cozinheiro a deliciosa e fresca arraia na companhia de nhoque parisiense dourado na manteiga e incrementado pela tradicional tapenade de azeitona preta (R$ 40,00) e o confit de pato guarnecido de alface frisée e batata frita na própria gordura da ave (R$ 54,00). Também se mostra exemplar o polvo...
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Paulo Barroso de Barros: restaurateur
Quatro anos atrás, o paulistano Paulo Barroso de Barros foi eleito chef revelação. Agora recebe o título de restaurateur. Seu percurso de cozinheiro a empresário começou no fim de 2004, quando se tornou sócio do Due Cuochi Cucina. O restaurante virou um fenômeno e, pela quarta vez consecutiva, ganha o prêmio de melhor italiano de São Paulo. Invariavelmente ao lado de uma Coca-Cola - toma mais de dez latas por dia -, quase sempre de boné e com uma permanente pose de surfista, Barros, de 37 anos, demonstra...
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Due Cuochi Cucina: melhor italiano
É um ano de dupla consagração para Paulo Barroso de Barros. Além de ser eleito o restaurateur do ano, sua casa montada em parceria com Ida Maria Frank e outros sócios recebe o quarto título consecutivo de o melhor italiano de São Paulo. Sempre lotado, o Due Cuochi do Itaim, com suas instalações pouco confortáveis, mais uma vez deixa para trás, apenas pela qualidade da cozinha, concorrentes de primeira: Gero, Piselli e Pomodori, só para citar três deles. Entende-se o porquê de mais uma vitória ao provar massas...
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Pasquale: melhor cantina italiana
Aos poucos, Pasquale Nigro vai incrementando seu cardápio com massas frescas. No ano passado, ele lançou o ravióli recheado de queijo de cabra valorizado por um suave pesto de hortelã e nozes (R$ 35,00). Em julho, apresentou uma nova versão dessa massa com recheio de ricota e nozes ao molho cremoso de cogumelo seco (R$ 37,00). Ambos são preparados e servidos apenas duas vezes por semana, às terças e quintas. Macarrões secos italianos, como o clássico espaguete à matriciana (molho de tomate, bacon, alho, manjericão e queijo pecorino...
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Aizomê: melhor japonês
Antes de abrir o premiado Aizomê, o chef japonês Shinya Koike comandava um minúsculo restaurante que deixou saudade, o A1, no interior do Shopping Top Center. Shin, como costuma ser tratado, sempre gostou de trabalhar atrás do balcão, onde orienta a preparação de receitas frias e das opções quentes que vêm da cozinha. Seu cardápio não se prende ao tradicional. Muitos dos pratos têm influência francesa, e a melhor forma de conhecê-los é pedir a sequência chamada omakasê (R$ 120,00 ou R$ 150,00, dependendo do número de itens)....
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Moinho de Pedra: melhor natural
Projeto conjunto de Marcia Cardoso e sua filha Tatiana, o melhor restaurante natural da cidade foi aberto quinze anos atrás. Naquela época, a culinária de base vegetariana era quase sempre sinônimo de algo sem graça. Procurando escapar dessa sina, Tatiana embarcou para os Estados Unidos em 1997 e foi integrar uma das turmas da nova-iorquina Natural Gourmet Cookery School. Depois de concluir a temporada com estágios em restaurantes americanos, entre eles o Greens, em São Francisco, a chef passou a demonstrar aqui que pratos de vegetais podem ser,...
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Amadeus: melhor cozinha de peixes e frutos do mar
Desde que assumiu o comando do restaurante de seus pais, Ana e Tadeu Masano, a chef Bella está sempre em busca de novidades. Num trabalho minucioso de pesquisa, criou no cardápio alguns pratos que mesclam Ocidente e Oriente. Entre os melhores exemplos está o atum crocante empanado em farinha japonesa com ervas guarnecido de cogumelos orientais e alcachofrinha (R$ 68,00). A Índia serve de inspiração para compor o molho cremoso de curry que rega o camarão ao alho-poró guarnecido de arroz negro (R$ 84,00). Receitas clássicas do menu...
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Bráz: melhor pizzaria
Numa cidade repleta de boas pizzarias, a Bráz alcança sua sexta vitória não por acaso. Desde sua inauguração, o grupo de proprietários do trio de endereços vem aperfeiçoando a qualidade do cardápio. Os avanços são notáveis já nas entradas, como o pique-nique, rolinhos de massa fina que podem ter recheio de mussarela e tomate (R$ 15,00), calabresa moída e mussarela ao alecrim (R$ 16,00) e aliche italiano na mussarela (R$ 17,00). Alto e macio, o pão de calabresa (R$ 10,50 a fatia) também continua de primeira para abrir...
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A Bela Sintra: melhor português
Mestre na arte de receber, o sócio e responsável pelo salão Carlos Bettencourt não economizou esforços em aprimorar seu restaurante, eleito pelo júri o português número 1 da cidade. Entre as recentes medidas tomadas pelo restaurateur está a vinda de Ilda Vinagre, alentejana como ele, para renovar o menu. A chef, que conta com a experiência de ter dirigido restaurantes como A Bolota Castanha, na cidade portuguesa de Terrugem, e cozinhar na Embaixada de Portugal nos Estados Unidos, apresenta uma pequena e saborosa lista de sugestões ao lado...
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Arturito: melhor variado
Apenas um ano depois de ser aberto, o restaurante é eleito pelo júri de VEJA SÃO PAULO o melhor de sua categoria. Esse sucesso encontra respaldo no trabalho desenvolvido pela argentina Paola Carosella, de 36 anos. A chef desembarcou na cidade oito anos atrás para dirigir a cozinha do A Figueira Rubaiyat, sob a orientação do chef Francis Mallmann. Posteriormente, comandou o Julia Cocina, hoje transformado em Julia Gastronomia. Devota de Mallmann e da cozinha rústica feita com inspiração, ela abriu o Arturito junto de seus conterrâneos Luis...
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Saj: bom e barato
Atento aos ensinamentos que recebeu do pai, dono do Farabbud, em Moema, Paulo Abbud Filho abriu um agradável endereço libanês no fim do ano passado, em parceria com Ricardo Castanho Pinho. Com apenas nove meses, o restaurante é eleito por VEJA SÃO PAULO o bom e barato. Para se diferenciar da casa paterna, escolheu os pães árabes como atração. Em especial, assa na hora o pão folha em uma chapa metálica convexa aquecida a gás e chamada de saj. Fica muito melhor na versão temperada de zátar e...
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Grupo Rubaiyat: melhor carta de vinhos
As ótimas receitas oferecidas pelos quatro restaurantes paulistanos da grife Rubaiyat são valorizadas pelos quase 1 000 rótulos que compõem a fabulosa carta de vinhos, eleita a número 1 da cidade pela terceira vez. Em todas as páginas da extensa lista, o cliente encontra informações sobre as características de cada um deles. É até difícil escolher. Não bastasse a riqueza de detalhes, a indicação cabe a uma equipe bem treinada, sob orientação do sommelier Tony Anderson Araujo. O sócio Belarmino Iglesias Filho dedica-se pessoalmente à seleção dos melhores...
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