Destaques de sexta (26) na Mostra Internacional de Cinema

O italiano <em>A Bela que Dorme</em>, de Marco Bellocchio, e o canadense <em>Keyhole</em> estão entre as boas pedidas

Veja dez boas opções para começar a segunda e última semana da 36ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Clique aqui para conferir a programação completa do dia, fique atento às alterações da Mostra, saiba os horários de abertura das bilheterias e veja mais dicas no blog do crítico Miguel Barbieri Jr.:

A BOA DO DIA

A BELA QUE DORME (Bella Addormentata, 115min), de Marco Bellocchio – O diretor de Vincere (2009) encena os últimos dias de vida de Luana Englaro, que viveu em estado vegetativo por 17 anos. A decisão de por fim à vida da mulher chocou a opinião pública italiana. Competiu no Festival de Veneza deste ano. Espaço Itaú de Cinema – Augusta 3, 21h50

FIQUE DE OLHO

ALÉM DAS MONTANHAS (Dupa Dealuri, 150min), de Cristian Mungiu – Um dos filmes mais comentados da edição deste ano do Festival de Cannes, onde venceu prêmios de atriz e roteiro, marca o retorno do diretor de 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias (2007). As ótimas Cosmina Stratan e Cristina Flutur interpretam duas amigas que cresceram em um orfanato e, muitos anos depois, se reencontram. Espaço Itaú de Cinema – Frei Caneca 3, 14h

Carmel

Carmel

CARMEL (idem, 93min), de Amos Gitai – Dose dupla do diretor israelense. Em Carmel, Gitai cria um ensaio visual sobre a história de Israel. Em seguida, às 19h, será exibido Canção para o Meu Pai, homenagem ao arquiteto Munio Weinraub (1909-1970). Cinusp, 16h

Renoir_Christa Theret

Renoir_Christa Theret

RENOIR (idem, 101min), de Gilles Bourdos – Nos últimos anos de sua vida, em 1915, o pintor Auguste Renoir é atormentado pela perda de sua esposa, pelas dores causadas pela artrite e pela notícia de que seu filho Jean foi ferido em combate. Mas uma jovem, que entra milagrosamente em seu mundo, faz com que ele recupere o ânimo. Exibido no encerramento da mostra paralela Um Certo Olhar, do Festival de Cannes. Espaço Itaú de Cinema – Frei Caneca 3, 18h30

O ESPELHO (The Mirror, 108min), de Andrei Tarkóvski – À beira da morte, um homem relembra sua infância, a guerra, além de episódios da história da Rússia. O longa mais pessoal de Tarkóvski é um dos preferidos de seus admiradores. Cinesesc, 19h30

Antiviral

Antiviral

ANTIVIRAL (idem, 110min), de Brandon Cronenberg – O début do filho do diretor David Cronenberg não nega a influência paterna: também divide o público entre quem ama e quem odeia. Para quem tem nervos de aço, vale arriscar a fita de horror sobre um funcionário de laboratório que cultiva vírus de celebridades para vendê-los aos fãs. Em seguida, às 21h10, será exibida a cópia restaurada de Tubarão, de Spielberg. Cinemark – Shopping Cidade Jardim 6, 19h

Keyhole

Keyhole

KEYHOLE (idem, 93min), de Guy Maddin – Um dos diretores mais excêntricos (e curiosos) em atividade retorna com uma trama a aventura de um gângster dentro de sua própria casa. Com Isabela Rossellini. Espaço Itaú de Cinema – Frei Caneca 6, 19h40

Saudações de Tim Buckley

Saudações de Tim Buckley

SAUDAÇÕES DE TIM BUCKLEY (Greetings from Tim Buckley, 90min), de Daniel Algrant – A opção pop do dia: Em 1991, o cantor Jeff Buckley – então um músico desconhecido de Los Angeles – é convidado para participar de um show em tributo ao seu pai, o ícone do folk Tim Buckley. Nos dias que precedem o concerto, Jeff tem que lidar com suas dúvidas e com o legado do pai famoso. Exibido em apresentação especial no Festival de Toronto. Cinemateca – Sala BNDES, 20h30

Après Mai

Après Mai

APRÈS MAI (idem, 122min), de Olivier Assayas – No início da década de 70, Paris ainda vivia a ressaca do histórico maio de 68. Nesse cenário turbulento de revoltas estudantis, o diretor Olivier Assayas (Horas de Verão) aborda a vida de um jovem, dividido entre o engajamento radical e as aspirações artísticas. Os romances, porém, o levam à Itália e, depois, a Londres. Chegará, então, o momento decisivo de sua trajetória errante. Cine Livraria Cultura 1, 23h

Outrage: Beyond

Outrage: Beyond

OUTRAGE: BEYOND (Autoreiji: Biyondo, 112min), de Takeshi Kitano – O cineasta japonês de Hana-Bi – Fogos de Artifício (1997) volta ao universo barra-pesada do filme Outrage (2010) para narrar a história violenta da guerra desatada pela polícia entre dois chefões da máfia japonesa yakuza. Competiu no Festival de Veneza deste ano. Espaço Itaú de Cinema – Frei Caneca 2, 0h

Comentários
Deixe um comentário

Olá, ( log out )

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s