Três perguntas para Renato Teixeira

Nascido em Santos, o cantor e compositor de música caipira faz um apanhado dos 45 anos de carreira no Terra da Garoa no domingo (7)

Romaria não pode faltar. Você enjoou dela? Certa vez, eu abri o show do Luiz Gonzaga quando Romaria estourou. Interpretei a música e o Gonzagão disse que eu tinha encontrado “a minha Asa Branca”. Achei que ele estava brincando. “Sempre que for cantá-la, cante como se fosse a primeira vez”, ele disse. Por isso, quando chega a hora dela numa apresentação, eu sempre me lembro dessa frase.

Sua carreira é longa. Como escolhe as músicas que vai tocar em um show? Depende muito, mas é preciso cantar o que as pessoas querem ouvir. No calor do clima, eu sempre coloco algo que não estava previsto. Show de compositor tem essa vantagem.

O que acha do sertanejo universitário? É a música caipira no seu formato atual. Já toquei com Victor e Leo e com Paula Fernandes. Aposto as minhas fichas neles. Também tem o Gusttavo Lima e o Luan Santana, que são bons. Quando ouvimos Victor e Leo, dá para notar um jeito próprio de fazer a letra. Ainda vai surgir um Caetano Veloso dessa cena.

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