Cinco destaques da mostra de David Bowie que abalou a cidade em 2014

Relembre os pontos altos da exposição dedicada ao astro do rock, morto neste domingo (10)

A exposição de David Bowie, no MIS, abalou a cidade em 2014. Relembre os destaques da exposição que foi uma verdadeira homenagem em vida ao cantor e compositor britânico:

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1) Os visitantes soltavam seu gingado. Com fones de ouvido, eles eram levados a escutar diferentes músicas que eram instantaneamente ativadas a cada sala ou instalação. Poucas pessoas não cantavam, acenavam com a cabeça ou até arriscavam alguns passos.

Exposição David Bowie

Exposição David Bowie

2) A sala principal tinha pegada de show ao vivo. Feitas exclusivamente para a mostra de São Paulo, as telas em 360 graus exibiam diversos shows realizados pelo artista em toda a sua carreira em alto e bom som. O auge da instalação era o clipe de The Jean Genie, que levava o público à loucura.

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Exposição David Bowie - Macacão usado na turnê de Aladdin Sane em 1973

Exposição David Bowie – Macacão usado na turnê de Aladdin Sane em 1973

3) Foi a chance de chegar perto do guarda-roupas do camaleão do rock. Os figurinos das várias personas de Bowie – das fases alienígena, do glam rock e de cavalheiro inglês – foram expostas ao longo de toda a mostra e com todo o glamour que o artista merecia. Quem não adorou ter visto o macacão usado na turnê de Aladdin Sane?

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4) O proceso de criação das músicas era atestado por suas letras originais. Os pequenos pedaços de papel não chamavam tanta atenção como as obras multimídias, mas tinham fãs que passavam horas admirando os rabiscos e anotações feitas pelo próprio artista.

exposição david bowie MIS

exposição david bowie MIS

5) Mostrou que por trás de todo grande astro, estão grandes referências. Entre o primeiro e segundo andar da mostra, uma instalação de livros – que mais pareciam pássaros – sobrevoavam as cabeças dos visitantes. Eram os livros preferidos do cantor: entre eles, se destacam Lolita, de Vladimir Nabovok, 1984, de George Orwell, Madame Bovary, de Gustave Flaubert e O Estrangeiro, de Albert Camus.

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