Saiba quais são os melhores pubs de São Paulo

Confira abaixo uma seleção das casas mais bacanas do gênero

A abreviação de public house deu origem ao nome pub, que identifica os tradicionais bares ingleses e irlandeses. Neste roteiro, saiba como são os representantes paulistanos desses lugares e o jeitão de cada um deles.

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All Black: vive lotado de um público arrumadinho, tem música alta, bandas se apresentando constantemente, pouca iluminação e disputadíssimas mesas baixas. É frequentado principalmente por uma turma que já passou dos 30, a maioria ainda de terno e gravata, emendando a happy hour. Para beber, não há o que inventar, vá de Guinness (R$ 21,00 o pint), que chega cremosa como se deve. 

Dublin: um inusitado palco escondido atrás do balcão do bar é uma peculiaridade deste pub. Bandas que tocam sucessos do rock apresentam-se ali de terça a sábado e atraem um público acima dos 30 anos. A carta de bebidas valoriza mais os uísques, com 32 rótulos, entre eles o inglês Old Parr (R$ 18,00 a dose). 

Finnegan’s: intitula-se “o pai de todos os pubs”, por ser o mais antigo do gênero na cidade. O jeito largadão e o ambiente escuro continuam a atrair gente de todo tipo, sobretudo jovens despojados na faixa dos 20 anos. De quinta a sábado, rola música ao vivo (rock, jazz e blues). Chope irlandês Guinness servido no pint (R$ 20,00).

 

Jet Lag: não é um pub tradicional. A casa tem como temática a aviação, com peças de avião estão expostas no salão, agitado por pop rock ao vivo de quinta a sábado. Atendentes vestidas de aeromoça servem pints de Guinness (R$ 20,00) e coquetéis de apresentação extravagante. O refrescante inglaterra (R$ 29,50) é oferecido em uma xícara com gim, xarope de cardamomo, licor de maçã verde e sucos de maçã e limão-siciliano. 

Kia Ora: curiosamente, a decoração traz referências à Austrália e à Nova Zelândia. Bandas que tocam hits de pop rock de várias épocas embalam a paquera do público, na faixados 25 aos 35 anos. Meninas de sainha, sapatos e botas de salto fino e rapazes todos arrumadinhos circulam intensamente pelos quatro cantos do lugar. Várias possibilidades de chope estão à disposição da clientela. Entre eles o lager Wallaby (R$ 6,00), da cervejaria Ashby, de Amparo (SP).

O’Malley’s: labiríntico, barulhento, agitado, confuso, cheio de ambientes, este certamente está entre os pubs mais animados da cidade. Banquetas altas e balcões de parede ficam espalhados por quase todos os cantos dos diversos salões. Um deles é dedicado ao snooker, outro ao palco para shows de bandas. O vasto cardápio inclui pratos típicos desse tipo de bar e outros inusitados, como wraps, quesadilhas e burritos. 

Partisans: o nome da casa refere-se aos movimentos de resistência feitos por guerrilheiros, a exemplo do esquadrão judeu antinazista do filme Bastardos Inglórios, de QuentinTarantino. Sobre o balcão operam só duas torneiras de chope — do holandês Heineken e do irlandês Guinness. A variedade de cervejas é mais interessante, com 45 rótulos. Inclui a Velhas Virgens India Pale Ale (R$ 18,00), de Ribeirão Preto.

Rhino Pub: escuro e com televisores ligados em canais esportivos, o local tem um pequeno palco, onde bandas se apresentam diariamente. Na decoração, bandeiras da Inglaterra, de marcas de cerveja, quadros e uma cabeça de rinoceronte. Tem público eclético, dominado por jovens na casa dos 20 e poucos anos, o que não exclui alguns quarentões do programa. Para beber, vá pelo que sai das torneiras do balcão. Como companhia, ataque a super rhino wings (R$ 39,00), asas e coxinhas de frango grelhadas e picantes.

St. George

St. George`s Pub: este é um pub que tem carta de coquetéis criada por Kascão Oliveira, um dos grandes barmen da cidade. Por isso aposte em alguma de suas crias. Vale provar o dom peixoto (R$ 27,00), composto de gim, pepino-japonês, casca de laranja e licor de frutas silvestres. Além do show das coqueteleiras, há apresentações musicais regulares (a entrada varia conforme a atração).

St. Johns: um pub de inspiração irlandesa no Tatuapé, fora do grande circuito. Todo escuro, conta com um balcão rodeado por banquetas logo na entrada. Entre as cervejas peça a austríaca Eggenberg Nessie (R$ 20,00). Apresentações de rock  rolam no pequeno palco no fundo do salão.

Rhino

Rhino

The Blue Pub: com três andares e recortados ambientes, ocupa uma casa de esquina a dois quarteirões da Avenida Paulista. Exibe sobre o balcão torneiras de chope importado, entre elas a do irlandês Guinness (R$ 20,00 o pint) e a do inglês Fuller’s ESB (mesmo preço). Outro atrativo são os televisores ligados em canais de esporte.

The Pub é autêntico e recebe público descolado na região da Augusta

The Pub é autêntico e recebe público descolado na região da Augusta

The Pub: madeira escura e cartazes estrangeiros compõem o clima, turbinado pelos shows de rock e blues e pela trilha sonora do proprietário — Philip Yates, nascido em Liverpool e aficionado por Beatles. Sai da chopeira o iralandês Guinness (R$ 25,00). As evil wedges, no cardápio de petiscos, são tiras de batata assadas cobertas com queijo cheddar e cebola frita (R$ 22,00).

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