Experimentamos a pizza de yakissoba do China House

A invenção é servida na unidade Santana da rede. E não é exatamente aquilo que se espera

“Mas como é? Tem macarrão na receita?”

“Leva queijo?”

“E o shoyu, vai onde?”

Essas são algumas das perguntas mais recorrentes quando você diz que comeu uma pizza de yakissoba. Isso sem falar nas caretas de reprovação! A “iguaria”, se é que pode ser classificada assim, foi recentemente incorporada ao menu do China House, rede de restaurantes chineses que um belo dia resolveu servir também pizzas, nem todas feitas do jeito que a gente está acostumado.

Além da supracitada, tem, por exemplo, a mineira, de couve-manteiga em tiras com bacon, alho e cebola, mais presunto, mussarela, pimenta-biquinho e azeitona preta, e a da china, que leva carne, repolho, cenoura, cogumelo e molho de soja.

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Mas vamos à intrigante versão de yakissoba. Assim como as outras, ela é montada em um disco de massa fina e crocante, sutilmente adocicada, onde são dispostos fatias de carne, frango, legumes como cenoura e brócolis, além de repolho (este, “no lugar da acelga, que faz muita água”, como explica a equipe da casa). Tudo isso coberto por bastante mussarela e algumas poucas lascas de azeitona preta. Não, não tem macarrão. Sim, tem um molhinho de tomate quase imperceptível e, também muito discreto, o clássico molho do yakissoba à base de shoyu.

A reportagem aterrissou na noite desta quinta (28) unidade Santana da rede, por ora a única a servir pizza. Ao contrário do que esperava, não recebeu nenhum olhar de desconfiança ou reprovação ao fazer o inusitado pedido, nem do dos garçons, nem do pessoal da cozinha. Pelo contrário, o prestativo atendente fez questão de explicar que a massa é “rica em fibras, o que ajuda na digestão”. Também ofereceu azeite para regar a invenção (e não shoyu, ufa!). A receita, na versão brotinho, saiu por R$ 41,00 e, no fim, nada mais é do que uma pizza de legumes com alguns pedaços de carne e de frango, tudo de sabor apagado, onde sobressai o gosto da mussarela. Ruim? Não necessariamente. Mas nada que desperte desejos de um repeteco. Aos apetites menos aventureiros, um alento: há sabores tradicionais como margarita e calabresa.

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