Sete endereços gay-friendly para curtir na semana da Parada

Confira uma seleção de bares e restaurantes onde gays costuma aparecer para bebericar, comer e paquerar

Uma das capitais gays do mundo, São Paulo tem inúmeras opções para o público LGBT, que pode escolher desde bares e clubes frequentados exclusivamente por homossexuais aos endereços em que todos se misturam e convivem em perfeita harmonia.

Na seleção abaixo, há bares para todos os gostos. Incluímos também restaurantes e uma padaria para a alegria ficar completa. Confira:

COMIDINHAS

Bella Paulista: a padaria funciona 24 horas por dia e recebe o público gay de madrugada, vindo de diferentes baladas da cidade. Para acabar combater a fome, o hambúrguer coberto de bacon, queijo gorgonzola, cebola frita e molho barbecue custa R$ 34,00. Acompanha fritas.

BARES

Balcão: trata-se de um charmoso porto seguro nos Jardins. Por mais que esteja cheio, sempre haverá um lugar livre (ou prestes a vagar) no balcão de 25 metros que ziguezagueia pelo salão. O chope da cervejaria paulista Oak Bier custa R$ 7,20. Como alternativas, há o correto bloody mary (R$ 21,00) e garrafas de vinho.

Balcão

Balcão: o móvel que dá nome à casa tem 25 metros de comprimento e banquetas dos dois lados (Heudes Régis/Veja SP)

Igrejinha: decorado com santinhos e oferendas, a oferta de drinques reúne algumas opções razoáveis, como o aperol spritz (R$ 29,80). Uma salinha de estar torna-se pista de dança nas noites mais “calientes”. Diferentes projetos são lançados por lá, mas poucos duram tanto quanto o Igreginga, que atrai o público masculino com batidas eletrônicas de deep house, sempre às quintas.

Lekitsch: o lugar, mais arrumadinho que os botecos da vizinhança, faz bastante sucesso entre o público que circula no entorno da bombada Praça Roosevelt. Uma simpática galinha de cerâmica é usada para servir alguns dos tira-gostos, caso dos bolinhos de mandioca e beterraba ao alho (R$ 26,00 a dúzia), boas companhias para as cervejas em garrafa de 600 mililitros (Serramalte, R$ 12,90).

Veja também

RESTAURANTES

Mestiço: as filas na porta, sempre com um público gay maduro, comprovam o sucesso da casa. O que busca essa clientela ruidosa é a mescla de receitas que vai da Bahia à Tailândia. No mix de entradas (R$ 64,00), dá para provar o petisco mais famoso da casa, a cestinha tailandesa de massa crocante recheada de frango e milho ao tempero de especiarias.

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Ritz: a imutável porta giratória da casa (Divulgação/Veja SP)

Ritz: entre os três endereços do badalado restaurante, o que mais atrai o público gay é o localizado na Alameda Franca, nos Jardins. Ali, rapazes de camisa polo se reúnem em torno do balcão ou à espera das mesas, num clima de descontraído. Além dos drinques, é imperdível a porção de bolinho de arroz (R$ 24,00, oito unidades).

Spot: um agito só, a casa recebe moças e rapazes que exercem a troca de olhares. Muitas das sugestões aliam leveza e sabor, sem pesar na cintura. Dois exemplos: o tomate assado com aspargo e mussarela de búfala (R$ 37,00), sugerido de entrada, e a posta alta de atum ao molho oriental (R$ 72,00).

 

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