Barista ensina a escolher o melhor café no supermercado

Tabatha Creazo, do Octavio Café, dá boas dicas para quem não dispensa um cafezinho passado em casa

Não faz muito tempo que, na hora de escolher um café no supermercado, bastava decidir entre o “suave”,  o “forte” e o”extra forte”. Hoje, é só passar os olhos pela gôndola para perceber que o cenário evoluiu – e bastante. Há uma profusão de marcas, origens e tipos que pode deixar indeciso até um entusiasta da bebida. Para auxiliar na compra, Tabatha Creazo, barista do Octavio Café, lista algumas dicas preciosas. Confira:

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Procure pelo selo de qualidade da Abic: Embora a legislação não imponha nenhum selo às marcas, algumas adotam a chancela criada pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic). Por meio de notas (numa escala de 4,5 a 10), a entidade distingue os tipos tradicional, superior e gourmet. “O tradicional, de qualidade mais baixa, geralmente é composto de um blend de grãos arábica e robusta”, explica Tabatha. “No outro extremo, o gourmet é 100% arábica, o que resulta em uma bebida mais complexa.”

Veja se a embalagem traz o nome da fazenda produtora: “Dificilmente uma fazenda vai querer associar seu nome a um produto de má qualidade”, afirma a barista. Outros dados que podem indicar um bom grão são a região produtora, a variedade e a altitude do cultivo do café.

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Grãos de café da cafeteria Suplicy Cafés Especiais

Grãos de café da cafeteria Suplicy Cafés Especiais

Fique atento à data da torra: O café, a partir do momento em que é torrado, mantém suas características por não mais que um mês. “Os grãos entram em processo de oxidação e vão perdendo aromas”, explica a moça.

Evite torras muito escuras: Para uma bebida de melhor qualidade, sempre vale dar preferência a grãos de torra clara ou média. De acordo com Tabatha, “a torra escura muitas vezes é feita para esconder os defeitos do café” – não raro, o resultado é uma bebida com amargor pronunciado. Por isso, é necessário usar muito açúcar.

Em casa: Café tem que ser moído na hora, todo mundo sabe. Mas, como são poucos os que têm moinho em casa, dá para comprar o pó e armazená-lo por, no máximo, sete dias. “Recomendo guardar na embalagem de origem dentro de um pote hermético e fora da geladeira”, diz Tabatha. “O ideal, portanto, é adquirir sempre em pequenas quantidades.”

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