Bares quentinhos e aconchegantes para curtir nos dias frios

A época é de abandonar as mesas na calçada para curtir botequins de clima intimista ou no estilo speakeasy, como eram chamadas as casas clandestinas nos EUA

À procura de um cantinho aconchegante para se esquentar nas noites mais frias? A seleção abaixo reúne lugares na medida para quando as temperaturas caírem.

+ Bares que ficam perto do metrô

Admiral’s Place: a luz baixa, o papel de parede vermelho-escuro e as poltronas de couro confortáveis deixam claro: clima e aconchego nunca faltaram ao endereço, instalado em cima do restaurante Sal Gastronomia, do chef Henrique Fogaça. Em matéria de drinques, o barman Victor Zucaroni prepara um bom old fashioned.

Boca de Ouro: o botequim está localizado em um antigo sobrado de Pinheiros. A maioria dos lugares fica em torno do balcão, onde a clientela costuma petiscar o bolovo na companhia do clássico negroni.

Casa de Francisca: capaz de acomodar apenas 44 pessoas por noite, o endereço, tão discreto quanto sedutor, cativa por seu estilo único. Trata-se de uma espécie de bar-teatro-cabaré hospedado num imóvel de 1913. O ambiente à luz de velas inclui um nostálgico microfone típico de estúdios de gravação e antigas cadeiras de cinema. Tem também uma excelente programação de música ao vivo.

Igrejinha: nos fundos, uma sala com piso de madeira, abajures e sofás, com jeitão caseiro e clima aconchegante, à luz de velas, atrai gays e moderninhos. Exibe na decoração imagens de santos, oratórios e fitinhas do Senhor do Bonfim. Às quintas, ganha ares de balada com a festa Igreginga.

Izakaya Issa: com ambiente tradicional bem ao estilo das casas da Liberdade, ganhou fama pela oferta de bebidas japonesas (saquês e shochus) e pela boa cozinha. Não espere encontrar no cardápio sushis, sashimis e afins.

JazzB: trata-se de um bar de jazz descolado no centrão. A atmosfera aconchegante tem paredes de tijolinhos e luminárias que pendem do teto. Todo o foco vai para o palco, onde grupos de jazz nacionais e estrangeiros costumam se apresentar, em duas entradas por noite.

Madeleine: bar aconchegante, com iluminação difusa, cortinas vermelhas e paredes de tijolinhos à vista dedicado à música ao vivo. Seu pequeno palco fica de frente para um enorme janelão. Mesinhas aconchegantes se espalham pelo salão, que ainda possui um mezanino e um subsolo de poucos lugares em frente à bonita adega de vinhos.

Partisans:  endereço ocupa um salão subterrâneo num trecho da Rua Cônego Eugênio Leite quase sem vida noturna, próximo à Teodoro Sampaio. Pints de chopes Heineken e Guinness dividem espaço no cardápio com mais de sessenta rótulos de cerveja, nacionais e importados.

SubAstor: sem ligação com a rua, faz o gênero speakeasy — como eram chamados os bares clandestinos da época da Lei Seca americana. Para descobrir o ambiente, animado por faixas de rock, soul e jazz, é preciso atravessar o salão do Astor e descer três lances de escada. No balcão ou nas poltronas, delicie-se com a carta de coquetéis, a melhor da cidade segundo o mais recente especial VEJA COMER & BEBER.

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