Sete bares quentinhos e aconchegantes para curtir os dias frios

Confira a seleção de Veja São Paulo para enfrentar o frio com boa música, drinques e curtição

A frente fria não é motivo suficiente para manter os paulistanos trancados dentro de casa. Há, por toda a cidade, diversos lugares preparados para enfrentar a friaca. Para facilitar na hora da escolha selecionamos sete bares com ótimos drinques, ambientes quentinhos e aconchegantes. Confira a lista:

Boca de Ouro: com espírito de boteco, mas ambiente mais arrumadinho e soul e rock das antigas no som, tornou-se o predileto de muitos barmen da cidade. Muitos deles aparecem para beber coquetéis preparados com correção e sem frescura pelo sócio Arnaldo Hirai. Prove um drinque clássico ou, se preferir, uma cerveja, a carta alterna vinte rótulos bacanas.

Igrejinha: decorado com santinhos e oferendas, caiu nas graças de modernosos e gays. A oferta de drinques reúne algumas opções razoáveis, como o aperol spritz (R$ 29,80). A cerveja Original é vendida por R$ 13,80. Uma salinha de estar torna-se pista de dança nas noites mais “calientes”.

Madeleine - adega

Adega do Madeleine: vinhos para aquecer a clientela (Fernando Moraes/Veja SP)

Izakaya Issa: está no imaginário do paulistano como um legítimo boteco japonês. Sempre fechada, a discreta porta de correr dá para um salão bem simples, com balcão e algumas mesinhas baixas. Não espere encontrar no cardápio sushis, sashimis e afins, é um lugar para tomar saquês e shochus acompanhados dos petiscos preparados pela equipe da proprietária, Margarida Haraguchi.

JazzB: todo descolado, com pé-direito alto e atmosfera industrial, o bar é um dos responsáveis por levar modernos ao centro da cidade. Essa gente, e vez ou outra turmas de quarentões e cinquentões, vai ao local para conferir as apresentações de competentes músicos. Enquanto o som entra pela noite, bebem- se chope Colorado (R$ 12,00, 330 mililitros) e drinques como o gim-tônica (R$ 33,00). 

Madeleine: no ambiente cheio de charme do endereço há paredes de tijolos à mostra, luz indireta e velas nas mesas. Minúsculo, o palco fica junto à entrada e abriga de terça a sábado apresentações calcadas no jazz, que, por vezes, flertam com o pop e a MPB. Casais que buscam mais intimidade podem ficar no salão dos fundos, com vista para o bairro, ou então na adega, logo abaixo.

Ambiente do bar SubAstor, na Vila Madalena - Fernando Moraes

Ambiente do SubAstor: bar subterrâneo na Vila Madalena (Fernando Moraes/Veja SP)

Partisans:  endereço ocupa um salão subterrâneo num trecho mais tranquilo de Pinheiros, próximo à Teodoro Sampaio. Pints de chopes Heineken (R$ 14,90) e Guinness (R$ 29,90) dividem espaço no cardápio com mais de sessenta rótulos de cerveja, nacionais e importados.

SubAstor: instalado no subsolo, para descobrir o ambiente, animado por faixas de rock, soul e jazz, é preciso atravessar o salão do Astor e descer três lances de escada. No balcão ou nas poltronas, delicie-se com a carta de drinques, a segunda melhor da cidade por VEJA COMER & BEBER 2016/2017.

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