Zona azul entra na era eletrônica

Quem circula pelo Largo do Arouche já deve ter reparado: dois fiscais contratados pela CET perambulam ali com uma maquininha sem fio (foto). Eles vendem a Zona Azul eletrônica, também comercializada em outros vinte pontos fixos da região da Praça da República e em dois da Praça Charles Miller. Com o tíquete, não é preciso deixar nenhum comprovante no carro – o marronzinho checa a autorização via palmtop. Tudo muito moderno, embora só atenda a 970 das 31 500 vagas de Zona Azul da cidade.

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