Um a cada quatro homens que casam em São Paulo troca de nome

Desde a mudança no Código Civil em 2002, índice na capital cresceu de 3% para 26%

Até os anos 90, uma mulher adotava naturalmente o sobrenome do marido por ocasião do casamento. A partir de 2002, o novo Código Civil passou a permitir o inverso. A moda custou a engrenar.

 

Naquele ano, apenas 1 239 homens (ou 3% do total) trocaram de nome na capital, segundo a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP). Já em 2013, foram 17 459 (26% do total).

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