Temer: “Haja protestos ou não, Brasil continuará a trabalhar”

Declaração foi dada durante o evento de inauguração da Japan House, na Avenida Paulista

O presidente Michel Temer fez referência neste domingo, 30, à greve geral da última sexta-feira, 28, e disse que, com protestos ou não, Brasil continuará a trabalhar. A declaração foi dada em discurso na cerimônia oficial de corte de fita da Japan House, espaço dedicado a mostrar a cultura japonesa do século XXI, em São Paulo.

Também participaram da cerimônia o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, e o ministro da Cultura, Roberto Freire. O governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) e o prefeito da capital, João Doria (PSDB), também estiveram presentes, assim como o vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças do Japão, Tarso Aso, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Kentaro Sonoura, e o cônsul-geral do Japão, Takahiro Nakamae.

Segundo Temer, na reunião bilateral que teve com o vice-primeiro-ministro japonês logo antes da inauguração, transmitiu para o representante do país as reformas que seu governo está fazendo no Brasil, sobretudo sobre a trabalhista. “As reformas fundamentais geram, em primeiro momento, incompreensões, contestações, que fazem parte da democracia plena que vivemos em nosso País. Mas as instituições aqui funcionam com a toda a regularidade e o povo brasileiro é otimista. Por isso, nós dizemos, aconteça o que acontecer, haja ou não protestos, o Brasil continuará a trabalhar”, afirmou o presidente.

Temer ainda disse que essa mensagem era direcionada aos  investidores estrangeiros, especialmente aos japoneses, com o objetivo de dar tranquilidade a eles. “Estamos desobstruindo os problemas da economia e eliminando o desemprego”, completou.

Segundo ele, a Japan House aproximará cada vez mais os brasileiros e os japoneses na cultura e nos negócios. Durante o discurso, Temer também exaltou os costumes e tradições japoneses e disse que, apesar do espaço ficar na cidade de São Paulo, todo o Brasil homenageia a comunidade japonesa. “É uma alegria sediar a primeira Casa do Japão do mundo”. O espaço da capital paulista é o primeiro projeto desse tipo a ser inaugurado, mas há iniciativas similares em Londres e Los Angeles.

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