Suzane von Richthofen pede progressão da pena para se casar

Além de viver com seu noivo, Rogério Olberg, ela quer ir para o regime aberto para trabalhar como costureira e virar missionária

A Defensoria Pública solicitou esta semana a progressão ao regime aberto de Suzane von Richthofen, condenada por envolvimento na morte dos próprios pais, para que cumpra sua pena em liberdade – no caso, em prisão domiciliar. O pedido foi encaminhado ao Ministério Público e à Justiça, que devem deferir ou não a questão nas próximas semanas.

O requerimento se deve ao fato de Suzane querer se casar com seu noivo Rogério Olberg até o fim do ano, iniciar os trabalhos como costureira em uma oficina em Angatuba, no interior, e paralelamente a isso dar início às aulas para se tornar missionária da Igreja do Evangelho Quadrangular, conforme revelou VEJA SÃO PAULO na semana passada. Ela conta com a ajuda do pastor Euclides Vieira, que atua em Itapetininga e é conhecido onde vive como um exemplo de superação por ter vencido um vício em cocaína que durou dezesseis anos, aberto uma casa de recuperação e ajudado dezenas de famílias.

O pastor Vieira entre Suzane e Olberg, no mês passado: conselhos sobre religião (Arquivo Pessoal/Exclusivo/Veja SP)

Condenada a 39 anos de reclusão, quinze deles cumpridos, a detenta apresenta boa conduta e trabalha com costura na Penitenciária Feminina de Tremembé, no interior. Em outubro de 2015, obteve direito ao regime semiaberto e, no ano seguinte, deu início às suas primeiras saidinhas temporárias para encontrar com Olberg.

Frequentador da Quadrangular desde jovem, foi o noivo que exerceu influência sobre a namorada em relação à igreja. Ele pregava o Evangelho por meio de cartas enviadas à interna, que conheceu por intermédio da irmã Luciana, também presidiária de Tremembé. Assim, ela apaixonou-se. O romance foi revelado por VEJA SÃO PAULO em maio de 2016.

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