Sônia Mota: “Caí do cavalo”

Bailarina teve projeto agraciado com 100 000 reais pela Funarte, mas responsável por administrar o dinheiro deixou de pagar 40 000 reais em remunerações

Dinheiro aprovado, trabalho realizado e parte do pagamento não efetuada. A bailarina paulistana Sônia Mota teve seu projeto, batizado de ‘Vagar e Navegar’, agraciado com 100 000 reais pela Funarte. O objetivo era fazer dez apresentações do espetáculo, o que ocorreu entre maio e junho deste ano. Para administrar o dinheiro, convocou a empresária Lilian Breda Menna Barreto – sócia do Teatro Mars, na Bela Vista. “Caí do cavalo”, lamenta Sônia. “Ela não deu parte do salário das bailarinas, do cenógrafo, do figurinista…”

A equipe pretende abrir um processo neste mês para reaver a remuneração atrasada. Ao todo, 40 000 reais não foram pagos. “Tive despesas inesperadas com a estrutura do meu teatro”, explica Lilian. Resolvi problemas como vazamento de água e reforma do acesso a cadeirantes.” Ela promete sanar as dívidas até o fim deste ano.

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