Segredos e mentiras em “O Dia em que Eu Não Nasci”

Em seu primeiro longa-metragem, o cineasta israelense radicado na Alemanha Florian Cossen dá conta do recado

Rumo ao Chile, a alemã Maria (Jessica Schwarz) decide dar um tempo em Buenos Aires. Na cidade, tem seu passaporte roubado e se vê obrigada a prorrogar a estada. O pai dela (Michael Gwisdek) vem atrás dela e lhe revela um segredo guardado por trinta anos: Maria foi adotada, é argentina e filha de ativistas desaparecidos na década de 80, durante a ditadura militar. A moça perde o chão e, ao tentar localizar alguns parentes, acaba encontrando uma avó e dois tios. Mas novas mentiras estão para vir à tona. Há um ótimo tema debatido no drama O Dia em que Eu Não Nasci. Seriam os verdadeiros pais da protagonista os adotivos ou os de sangue? O enredo, contudo, não simplifica a resposta e, a cada reviravolta na trama, exige um posicionamento do espectador. Em seu primeiro longa-metragem, o cineasta israelense radicado na Alemanha Florian Cossen dá conta do recado com uma narrativa enxuta, ritmada e com bons desempenhos do elenco.

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