“Os Smurfs” mistura animação e atores numa aventura por Nova York

Os pequeninos seres azuis saem de sua floresta imaginária e acabam na frenética metrópole

De “Esqueceram de Mim 3” (1997) a “Perdido pra Cachorro” (2008), o cineasta Raja Gosnell comandou, sempre no piloto automático, sucessos como Vovó…Zona (2000) e Scooby-Doo (2002). Criatividade nunca foi seu forte. Os Smurfs, seu recente trabalho, ainda carece dela, mas, comparado às suas fitas anteriores, resulta num programa familiar agradável e divertido.

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Criados no fim da década de 50, os seres minúsculos de cor azul eram personagens dos quadrinhos. Chegaram ao estrelato a partir de 1981 devido aos mais de 200 episódios de desenhos produzidos pela TV americana até 1990. Mostra-se acertada a transposição ao cinema. Enquanto os smurfs mantêm a origem na animação, os humanos e o vilão Gargamel são interpretados por atores. A mistura lembra a fórmula de “Alvin e os Esquilos” e “HOP — Rebelde sem Páscoa”, atrações destinadas ao público infantil que, recheadas de tiradas espertas, caíram também no agrado dos adultos.

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A trama tem início na floresta imaginária dos pequeninos seres. Habitantes de uma aldeia com casas no formato de cogumelo, eles são a perfeita tradução da harmonia e da felicidade. Surge, então, Gargamel (interpretado por Hank Azaria), um feiticeiro capaz de liquidar com a paz dos baixinhos em segundos. Na correria, Papai Smurf, Smurfette (a única garota do reino) e mais quatro amigos acabam em… Nova York (!).

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A partir do Central Park, onde vão parar, eles se deparam com uma cidade frenética e cheia de contrastes. Meio na marra, eles encontram abrigo no apartamento do casal Patrick (Neil Patrick Harris) e Grace (Jayma Mays), grávida do primeiro filho. Executivo de marketing de uma fábrica de cosméticos, Patrick vive dias infernais por causa de uma chefe intransigente e de uma campanha valiosa. Os smurfs, além de incomodá-lo (motivo para risos autênticos), vão provocar uma série de contratempos em Manhattan. A agitada metrópole, inclusive, serve de palco em momentos-chave. Embora com pinta de merchandising, as sequências na loja de brinquedos FAO Schwarz respondem por situações hilárias.

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