A opinião do leitor

Cartas da edição 2531

EVENTO
Sem dúvida nenhuma, a Casa Cor se tornou um ícone em termos de decoração (“Desfile de tendências”, 24 de maio). E nada nos impede de pegar algumas das ideias e adaptá-las às nossas residências, sob as condições de um orçamento mais enxuto. Antonio Marques

É uma iniciativa muito legal, gosto de ir todo ano à Casa Cor. Silvia Corsini, via Facebook

RAIA DA USP
A medida vai atrapalhar o rendimento dos atletas, além de contribuir para o aumento da poluição sonora e do lixo na região (“O muro da discórdia”, 24 de maio). Por que não gastam energia com outros temas? Decorar a cidade é fácil. Thiago Castilha, via Facebook

Até a década de 70, uma tela de arame separava a raia olímpica da Marginal Pinheiros. Nos fins de semana, crianças das favelas vizinhas a invadiam para nadar. No início dos anos 80, no entanto, ocorreram alguns casos de afogamento no local, o que levou à construção do muro que a separa da Marginal. Bernardo Wu

Prefeito, faça um muro verde no local. Ficará muito mais agradável ao olhar dos motoristas que passam por ali, sem prejuízo aos cofres públicos. Flavia Zanetti, via Facebook

Para quem passa de carro, com vidro fechado, película, ar condicionado e som ligado, a retirada do muro não muda nada. Para os atletas, piora demais. Breno Arantes, via Facebook

O problema não é só a poluição. Gastou-se uma fortuna com a construção do atual muro. Não seria melhor direcionar o dinheiro a um projeto mais necessário? Sylvia Barsotti, via Facebook

CALIGRAFIA
Essa ideia que chegou agora por aqui já era tendência na Alemanha alguns anos atrás (“Lousas com estilo”, 24 de maio). Vi os quadros em restaurantes por lá. Paula Schaletzky, via Facebook

TERRAÇO PAULISTANO
A que ponto chegamos: agora, político se veste de gari (“Estreia como prefeito”, 24 de maio). Entendo que eles estão ofendendo os que realmente trabalham. Pare com isso, Milton Leite. Já é difícil aguentar o Doria. Genésio Monteiro, via Facebook

MÁRIO VIANA
Tenho 53 anos, nasci antes do computador pessoal e não entendo por que preciso saber informática para realizar projetos e lidar com o plano de saúde (“Complexo de dinossauro”, 24 de maio). Só possuo celular porque meu pai parou em uma UTI e eu não tinha com quem conversar. Minha linguagem é inacessível para pessoas de 20 a 30 anos. Senti-me de alma lavada com sua crônica, e já pensei nos coitados que não sabem lidar com a “modernidade”. Beatriz Castilho Landscheck

Correção
Ao contrário do que foi publicado na nota “De bairro a presídio” (24 de maio), na página 17, na seção Memória, as instalações residenciais da Vila Maria Zélia não foram improvisadas como presídio durante a vigência do Estado Novo, na década de 30. A cadeia funcionou no prédio da antiga fábrica do industrial Jorge Street, vizinha ao empreendimento.

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