A opinião do leitor

Cartas da edição 2530

CASAS DE SHOWS
Nossa cidade é a capital dos espetáculos (“Nova trilha da música”, 17 de maio). Prova disso são essas inaugurações, que ampliaram a programação da metrópole. Os paulistanos agradecem. Ruvin Ber Singal

A notícia nos traz muita satisfação. Que sirva de motivação para outras localidades. Afinal, o estímulo à arte faz muito bem aos tempos atuais. Uriel Villas Boas

GRÁVIDAS FITNESS
Existe uma diferença entre dizer “queria ser assim” e “serei assim” (“Força materna”, 17 de maio). Escolhi a segunda opção. Fiz musculação até o nono mês de gravidez, e foi incrível. Maria Alves Silva, via Facebook

HOSPITAL SÃO PAULO
A crise não é de agora (“Sem previsão de alta”, 17 de maio). Em 2001, já faltavam diversos itens no hospital, incluindo os mais básicos. Uma pena. Sarita Fructos, via Facebook

Estou pasma com o que está acontecendo. Frequentava o local e sempre fui bem atendida. É inadmissível. Vânia Van, via Facebook Tudo isso é muito triste. Fiz mestrado nessa instituição em outros tempos. Hoje, vemos o desmonte da saúde. Lucia Guterres, via Facebook

BAR LÉO
O bar é um ícone até hoje (“Em dose dupla”, 17 de maio). Apesar de estar mudado, ainda mantém algumas características do passado. No entanto, funcionando em outro lugar, ele nunca será o mesmo. Marcos Santos, via Facebook

Frequentava o local, e o chope era delicioso. Depois de ser vendido, nunca mais foi o mesmo. Rogerio Scialo, via Facebook

– MISTÉRIOS DA CIDADE
O empresário que reforma os veículos é fantástico no que faz (“O rei da Kombi”, 17 de maio). Além de exímio restaurador, é um grande homem. Léo Pedacci, via Facebook

Admiro esse povo (“Marcos da cultura armênia”, 17 de maio). Para conhecer um pouco mais sobre ele, sugiro o filme Rua Paraíso, de 1992, com Omar Sharif, que conta a história de uma família de imigrantes armênios na França. Miriam Libânio Magalhães, via Facebook

IVAN ANGELO
Não encontro palavras para agradecer sua crônica publicada na última edição (“Visita em maio”, 17 de maio). Tenho 80 anos e gostaria de dizer a mesma coisa à minha mãe neste maio. Mario Nascimento

Lembrei do feijão de caldo grosso da minha mãe. Ela vivia para os filhos e marido. Aos 22 anos, já estava na quarta gestação. Nunca batia na gente, mas fazia um certo terrorismo: “Vocês vão ver quando seu pai chegar!”. Criou seus dez filhos, viu netos e bisnetos chegar e, aos 91 anos, virou uma linda estrela. Maria Helena Monteiro

Confesso que não me recordo de ter lido algo tão simples, bonito e comovente. Levou-me às lágrimas. Sarkis Aprahamian

Suas crônicas são sempre prazerosas, e não raro, gosto de lê-las em voz alta para minha esposa. Algumas parecem ter sido escritas para nós. Mas confesso que essa nos custou muito choro e soluços ao lembrar de nossas mães. Obrigado por escrever aquilo que muitas vezes não sabemos como dizer ou a quem falar. João Carlos Soto

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