Moradora sofre com barulhos provocados pela vizinha de cima

Funcionária pública Kátia Bolletta interfonou para a vizinha para reclamar e afirma ter sido recebida com impropérios

A funcionária pública Kátia Bolletta se mudou para um edifício na Mooca em 2007. E afirma não ter tido uma noite de sossego desde então. “A moradora do andar de cima dorme durante o dia e passa a madrugada arrastando móveis e andando de salto alto”, diz ela.

Na primeira semana no endereço, Kátia interfonou para a vizinha para reclamar e afirma ter sido recebida com impropérios. Em seguida, queixou-se com a síndica, que alegou estar de mãos atadas. “Ela falou que não adiantava multar a moradora inconveniente, pois ela já devia uma fortuna ao condomínio”, lembra.

A administração do prédio, cujas taxas de condomínio giram em torno de 300 reais, reclama na Justiça o valor devido, próximo de 10 000 reais. “Eu me levanto às 6 da manhã para ir trabalhar e sempre tiro os sapatos no corredor para não incomodar os demais”, afirma Kátia, que vira e mexe empunha um rodo e cutuca — sem sucesso — o piso da vizinha para ver se ela se toca do barulho.

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