Se Não Neste Tempo: sobrevivência do pincel

Uma variada coletiva no Masp explora a força da pintura alemã contemporânea

Constantemente decretada como morta em exercícios de futurismo, a pintura continua a revelar focos criativos. Um painel abrangente do gênero pode ser apreciado em Se Não Neste Tempo — Pintura Alemã Contemporânea: 1989-2010. Formada por 83 obras de 26 artistas, a mostra foi organizada exclusivamente para o Masp — o normal, em grandes exposições internacionais, é trazer uma montagem que já venha circulando por outros países. Tratava-se de um sonho antigo de Teixeira Coelho, curador-chefe do museu. “Sou fascinado por arte alemã desse período, e fiquei com o projeto na cabeça durante três anos”, diz.

A seleção revela-se variada. Há desde a figuração de cunho realista de Gerhard Richter e Tim Eitel até os traços virulentos e desleixados de Andreas Hofer, passando pela abstração geométrica de Thomas Scheibitz e pela inflexão política de Werner Tübke.

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