Bares que investem em boas cartas de cachaça

Veja abaixo uma relação de endereços que têm opções bacanas de branquinhas e amarelinhas

Branca ou amarelinha, a cachaça vem conquistando aos poucos um espaço maior no cardápio de bares e restaurantes da cidade. Além do paladar dos consumidores.

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“Trata-se de uma mudança gradual, na medida em que ela deixa de ser encarada como um produto barato e de baixa qualidade”, explica Leandro Batista, ex-sommelier de cachaça do restaurante Mocotó, na Zona Norte, hoje à frente do Barnabé. “Os clientes começaram a degustá-la como se fosse vinho, valorizando os aromas e sabores”, acrescenta.

Na casa comandada pelo chef Rodrigo Oliveira há uma degustação com até dez rótulos envelhecidos em diferentes tipos de madeira e provenientes de regiões brasileiras variadas. Uma que costuma compor a rodada é a Weber Haus, de Ivoti (RS), envelhecida em amburana e com 38% de graduação alcoólica, que se destaca pela boa relação custo-benefício.

No Empório Sagarana, na Vila Romana, detentor da melhor carta de cachaças da cidade de acordo com o especial “Comer e Beber” 2013-2014 (leia mais clicando aqui)são cerca de 600 rótulos, a maioria deles de Minas Gerais, todos selecionados pelo artista plástico e pesquisador de cachaças Paulo Leite, proprietário do bar. Ele indica as doses da Capela de Minas, produzida em Cambuí e com acidez baixa, da Soberana, de Varginha, e da tradicional Claudionor, de Januária.

Confira esses e outros destaques no roteiro abaixo:

3/17
É na happy hour que o ambiente começa a ficar animado. Seja no salão com cara de antigo, seja nas mesas junto à calçada, o pessoal curte um sambinha e entorna garrafas de cerveja. Dá para pinçar uma importada como a alemã Franziskaner (R$ 17,00) em meio às triviais Bohemia e Serramalte (R$ 13,50 cada […] ( / Bar do Arnesto)
6/17
É uma das redes de bares mais populares da cidade. Por semana, passam cerca de 45 000 pessoas pelos quatro salões com jeito de botequim das antigas. Composto de gente acima dos 30 anos, o público beberica copos e mais copos de chope (Brahma, R$ 7,70), repostos a todo momento pelos espertos garçons. A porção […] ( / Bar do Juarez – Itaim)
7/17
Endereço tradicional no bairro, há 17 anos é tocado pelo argentino Daniel Garcia. Não por acaso, fazem muito sucesso por lá os itens que saltam da parrilla, como o ojo de bife (R$ 44,90, 280 gramas). A carne pode vir acompanhada por arroz biro-biro (R$ 10,50) ou por pupunha grelhada (R$ 15,50). Há quem escolha […] ( / Cacilda)
9/17
Paratiana, produzida em Paraty (RJ) (Mario Rodrigues / Empório Sagarana)
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