Marcos incômodos: locais na capital que remetem à escravidão

A São Paulo do século XIX já teve pelourinho, mercado de escravos e até forca

Na metade do século XIX, aproximadamente 30% da população paulistana era composta de escravos. Vários pontos da capital guardam histórias do período, como a região do Bixiga, refúgio dos fugitivos antes da chegada da colônia italiana. Confira outros locais:

+ Conheça a história do bairro oriental da Liberdade

Largo da Memória. Vizinho à estação Anhangabaú, o local recebia um leilão semanal para compra e venda de escravos, ao lado do chafariz do Piques.

Largo Sete de Setembro. Até 1865, havia ali um pelourinho, paredão onde muitos negros foram amarrados e açoitados publicamente como castigo.

Liberdade. No século XIX, “rebeldes” eram executados no Largo da Forca e enterrados a poucos metros de lá, onde hoje está a rua dos aflitos.

Praça Antônio Prado. Proibidos de ir à missa, os negros fundaram ali, em 1725, a Igreja da Irmandade Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos.

Comentários
Deixe um comentário

Olá, ( log out )

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s