Médicos do hospital da USP entram em greve

Funcionários alegam sobrecarga de trabalho e salários congelados; atendimentos de urgência e emergência serão mantidos

Os médicos do Hospital Universitário da USP entraram em greve às 12h desta segunda-feira (16). Os profissionais aderiam à paralisação dos professores e funcionários da universidade, que estão de braços cruzados desde o dia 27 de maio.

Por conta disso, a unidade de saúde contará apenas com atendimentos de urgência e emergência. Já as consultas e cirurgias simples estão suspensas por tempo indeterminado. Durante o período de greve, 30% dos 280 profissionais da unidade farão os atendimentos.

Está é a primeira vez em 19 anos que os médicos do Hospital Universitário da USP cruzam os braços. Eles alegam excesso de atendimentos, sobrecarga de trabalho e congelamento de salários.

O Sindicato dos Médicos de São Paulo apoia a paralisação. De acordo com os profissionais, o hospital tem capacidade para atender aproximadamente 700 pacientes por dia, mas a demanda real é de até 1 400 consultas. Os trabalhadores alertam também sobre um possível corte de verbas para ensino e pesquisa na instituição.

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