Escritora fica uma semana trancada em livraria

Foi-se o tempo em que lançamento de livro era sinônimo de vinhos mais ou menos e castanhas idem. Para marcar a chegada às prateleiras de seu novo trabalho, a escritora Paula Parisot achou por bem trancafiar-se sete dias na Livraria da Vila. Encara o confinamento a partir do próximo dia 11. Com o modelito acima — um Valentino que foi seu vestido de casamento —, ficará isolada do mundo para encenar um dos trechos do romance Gonzos e Parafusos. “Vão me passar comida por uma janelinha”, diz ela, que tomará banho à noite, depois que os funcionários fecharem a loja. Detalhe: por determinação própria, não poderá se distrair lendo as obras à venda no local. Terminada a performance, ainda vai rolar a noite de autógrafos. “Não é para aparecer”, afirma. “É uma expressão artística

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